Obras do Pet Place estão andando

As obras do novo Pet Place público de Lages já estão em andamento, o projeto é viabilizado por meio de recursos destinados pelo deputado estadual Marcius Machado (PL). O parlamentar agradeceu o apoio da prefeita Carmen Zanotto para a viabilização da obra.
Com investimento de R$ 122.922,66, a iniciativa tem como objetivo principal a construção de um espaço de convivência qualificado, promovendo bem-estar animal, lazer e integração social. A obra também conta com uma contrapartida da prefeitura de Lages de R$ 154.277,63.
O projeto prevê áreas temáticas em areia, com formatos lúdicos de ossos e pegadas, além da implantação de um circuito completo de agility, com rampas, túneis, aros e obstáculos, garantindo atividades físicas e recreativas para os cães.
Horas de espera na UBS do bairro Santa Catarina
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É profundamente revoltante a situação que estamos enfrentando na unidade de saúde do bairro Santa Catarina. Desde as 13h, dezenas de pessoas aguardam por atendimento sem qualquer previsão concreta, acumulando horas e mais horas de espera. O cenário é de total descaso: pacientes visivelmente cansados, alguns passando mal, outros já debilitados, todos submetidos a uma situação desumana e inaceitável.
Estamos falando de um serviço essencial, que deveria prezar pelo cuidado, pela dignidade e pelo respeito à população. No entanto, o que se vê é desorganização, falta de comunicação e ausência de qualquer tipo de acolhimento. Não há explicações claras, não há orientação, não há sequer uma satisfação mínima para quem está ali aguardando por algo tão básico quanto atendimento médico.
Essa realidade escancara um problema grave: a negligência com aqueles que mais precisam. Muitas dessas pessoas já chegam fragilizadas, enfrentando dores, desconfortos ou preocupações com sua saúde, e ainda precisam lidar com a angústia de uma espera indefinida, sem saber quando — ou se — serão atendidas.
É inadmissível que a população seja tratada dessa forma. Todos têm direito a um atendimento digno, humano e eficiente. O mínimo esperado é respeito, organização e transparência. Informar, acolher e prestar contas não é um favor, é uma obrigação.
Fica aqui não apenas a indignação, mas também um apelo urgente por providências. Essa situação precisa ser resolvida imediatamente. A comunidade não pode continuar sendo submetida a esse tipo de tratamento. Saúde é prioridade, é direito — e deve ser tratada como tal.
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Poltronas e aparelhos de ar-condicionado para as UBS de Lages

A saúde pública de Lages recebeu um importante reforço por meio de emenda parlamentar destinada pelo deputado estadual Marcius Machado (PL). O recurso, no valor de R$ 144.043,92, está sendo investido na aquisição de poltronas e aparelhos de ar-condicionado para as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município.
A entrega foi realizada nesta sexta-feira (20), com a secretaria de saúde Rose Possato, o vereador Castor (PL) também esteve presente. Ao todo, serão distribuídas 65 poltronas e 53 aparelhos de ar-condicionado, contemplando 26 unidades de saúde.
O objetivo é melhorar a estrutura das UBS e garantir mais conforto tanto para os pacientes quanto para os profissionais.
Além das unidades nos bairros, parte dos equipamentos também atende a Policlínica, onde são realizados atendimentos de pacientes do interior que se deslocam até o Centro. No local, três salas serão equipadas, ampliando a capacidade de atendimento e oferecendo melhores condições de acolhimento.
Lucas critica o governo federal

O deputado estadual Lucas Neves (Republicanos) subiu o tom contra o Governo Federal ao cobrar políticas públicas para diabéticos, especialmente o fornecimento de sensores de glicose pelo SUS. A cobrança foi feita durante audiência pública na Câmara de Brusque. Autor da lei que acabou com a exigência de laudo anual para diabéticos tipo 1, ele também articula na Alesc o reconhecimento desses pacientes como pessoas com deficiência. Na prática, já tirou do papel um projeto piloto, com recursos do próprio mandato, para distribuir sensores a crianças e adolescentes carentes via Consórcio Intermunicipal de Saúde.
Grupo indígena construi casa subterrânea

