14 comentários em “Vale a pena replicar este post de Moacir Pereira”

  1. História interessante. Mas bolsominons criticam a Justiça sem nenhum embasamento, criticam o processo eleitoral mesmo o Micto sendo tendo participado dele por mais de 28 anos, dos quais 22 foram no PP ao lado de Maluf.
    Agora, quem silencia os que tentam lutar contra as injustiças dessa sociedade é a direita, basta ver o que fizeram com a Mariele. Pra ficar só nesse exemplo.
    Ah lembrei de outro bem perto da gente. Antônio Ceron, o prefeito corrupto, ligado ao maior escândalo de corrupção do Estado de Santa Catarina (lembrando que nenhum acusado e condenado é de esquerda) fez perseguição na prefeitura às pessoas que votaram contra seu grupo político.
    O slogan de bandido bom é bandido morto, para salvar a honra da sociedade só serve para preto e pobre.

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  2. Realmente o que esse Moacir e aquele prisco paraiso publicam, não se pode levar a sério, pois são crônicas vazias, parciais e direcionadas.

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    • A quebra do sigilo bancário de Bolsonaro é um crime gravíssimo, penal e civil, enquanto à Constituição brasileira ser a lei maior.
      É uma pratica vergonhosa, a turma do PT que recebeu no passado ajuda semelhante, não ocorreu isso.
      Nós ajudamos com intuito de repor às suas finanças em face de multas e sua saúde frágil que se sujeitou pelo Brasil e ele não precisa nos prestar contas.

      É UM LEGÍTIMO PATRIOTA.

      Não é crime fazer vaquinha.
      Essa prática de quebrar sigilo sem fundamento e sem ordem judicial, é comum na Venezuela e Cuba, não somos mais um País democrático, aliás viramos uma república de bananas.

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  3. Tive a infelicidade de ler o Texto de Moacir Pereira, e afirmo infelicidade com veemência. Texto misógino, ofensivo a todas as vítimas de violência sexual, com um viés machista, onde a “mulher honrada” foi aquela que conseguiu decapitar o soldado estuprador, e com desprezo por aquelas que foram vítimas de um dos mais bárbaros crimes que um ser humano pode sofrer. A cereja do bolo deste texto cretino , é quando as vítimas executam a vítima que resistiu. Para quem não sabe, na Segunda Guerra Mundial, milhares de mulheres na Ásia foram vítimas de Escravidão Sexual por parte do Exército Imperial Japonês , inclusive com um nome , na verdade um eufemismo “Mulheres Conforto”. Milhares de chinesas, coreanas, filipinas , vietnamitas e europeias (estas últimas somente para oficiais) foram escravizadas com intuito, acreditem se puderem , de diminuir o número de Estupros por parte dos soldados japoneses, fato que foi imensamente divulgado quando da Segunda Guerra Sino-Japonesa (iniciada em 1937 e terminada apenas em setembro de 1945 , com a rendição incondicional do Japão), onde no sinistro Massacre de Nanking, também conhecido como ” O Estupro de Naking” , milhares de mulheres chinesas forma vítimas desta barbárie.Moacir Pereira me faz lembrar um devoto da Filosofia Confucionista , filosofia esta que trouxe muita culpa para aquelas mulheres vítimas da Escravidão sexual, uma vez que na sociedade Confucionista, o sexo antes do casamento era visto como uma falta grave, e muitas vítimas além da violência que a agressão sexual já implica, carregaram a culpa por não tirarem a própria vida por terem sido desonradas.
    Vou citar aqui as palavras de Suki Falconberg, jovem holandesa prisioneira dos Japoneses na Segunda Guerra : ” a penetração em série por parte de vários homens não é uma forma amena de tortura. A minha própria secreção vaginal nos ferimentos de minha vagina parecem com fogo aplicado em um corte.Meus genitais ardem e queimam. Os prejuízos para meus órgãos internos são tremendos. Ser usa da como um banheiro público por todos esses homens fazem com que eu me sinta profundamente envergonhada, e ter um sentimento que vai ao fundo de meu estômago- é como um duro, pesado e doentio sentimento que jamais vai embora.Eles não apenas me viam completamente desamparada e nua, eles podiam ouvir o meu choro, meus pedidos de clemência. Eles me reduziram a uma coisa baixa e nojenta que poderia sofrer em frente a eles.Mesmo muitos anos depois precisei de mutia coragem pra poder descrever essas palavras nesta página, de tão profunda que é a minha vergonha.
    Tenho orgulho de ser neto do Coronel Flodoardo Martins da Silva, comandante do Corpo Provisório da Fronteira Oeste , que na revolução de 1923 lutou contra os Maragatos de Honório Lemos, mas que sua história favorita era a narrativa da execução de um subordinado seu, pelo crime de estupro de uma civil. Meu avô,. que não conheci pessoalmente, contava a seus filhos que ficou 05 noites sem conseguir dormir, pois a ordem de executar o seu subordinado e também o protesto de vários de seus comandados pesavam em sua consciência. Porém no sexto dia da execução, um casal de idosos veio até ele, choravam muito, eram os pais do soldado executado. Em sue choro agradeceram a meu avô, pois ele tinha tirado a vergonha de sua família, pois o crime de seu filho foi o pior que um homem poderia cometer. Naquela noite , o Coronel Flodorado voltou a dormir.
    Essa história foi passada de geração em geração em minha família, para que todos soubessem que uma mulher sempre deve ser respeitada. Nada mais tenho a dizer, porém só lamento a narrativa sua , Jornalista Moacir Pereira.

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    • Verdadeiro, esse Sr que se diz jornalista, deveria ter seus direitos……..pois induzir os seres humanos a sua débil reflexão cerebral ( se é que tem), é vergonhoso até para que a publica

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