




Implanta-se um novo sistema de ensino mas esquecem que é preciso adaptar a estrutura para esta nova realidade.
Por falar nisso, nenhuma unidade escolar de Lages e região foi incluída neste novo modelo. Por que será? Até perguntei ao gerente da Educação, Humberto Oliveira, mas não obtive resposta ainda.
Diante da polêmica levantada pela RBS quando ao fechamento da central de regulação do Samu em Lages, o governador Raimundo Colombo garantiu no fim da tarde de ontem, a permanência da Central em Lages.
O Governo do Estado deve reduzir a quantidade de Centrais em Santa Catarina a fim de promover a redução de gastos. A transferência de Lages para Chapecó chegou a ser estudada, mas a hipótese foi totalmente descartada pelo governador durante conversa por telefone com o secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR), João Alberto Duarte.
O que chama atenção na matéria divulgada pelo DC de hoje é o levantamento dos atendimentos realizados. Segundo este levantamento a central de Lages está em sexto lugar em número de chamadas.

Com apenas 8% de todas as chamadas realizadas em 2016, concluimos que sendo assim o atendimento tem de ser 100%. Foi em função deste levantamento que acabou colocando a central no rol das que poderia ser eliminada.
Mas, mesmo que atenda apenas uma pessoa no mês, ainda assim, não podemos deixar que seja fechada. Mas se o governador já garantiu. Está garantida!
Fiquei surpreendida com o que afirmou um ouvinte do programa Bote a boca no Trombone, da Rádio Menina, em que afirmava ao comunicador Jones Paulo das dificuldades com o transporte coletivo em Lages.
Disse ele que seu filho levou mais de uma hora entre o percurso do Bairro São Miguel até a sede da Acil. Tomou o ônibus às 17 horas, passando pelas avenida Pres. Vargas, e quando chegou ao local já era passado das 18 horas, perdendo o compromisso que era às 18h em ponto.
Primeiro: tem de ser averiguado o assunto. Segundo: se discutir a questão da mobilidade.
Pois, assim, estaremos perdendo a qualidade de vida que a cidade oferece aos seus habitantes.
Bom dia meu nome é Anita e li sua matéria hoje eu tô procurando emprego e fui no banco de emprego não é só qualificação e junto com tudo isso o preconceito com as pessoas nesta cidade o que mais tem é empresa preconceituosa eu sofri isso é me incomoda muito tudo isso. Sou qualificada! Tenho curso, sou soldadora tenho curso Sesi Senai experiência e o fato de ser mulher acham que não sou capaz de ser uma boa profissional.
almeida75aa@hotmail.com
Ontem a noite aconteceu comemoração em Brasília, no encerramento do mandado do Presidente do Fórum Parlamentar Catarinense o Senador Dalírio Beber.
Dalírio foi eleito como primeiro suplente do ex-senador Luiz Henrique da Silveira e assumiu a cadeira após sua morte.

Na foto com três lageanos Hampel da Defesa Civil Nacional, Eder administrador do Hospital Infantil, a deputada federal Carmem Zanotto e o senador Dalírio.
Ao se lançar ontem o decreto estabelecendo as regras para o chamamento público para a realização dos convênios com as entidades da sociedade civil não foi a solução definitiva do problema criado com o Marco Regulatório.
Isso porque, das inúmeras entidades que recebiam os recursos da prefeitura, muito poucas delas estão aptas a receber os recursos. Até o final do ano passado, apenas, a Apae estava com a documentação e estatutos adequados para entrar na chamada pública. Não é sem razão que o prefeito Ceron também criou a comissão de orientação e outra de monitoramento e avaliação.
Porque é bom que se diga, estas entidades desempenham um importante papel, cobrindo áreas sociais em que o poder público não consegue alcançar, mas que é de seu dever constitucional atender. Tudo graças ao serviço voluntariado, pois a maioria destas entidades são tocadas por pessoas que se doam – sem remuneração – a esta tarefa. As vezes até complementando com recursos pessoais. Estes serviços prestados através destes convênios, saem por um quarto do valor que a prefeitura gastaria se tivesse de, ela mesma, oferecer.
Temos de reconhecer que o ideal teria sido mesmo a prorrogação dos convênios até que se fizesse a tal chamada pública, sem que fossem interrompidos os serviços das entidades. Em alguns casos o estrago já foi feito.
Portanto, é incompreensível que se transferisse a audiência pública prevista para hoje, pois seria o momento de se discutir tal questão. Não para a caça às bruxas, mas esclarecer o assunto e conhecer a dimensão deste trabalho feito por estas entidades, além de orientar os envolvidos.

A história deste rapaz de 24 anos estudante da faculdade de odontologia da Uniplac, Douglas Francioli, é bastante estranha.
Desaparecido desde o dia 9, foi localizado ontem, em um hospital de Joinville. Sua mãe, Marta, foi buscá-lo. Só em sua volta se terá detalhes desta história. Ele saiu de casa sem levar nada, sequer o celular ou documentos.
Segundo se sabe, ele foi localizado pela polícia de Joinville, andando sem rumo e levado ao hospital.
O deputado estadual Fernando Coruja esteve na Acil, onde falou sobre questões da saúde e fez duras críticas ao governo Colombo.

Dentre as propostas que defende, falou sobre a criação da fila pública, que nada mais é do que tornar pública as listas de espera dos pacientes que aguardam por consultas com especialistas, exames e cirurgias na rede pública de saúde do estado. O Deputado é Relator do projeto de lei de autoria do deputado Antonio Aguiar (PMDB), que dispõe sobre esse assunto.
Segundo Coruja, com esta lei, o SUS ficará obrigado a obedecer a ordem de inscrição e a divulgar as listas por meio eletrônico e impresso e com acesso irrestrito. A medida visa evitar que pessoas furem a fila e prejudiquem outras que também estão a espera de cirurgias e exames.
Em relação ao governo estadual, o Deputado Fernando Coruja fez duras críticas sobre a atuação do governo Colombo especialmente na Região Serrana
“Acho que o Governo de SC deve muito para Região Serrana” (…) “aqui na região não teve nenhuma grande modificação. Falta uma ação que pudesse mudar o destino econômico da nossa região”, enfatizou ele, sugerindo que os empresários deveriam cobrar mais do governo.