Ministro entrega portarias de habilitação de novos serviços em SC

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Atendendo ao convite do Fórum Parlamentar Catarinense, por meio da sua coordenadora, deputada federal Carmen Zanotto (PPS/SC), o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, cumpre agenda em Santa Catarina. No roteiro ele chegará em Florianópolis e visitará hospitais. Acompanhado da comitiva de representantes catarinenses Mandetta ainda visitará o hospital Regional de São José.

À tarde o Ministro entregará as portarias de habilitação de novos serviços aos catarinenses de 43 municípios.
O reforço financeiro é destinado a serviços de hemodiálise, atenção domiciliar, novos leitos hospitalares, Rede Cegonha, UPAs, além da ampliação e renovação da frota do SAMU para 13 municípios.

"A vinda do Ministro no nosso Estado é muito importante, pois marcará a liberação de portarias de novos serviços aos catarinenses, algo que estamos batalhando há muito tempo. Além da entrega de ambulâncias ao SAMU. Ainda temos muitos pleitos com relação a saúde de Santa Catarina, mas este é o primeiro passo para que eles sejam atendidos pelo governo federal", destaca Carmen Zanotto.

Ainda sobre as oitivas da CPI do Pronto Socorro

Nas primeiras oitivas realizadas pela CPI do Pronto Atendimento Tito Bianchini realizadas na quinta-feira, já deu para ver onde estaria um dos gargalos na questão do Sistema de Regulação dos leitos. Toda e qualquer internação pelo SUS passa pelo crivo do médico especialista da unidade que receberá o paciente. Muito deles contratados no sistema de sobreaviso.

Pode haver um leito disponível e um paciente no Pronto Atendimento Tito Bianchini a espera, mas se não tiver um médico da especialidade conforme a necessidade do paciente, ele continuará lá no pronto socorro e o leito fica vazio ou disponível para outro paciente. Claro que, como explicou o médico Jonas Lehmkuhl, existem muitas razões para que assim se proceda, uma vez que não adiantaria transferir o paciente se na unidade não tem profissional capacitado para tratar sua doença. Para o administrador do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, Fábio de Oliveira, a questão das internações é um problema estrutural, porque dos 166 leitos da unidade, 110 estão destinados ao SUS, mas 35% da ocupação é de pacientes dos outros municípios e que poderiam ser tratados pelos hospitais locais se tivessem uma estrutura mínima.

Para cá viriam só os casos mais graves. Quando aos pacientes que estão no Pronto Atendimento esperando internação ele observa que, na maioria destes casos não são críticos, “porque o crítico o Samu já conduziu ao hospital,” embora eu entenda que está afirmação não seja 100% verdadeira. A ex-diretora do Tereza Ramos, Beatriz Montemezzo, disse que o sistema poderia ser muito melhor se “tivéssemos pessoas comprometidas”.  Cita que a ocupação dos leitos do Tereza Ramos é de 70 a 76%, em virtude do longo tempo em que o leito fica em aberto. Isso porque depende dos funcionários que, muitas vezes, demoram a lançar no sistema e até a falta de ambulância para transportar o paciente do pronto socorro ao hospital. Diz ela que muitos profissionais estão descontes e isso acaba refletindo lá no final.

Há casos de levar 12 horas entre a desocupação do leito e sua ocupação, diz ela. Há aí uma esperança, já que Beatriz deverá assumir a coordenação do Tito Bianchini. Ela poderá resolver parte destes gargalos. Acho que só ao levantar todo o funcionamento do sistema e apontar os entraves ao longo do processo, a CPI já cumpriu sua finalidade. Agora só falta apontar as soluções.

Três vereadores são recordistas em gastos de gabinete

Vereador Jair Júnior (PSD) fez um levantamento dos gastos dos vereadores apenas com a verba de gabinete.

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Há que se observar que na relação consta o nome do vereador Samuel Ramos (PSD) que se licenciou ainda na primeira semana das atividades do legislativo para assumir a pasta da Assistêmncia Social. As despesas foram efetuadas pelo seu sucessor na cadeira Jean Pierre Ezequiel.

Vereador Lucas expõe a situação precária da Apae

Na última sessão da Câmara o Vereador, Lucas Neves (PP) fez um pedido de informação à prefeitura para saber as razões que levaram o poder público a reduzir os repasses para a Apae que hoje passa por grandes dificuldades financeiras.

Não ter recursos nem para comprar combustível para o transporte dos alunos. Lembro que recentemente, graças a emenda parlamentar conseguiu um novo ônibus, mas este não está conseguindo circular. Apenas os pais que tem recursos estão levando os filhos à instituição todos os dias. Além disso, pela primeira vez, nestes 25 anos de atuação da Apae de Lages, neste mês de fevereiro está atrasado o pagamento de seus funcionários.

Segundo Lucas, a instituição atende hoje 326 alunos. Até a pouco tempo recebia R$ 53 mil por mês e esta ajuda caiu para R$ 30 mil fazendo com que tivesse de reduzir os atendimentos em 60%.

Os serviços de fisioterapia e fonoaudiologia fornecidos aos alunos podem ser reduzidos ainda mais. A prefeitura deixou de repassar 5 mil para o transporte, mais 12 mil para ajudar no pagamento dos profissionais além de reduzir o repasse dos atendimentos a saúde.

O vereador quer saber os motivos que levaram a prefeitura a reduzir os repasses, o que está sendo feito para auxiliar a instituição e porque o pagamento está sendo feito com atraso.

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“Se o município não pode oferecer estes serviços na rede pública, tem de ajudar. Não é possível permitir que a Apae reduza os serviços por falta de ajuda,” disse o vereador Lucas.

