“Pilili”: um custo de R$ 6 milhões anuais

O contrato de cerca de R$ 6 milhões anuais usado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para ações de comunicação institucional, e que passou a ser associado à mascote “Pilili”, lançada para as eleições de 2026, equivale ao custo estimado de três postos de saúde de pequeno porte, uma escola pública ou até 10 quilômetros de pavimentação urbana simples.

As comparações entre os valores gastos com a mascote do TSE foram feitas com base em valores de obras públicas federais, e surgem a partir de críticas ao contrato firmado pela justiça eleitoral para divulgar as eleições e buscar uma aproximação principalmente com os jovens, em campanhas educativas e ações do TSE.

Segundo parâmetros utilizados pelo Ministério da Saúde, por exemplo, uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de pequeno porte pode custar cerca de R$ 1,8 milhão. Já projetos vinculados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) apontam valores próximos de R$ 5 milhões para escolas públicas com 12 salas de aula.

2 comentários em ““Pilili”: um custo de R$ 6 milhões anuais”

  1. Olivete..
    Tudo o que é feito no Brasil tem um custo.
    Se compararmos esse, aquele, o outro ou qualquer outro valor, poderia ser feito um hospital, uma UBS, uma Upa…
    A moda agora é: se gasta 5 milhões para usar a urna, mas poderia ser feito UBS,.. E o que falar dos gastos de mais de 1 bilhão em publicidade do governo de SC? Esse valor poderia: construir novas escolas (e não só tapear em ano eleitoral), duplicar rodovias estaduais (melhorar pelo menos) e assim por diante.
    Para se fazer ações no poder público há de ser pago, de graça não se faz nada.
    Aí se reclama de tudo…
    Se o problema é o “Pilili”, então que se voltar para a urna e a cédula de papel… Ops, mas aí tem o gasto com papel, com a tinta da impressora, dar urna em formato de malote… Então que se faça pela internet… Ops, mas aí congestiona a internet do mundo… Por fumaça… Ops, polui o meio ambiente.
    Então como poderíamos fazer?
    Vamos falar sobre coisas reais? A aplicação das emendas recebidas pelos políticos brasileiros… De quem está ficha suja…

    Responder

Deixe um comentário