Aviso sobre a vistoria dos veículos de transporte escolar

 

 

Visando facilitar a vistoria  dos veículos de transporte escolar a Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos em parceria com o Setor  de Trânsito do 6 Batalhao de Policia Militar,  irá unificar os serviços  de vistoria nos veículos realizando uma Ação denominada "Dia D do Transporte Escolar", no dia 13, sábado, das 8 às 11h15, tendo como local  o quartel do 6º Batalhão  de Policia Militar.

Segundo o secretário Hampel, o objetivo e facilitar a vistoria, concentrando o atendimento.

Produtores de maçã foram pedir ajuda ao governador

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Produtores de maçã estiveram com o governador para expor dois problemas: o seguro dos pomares e a importação da maçã chinesa.

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã, Pierre Pérés, disse que os pomares estão 40% cobertos por seguro e que falta a parte do governo federal.

Quanto à importação, disse que se a maçã chinesa entrar no país, chegará ao mercado com o preço menor do que o custo da produção nacional.

Além disso, a importação poderá trazer de volta a praga cydia pomonella, erradicada do Brasil em 2014.

E falou sobre o impacto que isso pode causar:

 “São Joaquim vai se transformar numa cidade fantasma”

 

Deputado sugere que se pressione Brasília

Como membro da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, o deputado Gabriel Ribeiro lembrou a pressão exercida por parlamentares e produtores catarinenses e gaúchos, no ano passado, em Brasília, o que fez o governo dar um tempo nas negociações com a China, uma trégua de quase três meses.

 

Colombo se comprometeu a negociar com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu a questão da importação, mas deu pouca esperança com relação ao seguro dos pomares.

Ao inves de comprar a maçã chinesa, os produtores aconselham a adquirir a pera asiática, que não prejudicará os pomicultores nacionais.

 

PRODUÇÃO

– O Brasil produz 1,3 milhão de toneladas de maçã por ano, sendo 50% em Santa Catarina.

– No Estado são 2,4 mil produtores da fruta, que cultivam principalmente os tipos gala e fuji.

– SC e RS produzem 95% da maçã nacional, sendo apenas 10% exportados, especialmente a países europeus.

 

EMPREGOS

– Empregos diretos: 58,5 mil

– Empregos indiretos: 136,5 mil

Foto e informações: Tarcísio Poglia

Em dias de jogo, muda o trânsito nas imediações do estádio

 

Os agentes de trânsito, por orientação do Diretran, instalarão cavaletes e barreiras em trecho da rua Humberto de Campos. Algumas ruas terão acessos fechados, como nesta quarta-feira (3), quando o colorado lageano enfrenta o Guarani de Palhoça, pelo Campeonato Catarinense, a partir das 20h30min. 

 

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Ruas fechadas durante os jogos:

– Antônio Rodrigues de Ataíde, no cruzamento com a Jairo Luis Ramos;

– Senador Salgado Filho, cruzamento com a Dr. Valmor Ribeiro e Coelho Neto;

– Monteiro Lobato, no cruzamento com a Senador Salgado Filho;

– Da Paz, no cruzamento com a Antônio Rodrigues de Ataíde;

– Humberto de Campos, cruzamento com a Valmor Ribeiro, sentido Coral para a avenida Duque de Caxias.

 

Também será instalado um cordão de isolamento na extensão da rua Jairo Ramos, em frente ao estádio, a partir da esquina com a Humberto de Campos até a Antônio Rodrigues de Ataíde.

 

Mudanças obrigatórias no trânsito:

– Rua Humberto de Campos ficará em sentido único a partir da rua Jairo Luis Ramos até o semáforo da rua Dr. Valmor Ribeiro;

– Jairo Luis Ramos ficará em sentido único a partir da Humberto de Campos até o cruzamento com a Benedito Marcondes do Amaral;

– Jairo Luis Ramos no sentido Big para a rua Humberto de Campos, será obrigatório virar à direita, na rua Jairo Luis Ramos, não podendo seguir até a Humberto de Campos;

– Rua Humberto de Campos, sentido avenida Camões para o estádio, será obrigatório acessar à direita ou à esquerda no cruzamento (semáforo) com a rua Valmor Ribeiro, não podendo seguir pela Rua Humberto de Campos.

 

Muito dinheiro para gastarem com a compra de camisinhas

 

O governo vai distribuir mais de quatro milhões de preservativos masculinos na rede pública durante o carnaval. 

 

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Suponhamos que custe um real cada, serão R$ 4 milhões. Ou mesmo que custe a metade disso, ainda assim, serão R$ 2 milhões que deixam de ser aplicados na compra de medicamentos, deixam de ser investidos no aparelhamento dos hospitais e atendimentos de quem aguarda nas filas.

Vemos que não é só falta de recursos que transforma a saúde no caos em que está, mas a falta de gestão da coisa pública.

É preciso estabelecer prioridades.

Sem contar que distribui todo esse volume de camisinhas e, segundo disseram, de má qualidade. Não garante a contracepção porque tais camisinhas se romperem facilmente.

As obras de restauração do Colégio Rosa

 

A RBS mostrou hoje, no Jornal do Almoço, matéria a respeito das obras de restauração do Colégio Rosa, que iniciaram em 2013 com a promessa de conclusão para 2014.

 

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A previsão era de conclusão em um ano e meio, estabelecido uma nova data para conclusão: novembro de 2015. Ai também não foi cumprida porque surgiram novas exigências com relação aos equipamentos de combate a incêndio.

Foi solicitado mais seis meses para conclusão, portanto, a restauração deve ser concluída nesse primeiro semestre.

 

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Mas, há quem garanta que, até lá, o prédio já estará desbotado. Podemos ver que a tinta rosa muda a cada dia.  

O custo da obras: R$ 6,5 milhões

 

Médicos estão com salários atrasados

 

 

Leitor do blog aponta que além da falta de médicos para cobrir as férias dos colegas e de medicamentos, outro problema afeta a área da saúde.

Afirma ele que “os médicos do pronto socorro ainda não receberam o pagamento do mês de novembro, sendo que agora eles estão com novembro, dezembro e janeiro atrasados”.

 

 

Com a palavra a secretária de Saúde, Rose Penso.

Ruas que receberam asfalto na década de 1980 estão hoje viradas em buracos

 

Em suas andanças pelos bairros o reporter Jotta Damasceno vai registrando os problemas.

Hoje (03), pela manhã, ele esteve no bairro Pró-Morar e fotografou a situação dessa rua, a Edmundo da Costa Arruda. 

 

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Realmente está uma peneira. Melhor seria retirar esse resto de asfalto que ainda tem para, pelo menos, nivelar o leito da rua.

O fato é que, a maioria das ruas que na década de 1980 recebeu aquele asfalto antipó está nessa situação. Acabou o seu tempo útil de vida e sobraram apenas os problemas.

Agora não se resolve tudo de uma vez. Os administradores que vieram depois desse período (foi na época de Paulo Duarte) teriam de fazer a manutenção e a revitalização a seu tempo.