Não é a primeira vez que a situação da Apae vem a público depois do marco regulatório mas, me parece, que apesar das dificuldades ainda vinha conseguindo driblar a crise que culminou agora com esta situação.

Ao expor esta situação e pedir informações da prefeitura, Lucas expõe também as dificuldades de diálogo dentro do partido, visto que o PP é governo e responde, inclusive, pela pasta da Saúde. Se ele não consegue dialogar com a administração e buscar diplomaticamente uma solução não creio que alguém consiga a menos que passe por cima do PP no governo.

Vereador Lucas expõe a situação precária da Apae

Na última sessão da Câmara o Vereador, Lucas Neves (PP) fez um pedido de informação à prefeitura para saber as razões que levaram o poder público a reduzir os repasses para a Apae que hoje passa por grandes dificuldades financeiras.

Não ter recursos nem para comprar combustível para o transporte dos alunos. Lembro que recentemente, graças a emenda parlamentar conseguiu um novo ônibus, mas este não está conseguindo circular. Apenas os pais que tem recursos estão levando os filhos à instituição todos os dias. Além disso, pela primeira vez, nestes 25 anos de atuação da Apae de Lages, neste mês de fevereiro está atrasado o pagamento de seus funcionários.

Segundo Lucas, a instituição atende hoje 326 alunos. Até a pouco tempo recebia R$ 53 mil por mês e esta ajuda caiu para R$ 30 mil fazendo com que tivesse de reduzir os atendimentos em 60%.

Os serviços de fisioterapia e fonoaudiologia fornecidos aos alunos podem ser reduzidos ainda mais. A prefeitura deixou de repassar 5 mil para o transporte, mais 12 mil para ajudar no pagamento dos profissionais além de reduzir o repasse dos atendimentos a saúde.

O vereador quer saber os motivos que levaram a prefeitura a reduzir os repasses, o que está sendo feito para auxiliar a instituição e porque o pagamento está sendo feito com atraso.

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“Se o município não pode oferecer estes serviços na rede pública, tem de ajudar. Não é possível permitir que a Apae reduza os serviços por falta de ajuda,” disse o vereador Lucas.

Não é a primeira vez que a situação da Apae vem a público depois do marco regulatório mas, me parece, que apesar das dificuldades ainda vinha conseguindo driblar a crise que culminou agora com esta situação.

Ao expor esta situação e pedir informações da prefeitura, Lucas expõe também as dificuldades de diálogo dentro do partido, visto que o PP é governo e responde, inclusive, pela pasta da Saúde. Se ele não consegue dialogar com a administração e buscar diplomaticamente uma solução não creio que alguém consiga a menos que passe por cima do PP no governo.

Paulo Todeschini também faleceu depois de muito lutar contra o câncer

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Depois de lutar por anos contra o câncer, Paulo Todeschini também acabou falecendo na manhã deste sábado, no Hospital Nossa Senhora dos Prazeres onde estava internado.

Como espírita ele partiu na certeza de que está agora num lugar melhor.

Paulo era um dos promotores do MotoNeve e do programa Cia e Liberdade                .

Velório acontece na Capela  São  Benedito e seu corpo será cremado no final da tarde de hoje (23)

Beth Neves faleceu nesta manhã de sábado

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Maria Elisabeth Medeiros Neves falece prematuramente aos 51 anos de idade na manhã deste sábado, 23 de fevereiro de 2019.
Administradora dos Postos de Combustíveis Raid,  Beth, como era conhecida, foi presidente da CDL Lages, entre os anos de 2007 e 2010, e desde então participou ativamente da Diretoria, sendo escolhida pelo atual Presidente Marcos Tortelli (Gestão 2019/2020) para atuar como Vice Presidente de Aperfeiçoamento da entidade. 
Sempre muito dinâmica, também exerceu importantes cargos como presidente da Ageserra e Conselheira em diversos segmentos como: do Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) pela Federação das CDLs de Santa Catarina (FCDL-SC), Uniplac e Credicomin.
Casada com o empresário José Antonio Granzotto Neves, mãe de duas filhas, Nathalia e Marina Medeiros Neves (22 e 24 anos respectivamente), Beth sempre foi incansável na luta por importantes ideais de igualdade e cooperação. Uma lamentável perda!

Alimento pode ir fora mas não pode ser servido aos professores

Hoje estava procurando algumas reportagens sobre a prefeitura de Florianopolis , e me deparei com seu Blog .
 Gostei muito do que vi , e por isso resolvi entrar em contato para falar de um assunto , que a Sra como professora vai entender.
Minha esposa é professora na rede municipal , e trabalha em uma creche no bairro pantanal em Florianopolis. O que ela vem me falando me deixou com um sentimento misto de raiva e tristeza pela mesquinharia do fato. A Prefeitura proibiu que as professoras e auxiliares de sala comam a merenda que sobram das crianças  na citada creche  a comida é jogada no lixo todos os dias. Hoje foi Frango com polenta , foi tudo para o lixo . Ate mesmo as cozinheiras não podem comer e se á nutricionista ver alguém comendo mesmo que seja uma simples fruta que  também vai para o lixo e para fazer um relatório quem provou ou pegou da comida ou fruta vai ser exonerado e no caso das merendeiras vao ser despedidas  . As professoras e auxiliares estão levando marmitas . Veja só a que ponto chegamos .Isso esta acontecendo segundo informações em todas creches de Florianopolis. 
Resolvi te contactar por achar que vc gostaria de saber deste fato.
Obrigado 

André Palhas Alves

Embora André tenha se equivocado com relação a cidade onde moro e trabalho, resolvi públicar o e-mail dele porque me parece que aqui também acontece a mesma coisa em se tratando das escolas estaduais.