Comissão do Senado Federal que rejeitou o decreto para flexibilizar o porte de armas revelou posição contrária de dois parlamentares catarinenses. Enquanto o senador Jorginho Mello (PL) votou a favor de medidas mais flexíveis para a população ter acesso a armas, o senador Esperidião Amin (PP) votou para sustar os efeitos do decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
O voto de Amin colaborou para derrubar o decreto de flexibilização das armas, derrotado por 15 votos a 9. Com a derrota, a Comissão de Constituição e Justiça aprovou um voto em separado que é contra a medida do Governo Bolsonaro.
O texto será votado no plenário do Senado Federal na terça-feira (18) e depois será analisado pela Câmara dos Deputados.
Nexo inssofismável , o desarmarmento, o fascismo, armar o povo para que alimentem o sentido de se matarem, pobres sem dinheiro para comprarem comida festejando o comprar armas, só no Brasil que temos um povo desvirtuado e ignorante
Certo ele.. Os que votam a favor, são os que querem um pais em guerra…
Qualquer cidadão tem o direito de escolher se não quiser armas parabéns e quem quiser é livre porque tivemos um plebiscito onde a população de modo geral votou para termos o direito de ter uma arma para defender sua família suas lavouras sua propriedade ninguém é obrigado é livre porque jogar fora um direito de liberdade