A prefeita de São José do Cerrito, Tainara Raitz, visitou na tarde desta sexta-feira (20) o grupo indígena da Aldeia Bugio, da comunidade Laklãnõ Xokleng, responsável pela construção do primeiro protótipo de casa subterrânea em uma área do complexo turístico do Centro Integrado de Cultura. A prefeita se encantou com o projeto, que deve ser concluído até o fim de semana.
De volta de viagem a Brasília, onde esteve desde segunda-feira, Tainara chegou ao local no início da tarde e fez um agradecimento especial ao responsável pela obra, Geramiel Ndjuplo de Almeida. “O que estamos vendo aqui é a entrega de um produto turístico que vai muito além de uma obra física. É o resgate histórico, cultural e espiritual realizado com a maior autenticidade possível”, destacou.
O modelo habitacional, utilizado há cerca de 1.100 anos pelos povos indígenas Jê Meridionais, como os Kaingang e Xokleng, está sendo reproduzido em um bosque cercado por araucárias centenárias. A escolha do local seguiu um ritual indígena, no qual os líderes espirituais indicaram o ponto exato para a construção. A secretária de Esportes e Turismo, Lola Maringoni Guimarães, acompanhou de perto os trabalhos, garantindo o suporte necessário durante toda a execução do projeto.
Problemas com a coleta de lixo continuam
Estou passando por uma situação que já saiu completamente do controle no bairro Coral, principalmente na região próxima ao Bistek.
A coleta de lixo simplesmente não funciona como deveria. Os dias não são respeitados, não existe horário aproximado e, quando o caminhão passa, muitas vezes leva só parte do lixo e deixa o restante para trás.
O resultado é óbvio: lixo acumulado na frente das casas, sacolas rasgadas e sujeira espalhada pela rua.
Além disso, tem a situação recorrente com moradores de rua que rasgam os sacos de lixo. Toda semana, pelo menos duas vezes, eu preciso recolher tudo novamente da minha própria calçada porque durante a madrugada alguém abriu os sacos e espalhou tudo.
Hoje mesmo precisei reorganizar tudo pela manhã, porque já tinham mexido durante a noite. E poucas horas depois, aconteceu de novo. Cheguei ao ponto de bater boca com um casal que frequentemente fica pela região do Bistek, porque estavam rasgando os sacos novamente.
E ainda tive que ouvir deles que eu “não mando na calçada” e que, se o lixo está ali, “não é mais problema meu”.
Não dá mais.
Não é um caso isolado, é uma situação recorrente de descaso que está afetando diretamente quem mora aqui. A gente paga imposto, tenta manter o mínimo de organização, e mesmo assim precisa lidar com lixo espalhado na frente de casa praticamente todos os dias.
O mínimo que se espera é uma coleta de lixo que funcione de forma regular, completa e eficiente. Hoje, não é isso que está acontecendo.
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Att,
Daniel Barcelos Galvani Sommavilla
Ismael deve ir para o PL e Topázio para o Podemos
O deputado federal Ismael dos Santos está de saída do PSD e o destino parece ser o PL. A expectativa é que, no começo da próxima semana, o anúncio seja efetivado.
Apesar dos diferentes convites que têm chegado ao prefeito de Florianópolis, Topazio Neto, o governador Jorginho Mello (PL) defende que ele vá mesmo para o Podemos.
Prefeitura está fazendo levantamento dos prédios e casas abandonados. E são muitos

A Prefeitura deu início a um levantamento detalhado de edificações abandonadas em diversos bairros. O objetivo é criar uma base de dados para fundamentar uma nova legislação que permita ações mais rígidas contra proprietários negligentes.
O estado de abandono de casas e prédios ultrapassa a questão estética, tornando-se um problema de segurança. Segundo o secretário-executivo da Defesa Civil, sargento Paulo da Silva Ribeiro, esses locais acumulam lixo, atraem animais peçonhentos e costumam ser cenário de incêndios e atividades ilícitas. “A intenção é mapear essas casas, chegar ao proprietário e estabelecer um prazo para tomar providências, seja para reformar ou demolir”, explica o sargento Ribeiro.
Atualmente, a prefeitura consegue notificar apenas para a limpeza de terrenos, mas busca ferramentas legais para intervir diretamente nas edificações. Após a conclusão do mapeamento, os dados serão enviados à Procuradoria-Geral do Município. A meta é criar uma lei que autorize:
- Multas pesadas para imóveis sem manutenção;
- Demolição por parte da prefeitura em casos de risco, com cobrança dos custos ao proprietário;
- Inscrição em dívida ativa de débitos não quitados.
Vale lembrar que para terrenos baldios já existe a Lei Complementar 011/94. Manter o lote limpo é obrigação, e o descumprimento gera multas que variam de 5 a 15 UFMLs (Unidade Fiscal do Município de Lages).