Comissão aprova projeto que proíbe a tração animal em SC

Foi aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça da Alesc, o Projeto de Lei do deputado Marcius Machado (PL), que proíbe a tração animal em Santa Catarina. O relatório com parecer pela admissibilidade é de autoria do deputado Tiago Zilli (MDB).

O PL de autoria de Marcius, que é coordenador da Frente Parlamentar da Proteção Animal, veda a circulação, utilização de veículos de tração animal, a condução de animais com carga e o trânsito montado, bem como a utilização dos animais para competição, em que sejam obrigados a arrastar uma carreta conhecida por ‘zorra’, sem rodas e com pesos que colocam em risco a saúde e integridade física dos animais.

 “A tração animal em SC é um assunto que precisa de trabalho, ação e foco. O projeto não proibirá a tração para o homem do interior. Mas o que acontece, é a complexidade do trânsito e como os animais são usados de forma exaustiva. Além disso, manter um cavalo hoje é muito caro, cerca de R$ 1 mil por mês”, ressalta Marcius.

Sugestão de substituição seria

veículos elétricos

O deputado já destinou, através de emendas impositivas, recursos para a compra de carrinhos elétricos para a Prefeitura de Lages. O valor já foi pago, mas a licitação ainda não foi aberta pelo município. A substituição por veículos elétricos seria a solução para a questão da proteção animal.

O texto do PL exclui da proibição, as cavalgadas tradicionalistas, cavalaria montada por agentes da Segurança Pública, circulação em Centros de Tradição Gaúchas, passeios em charretes e similares, atividades agropecuárias em perímetro rural.

 

5 comentários em “Comissão aprova projeto que proíbe a tração animal em SC”

  1. Os cavaleiros que as vezes andam aqui pelo centro deveriam ter sacolinhas pra juntar as fezes, assim como os donos de petz também tem, semana passada deixaram suas “marcas” aqui no calçadão.

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  2. Qual vai ser a solução, nobre deputado?
    Aprovar, é fácil..
    Como fica, os que dependem da tração animal?
    O nobre deputado, como mama no governo, não está nem aí. .
    Mostre a solução e os recursos .
    Que não seja igual o piso da enfermagem, eleitoreiro..
    Aprovaram, porém, a fonte não tinha..

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