Novo aparelho de radioterapia está sendo licitado

O Hospital Tereza Ramos informou que o equipamento de radioterapia já está chegando ao fim de sua vida útil; por isso, apresenta problemas quase semanalmente. Depende sempre da substituição de peças. A questão deverá ser resolvida com a aquisição de um novo equipamento.

Informaram que a Secretaria Estadual da Saúde já está realizando o processo de licitação para a compra de um novo aparelho. No entanto, sabemos que isso leva tempo, pois depende inclusive da construção de uma nova sala blindada para recebê-lo.

5 comentários em “Novo aparelho de radioterapia está sendo licitado”

  1. Cadê os vereadores da cidade estão em Floripa? Dando expediente no mar? Tudo errado, Lages igual cola de cavalo. Lages não merece mais 4 anos de amadorismo, a autoestima do lageano está na UTI. (Me poupem)

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  2. Para fortalecer a confiança da população, é essencial que ao sejam também acessíveis ao cidadão os links diretos para os editais, processos administrativos e decisões técnicas que embasam cada etapa das contratações, descobrindo-se quais pessoas estão envolvidas. A transparência ativa é um gesto de confiança institucional, de combate à corrupção, e que contribuiria para valorizar ainda mais o compromisso do Governo Jorginho Mello com a expansão e qualificação do SUS. No caso do Hospital e Maternidade Tereza Ramos, em Lages, a única licitação efetivamente publicada e localizável até o momento é a Concorrência Eletrônica n. 0067/2025, promovida pela Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE), mas cujo objeto é restrito à construção da nova sala blindada para radioterapia, com valor estimado de R$ 3.315.506,63. O aviso de licitação constou no Diário Oficial em abril de 2025, mas já em julho de 2025, nenhuma das empresas participantes tinha sido habilitada, encerrando o certame como fracassado. O edital está disponível em https://portal.doe.sea.sc.gov.br/repositorio/2025/20250424/Jornal/22498.pdf
    e o resultado da sessão pode ser consultado em https://portal.doe.sea.sc.gov.br/repositorio/2025/20250702/Jornal/22545.pdf
    . Somente em 2 de outubro de 2024, a Secretaria da Saúde anunciou a autorização para o início das licitações voltadas à construção da nova sala e também para a aquisição de um novo equipamento de radioterapia, informando estimativa de investimento total de R$ 14 milhões para o conjunto da obra. Essa informação consta no portal institucional da SES-SC em https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/component/content/article/governador-autoriza-licitacao-para-ampliacao-da-radioterapia-do-hospital-tereza-ramos-em-lages
    . Todavia, não se localiza até o momento o edital da compra do novo equipamento em nenhum dos canais públicos de acesso, como o Portal de Compras do Estado (www.portaldecompras.sc.gov.br) ou o Portal Nacional de Contratações Públicas (www.gov.br/pncp). Pesquisando com IA, podemos presumir que o aparelho buscado seja um acelerador linear médico (LINAC), cujos fabricantes lamentavelmente somente importados mais recorrentes no mercado global estão a Varian Medical Systems, cujos equipamentos estão detalhados em http://www.varian.com, a sueca Elekta, cujos modelos podem ser vistos em http://www.elekta.com, e a norte-americana Accuray, com catálogo disponível em http://www.accuray.com.
    Os expressivos valores desses equipamentos importados, considerando instalação, calibração, software médico e treinamento, variam entre R$ 9 milhões e R$ 11 milhões, segundo a IA, o que exige muito mais cuidado. Considerando o mérito do projeto e a importância regional do Hospital Tereza Ramos, seria uma contribuição valiosa que os deputados estaduais que apoiam o Governo Jorginho Mello, especialmente os eleitos por Lages e região, passassem a priorizar a divulgação dos atos administrativos vinculados a essas licitações, tais projetos, estudos, inclusive promovendo o acesso aos documentos técnicos e pareceres que explicam a opção por determinada marca, modelo, assistência técnica e critérios de seleção, onde os próprios profissionais da saúde da região seriam os primeiros a contribuir. A divulgação de pareceres jurídicos, portarias de nomeação da comissão, propostas desclassificadas e justificativas técnicas fortaleceria ainda mais o prestígio de Jorginho Mello e da política estadual de saúde, permitindo que a população e as entidades locais pudessem acompanhar os trâmites burocráticos com plena confiança de que o dinheiro do povo será bem aplicado.

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  3. O ex juiz Cordioli puxando o saco do Jorginho. Esse ex juiz mostrando ainda mais sua faceta obscura. Estar do lado de um governador negacionista, lambedor de botas da familia bolsonoro, contra a leis de inclusão e da diminuicão da pobreza é bem estranho. E não é só ele. É um boiada grande.

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  4. Olivete, bom dia, poderia publicar o meu texto por gentileza?

    *Vamos resolver o problema de um degrau de escada? Não, vamos colocar um tapume*

    Hoje cedo, ao ir para o trabalho pela escadaria que interliga o bairro Morro do Posto ao Centro, deparei-me, na metade do percurso, com um tapume de madeira e uma placa da Defesa Civil informando: “Interditado”.

    Sem alternativa, precisei retornar e seguir pela Rua Aninha de Carvalho, que sequer possui calçadas. Os moradores são obrigados a caminhar pela própria via, dividindo espaço com veículos que trafegam em velocidade elevada, aumentando o risco de acidentes.

    Prefeita Carmem, gostaria de fazer uma reflexão baseada no princípio da economicidade, que deve nortear a administração pública. O que custa menos aos cofres públicos: instalar tapumes nos dois acessos da escadaria ou consertar o único degrau que foi danificado?

    Se a justificativa é que existe risco de um novo desmoronamento, por que não executar um muro de contenção ou uma intervenção definitiva no trecho afetado? A escadaria permaneceu em uso por muitos anos e apenas uma pequena parte cedeu.

    O que mais causa indignação é que esse problema já se arrasta há meses. A justificativa apresentada é que será elaborado um projeto para construir uma estrutura mais segura. Enquanto isso, a população continua sem acesso e obrigada a utilizar um caminho muito mais perigoso.

    Infelizmente, fica a sensação de que a solução adotada pelo poder público é sempre a mais simples: interditar o local e deixar a população esperando, em vez de resolver o problema com agilidade e responsabilidade.

    Eduardo

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