Acil instalou sistema de energia solar fotovoltaica

A Acil investiu na instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica. Uma alternativa para a redução de custos, pois possibilita a economia de até 90% na conta de energia, além de contribuir com a sustentabilidade do meio ambiente.

Ao entregar a obra, no dia 04 de novembro, o engenheiro Everaldo Wiggers, da Wiatec, explicou que o sistema implantado funciona como geração distribuída, ou seja, é gera a energia no local de consumo.

Os módulos fotovoltaicos captam a irradiação solar para gerar a eletricidade, e esta eletricidade é usada para alimentar equipamentos elétricos da associação. O excedente gerado será lançado na rede e transformado em créditos pela concessionária para ser usado em outros períodos.

Em entrevista ao CL, vereador Osni explica porque votou no aumento dos vencimentos dos vereadores

Trecho da entrevista concedida pelo vereador Osni Freitas (PDT) à jornalista Cláudia Pavão, do Correio Lageano:

Vamos falar um pouco do projeto que foi bastante polêmico e a população questionou. Com relação ao reajuste do salário dos vereadores. O senhor votou contra ou a favor, e por quê?

A favor, mas não só pelo vereador. Eu entrei com o projeto e discutimos em 16 vereadores. Eu disse para todos eles que eu não votaria se não houvesse o reajuste dos que ganham apenas um salário mínimo, para todos os servidores, porque era demais nós ganhando bem; todos os secretários, que ganham mais que os vereadores, recebendo  aumento e aqueles que ganham só o salário mínimo não ganharem nada de aumento. Discutimos e ficou tudo no mesmo pacote. Eu não tinha como votar contra, porque disse que votaria. Achei muito pouco o aumento aos servidores, aqueles que ganham apenas um salário mínimo. 

Mas e o percentual? No proporcional acaba sendo pouco para quem ganha menos? 

Nós, no caso, foi de 3% e eles de 4,5%. Todas as outras vezes votei contra o [aumento] do meu salário. Não tenho a política como profissão. Hoje, estava trabalhando com o caminhão. Entrei na Câmara para defender o povo. 

Qual o seu projeto de futuro, na política? Vai concorrer a reeleição?

A minha família, meus filhos e minha mulher não querem que concorra.  Mas até tenho vontade, porque antes não conseguia ajudar, e hoje, consigo ajudar muitas pessoas. Não tenho interesse em ficar rico, ou de me vender. 

Vereador Osni está questionando a respeito de ligação de água em “área verde”

Foto: Milton Wolff

Vereador Osni Freitas – Bugre (PDT), com a assinatura de mais 13 edis, está questionando o executivo:

Ligação de água em “área verde” e loteamentos irregulares em Lages. Questiona-se:

1 – Sabemos da grande quantidade de pessoas que possuem imóveis nestes locais, uma vez desligada a água na residência, não mais é possível fazer a religação. Existe alguma medida que pode ser tomada por estas pessoas para retorno do fornecimento?

2 – Considerando que grande parcela destas famílias mora no mesmo local há décadas, e diante de algum imprevisto financeiro acabam deixando de pagar a tarifa de água e como consequência ocorre o corte com a impossibilidade de religação, que medidas o município vem tomando neste sentido? Uma vez que sem água a permanência no local torna-se impossível gerando um problema social de habitação.

3 – Estas famílias que estão sem água, devido à impossibilidade de religação, terão alguma prioridade nos programas municipais de habitação?

4 – Desta feita, qual é o posicionamento da Semasa e Município de Lages sobre este assunto, quais medidas podem ser tomadas para aqueles que tiveram sua água cortada e que comprovadamente já residem no mesmo local há muitos anos?

5 – Há alguma política de conscientização para estas pessoas que moram nestas áreas acerca das consequências pós corte?

6 – A Semasa possui a informação de quantas residências no município estão nesta condição?

Menor cai de prédio em construção e morre

Henrique Furtado das Neves, de 13 anos, foi encontrado morto no fim da tarde desta quarta-feira (6), por operários de uma obra na Rua Leopoldo Steffen, esquina com a Campos Sales, Bairro Coral em Lages. Ele estava desaparecido desde terça (5).

A suspeita é de que o jovem tenha entrado pelo telhado ao lado da construção, um prédio de três de andares, e se desequilibrado. Ele caiu de uma altura de 13 metros, entre um tapume e a Rua Leopoldo Steffen.

Resposta do secretário a respeito da área da Sinotruk

Comentário do secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Mário Hoeller de Souza a respeito do que foi publicado aqui sobre a destinação do espaço da Sinotruk às empresas que aguardam doação de terreno:

Não precisa ser muito bom em matemática ou logística para saber a resposta:
1) logística: as empresa que estão na fila de espera são de pequeno ou médico porte, qual seria o custo de transporte de funcionário e demais deslocamentos?
2) infraestrutura: quanto teríamos de investimento para viabilizar?
Água, energia, arruamento, enfim, uma conta que o município não teria como assumir neste momento.
Por lógica,bom senso e principalmente por ser justo, não é melhor buscar o que dita a lei ?
Portanto Olivete, você não precisa calar a pergunta, mas espero que também não cale a resposta

OBS: De fato, algumas empresas que receberam os terrenos e não o utilizaram também alegam que isso não aconteceu porque a prefeitura deixou de cumprir a sua parte. Isto é; dar infraestrutura para que pudessem se instalar lá nos terrenos dos distritos São paulo e São Francisco.

Deputados contestam proposta de extinção de municípios

Parlamentares de diversas bancadas criticaram duramente a inciativa do governo federal de enviar ao Senado proposta de extinção dos pequenos municípios na sessão de quarta-feira (6) da Assembleia Legislativa.

“Nos preocupa muito a proposta de extinção pura e simples de municípios com menos de cinco mil habitantes e que não tenham uma receita própria de 10% daquilo que recebem de retorno dos impostos”, declarou Valdir Cobalchini (MDB), acrescentando que se o critério fosse o movimento econômico dos municípios, os resultados seriam diferentes.

Marlene Fengler (PSD), Ada de Luca (MDB), Jerry Comper (MDB), Luciane Carminatti (PT), Altair Silva (PP) e Paulinha (PDT) concordaram com o representante de Caçador.

“Dentro dos 39 municípios, 23 são do Oeste, a fatia mais expressiva é da nossa região, comungo com a opinião de que precisamos diminuir a máquina, mas não desta forma, a fórmula de calcular tem de ser diferente, não vai passar”, avaliou Marlene.

“(O governo federal) assustou todos os brasileiros, essa ideia iluminada vai retroagir para maleficiar”, previu Ada.

“Acredito nesta grande união que temos na Casa e no olhar diferencial para os pequenos municípios”, afirmou Jerry Comper (MDB), que é autor de projeto que aumenta os repasses do ICMS para os pequenos municípios.

“O ministro da economia está governando do gabinete, não vai para os municípios, não sente o sacrifício do povo, a coisa mais fácil que tem é fechar município, não é esta condição que a gente espera de um ministro de estado do nosso país. Vai perguntar se eles aceitam voltar para o município mãe, estavam abandonados pelo município maior”, justificou Carminatti.

“Venho de uma região em que dos 88 municípios, 66 tem menos de cinco mil habitantes e a maioria não tem a renda própria de 10%”, relatou Altair.

Empresários se reúnem para discutir um projeto para o Mercado Público

Fechado desde 2009 o Mercado Público de Lages está passando por uma requalificação completa, para retornar as suas atividades.  A previsão é de que hajam cerca de 40 espaços para venda de produtos típicos regionais e hortifrutigranjeiros, pontos comerciais e um palco para apresentações artísticas no local.
A exemplo de outras cidades, o Mercado Público de Lages não será administrado apenas por uma instituição, pública ou privada, e sim em uma parceria entre várias entidades.
Segundo o Prefeito Antonio Ceron “somente com a união do público/privado poderemos alcançar melhores resultados na elaboração do projeto de abertura”.
Desta forma, a CDL, ACIL , Orion Parque Tecnológico, Amures,  CISAMA, Prefeitura, Sebrae e alguns empresários lageanos, se uniram para abraçar a causa.

Até o fim do ano o grupo deve apresentar uma proposta. Algumas empresas já estão sendo cotadas para auxiliar no projeto de planejamento, gestão e viabilidade econômica.
Já houveram dois encontros e o próximo deve acontecer na próxima semana, na sede da CDL Lages.

Mulheres precisam ampliar a participação na política

Correio Lageano exibe matéria da jornalista Núbia Garcia, destacando a participação das mulheres na política, tanto que hoje temos pelo menos quatro mulheres no comando de seus partidos. A primeira delas é a deputada Carmen Zanotto que presidente o Cidadania estadual. Agora Fátima Ogliari assumiu o MDB local e Maria Aparecida da Fonseca o PT lageano. Há ainda Stela Salvador, presidente do Podemos.  No passado, Marli Nacif também presidiu o PP

“Em Santa Catarina nossos três senadores são homens. Não temos nenhuma representação feminina no Senado Federal e sequer tivemos mulheres pra disputar [a eleição de 2018], a não ser como primeira e segunda suplentes em algumas chapas, mas não efetivamente como cabeça de chapa, e isso precisa mudar”, disse Carmen Zanotto

“Nós mulheres atuamos continuamente na vida política partidária e estivemos muito presentes com um trabalho intenso e muito forte, mas na maioria das vezes, como coadjuvantes. Sempre tivemos na presença masculina o protagonismo de toda a cena político-partidária. Hoje, aos poucos, as mulheres da Serra, juntamente com a presença masculina, estão mudando esse cenário, pois precisamos caminhar lado a lado com os homens fazendo um trabalho paritário”, disse Fátima Ogliari

“Este é um momento em que nós mulheres estamos em enfrentamento com os homens, não queremos mais apenas ser usadas na política, queremos fazer junto. Jamais traremos mulher para o partido para serem usadas, queremos que sejam empoderadas e que vão em busca dos seus direitos e dos direitos da coletividade.”, Maria Aparecida da Fonseca

“Tem que ser feito um trabalho diário, contínuo, pra trazer as mulheres para dentro dos partidos. Precisamos conversar e mostrar a possibilidade delas serem candidatas e fazer com que elas tenham, realmente, vontade de ser. Não adianta filiar e candidatar em cima da hora só pra preencher cotas. Acho que falta, por parte dos partidos, um trabalho mais intenso fora do período eleitoral.”, Marli Nacif