Chuva alagou algumas casas no Guarujá.

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Luiz Borges, presidente da Associação dos Moradores do Bairro Guaruja, envia foto para mostrar como ficaram as moradias da Rua Cristóvão Colombo entre Lisboa e o antigo frigorífico, com a chuva desta tarde de  terça-feira.

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O bairro Guarujá foi um dos mais afetados. Nesta segunda (17) foram iniciados os serviços de limpeza completa e alargamento do córrego que passa por parte do Guarujá.

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O canal estreito, assoreamento e tubulação de diâmetro pequeno e insuficiente para a vazão da água contribuem para cheias em menor tempo de precipitação pluviométrica, causando possíveis transbordamentos e inundações.

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Comandante Moisés define mais um nome para compor sua equipe

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"Seguimos avançando na construção de nossa equipe de governo. Para comandar o Detran, oficializamos o nome da delegada de polícia Sandra Mara. Ela é a primeira mulher a ocupar o cargo e terá muitos desafios pela frente, como tornar mais célere e eficiente alguns serviços oferecidos à população".

Governador eleito, Carlos Moisés, ao definir mais um nome de sua equipe.

 

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"Nada melhor do que sensibilidade, técnica e experiência para defender os interesses do Estado. Nesta tarde anunciamos Célia Iraci da Cunha para ser a Procuradora-Geral de Santa Catarina. Funcionária concursada há 12 anos da PGE como Procuradora, ingressou no estado em 2001 por meio do Tribunal de Justiça, como Técnica Judiciária." 

 

Mais um dos nomes da equipe que já havia sido anunciado na segunda-feira.

Biblioteca levará o nome do ex-prefeito Renatinho

Embora as obras da biblioteca da Câmara estejam concluídas, o atual presidente, Luiz Marin, não deverá inaugurá-la. Fica para o próximo, no caso Vone Scheuermann.

 

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Mas… deixou a placa pronta. Portanto, a menos que o futuro presidente troque, já está lá imortalizada a sua obra.

Destaca-se que a biblioteca teve o nome do ex-prefeito Renato Nunes de Oliveira que, além de prefeito, foi também funcionário da casa.

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O espaço ficou muito bonito e moderno, vamos ver agora seu aproveitamento. Segundo soube, alguns dos livros da Câmara estão em mal estado de conservação e deverá passar pelas mão de especialistas para arecuperação.

Câmara reduziu despesas, mas não prevê destinação de sobras dos repasses

O presidente da Câmara, Luiz Marin (PP) realizou hoje um encontro com a imprensa para expor os números de sua gestão.

 

Ele lembra que dos R$ 14 milhões do orçamento para a Câmara, foram repassados pela prefeitura R$ 8 milhões e 516 mil. E as despesas chegaram até aqui a R$ 7 milhões 854 mil, isso pagando inclusive as demissões dos 20 comissionados. Restaram R$ 1,3 milhão que deverão cobrir o restante das despesas até o final do ano. Portanto, deverá sobrar muito pouco deste valor.

 

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Ocorre que durante quatro meses o repasse para o Legislativo menores – R$ 250 mil a por mês – Seria com este dinheiro que supostamente a prefeitura teria adquirido os aparelhos para o aeroporto.

 

Segundo Marin, na realidade ele não se comprometeu com devoluções da Câmara, mesmo porque quando foram designados sobrar dos repasses para as entidades “acabamos desagrando muito mais do que agradando porque muitas entidades se queixaram por não serem contempladas”.

 

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Das despesas restantes, para mostrar o quando conseguiram poupar, Marin citou que:

 

Da verba de gabinete foram previstos R$ 37 mil mas se gastou apenas R$ 16 mil

 

Com material de expediente da Casa se previa um gasto de:

R$ 62 mil e foram gastos R$ 40 mil

 

As despesas com diárias feitas pela casa foram de R$ 43.660.

 

Nos gastos com diárias estão incluídas até as viagens de dois comissionados para um curso em Porto Alegre para se atualizarem com relação à Lei de Licitações.

Marin explicou que o funcionário efetivo responsável pelas licitações estava afastado por motivos de doença, por isso foi necessário destacar os comissionados.  

Quando a questão do “habite-se”, o presidente diz que depois de muito se trabalhar a respeito, finalmente está na mesa do comandante do Corpo de Bombeiros aguardando a sua assinatura. Desde a inauguração do prédio da Câmara ele está sendo solicitado.

A Câmara tem apenas o Habite-se provisório que é válido por cinco anos.

Fotos: Deise Ribeiro

 

Sindicato festeja as conquistas nos 30 anos de atividades

o sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Lages festejou, esta semana, os 30 anos de atividade.

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O Presidente atual Everaldo Wiggers, destaca importantes conquistas do Simmmel em 2018, a exemplo do o Prêmio SC pela Educação em parceria com SESI e Indústrias através do projeto EJA Profissionalizante, e o mais recente foi a nossa indicação pelos consultores do SC Excelência e FIESC para concorrer em 2019 ao Prêmio SC Excelência como modelo de gestão sindical.

“Somos respeitados não só pela história que criamos, mas também, pelas conquistas que resultaram em projeção, valorização e o reconhecimento das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Lages e Serra Catarinense ”.

Foto: John Alves

Algumas observações de Fernando Cordioli

Por Fernando Cordioli*

Acompanhei integralmente as duas últimas sessões da Câmara de Vereadores do Município de Lages, estimulado pela necessidade de apoiar os que representam a Nova Política, bem como pela curiosidade de testemunhar aquilo que eu estava tomando conhecimento, espantado, pelos blogs e redes sociais.

Já na primeira das sessões, embora voltando à sede do Poder Legislativo Lageano depois de algumas presenças no passado, no “front” legislativo constatei algo lamentável: o espaço, além de mal projetado, sem estacionamento próprio, é extremamente subdimensionado diante dos mais de 156 mil lageanos. Seja por seus apenas 80 assentos, seja por sua entrada e sua saída pública se darem pela mesma porta, e ainda pelos painéis pouco informativos, enfim, pela arquitetura imprópria para receber a participação popular, tanto mais quando massiva.

Bastou uma categoria de servidores públicos municipais ser atingida e salutarmente reagir em defesa de seus interesses, para que o recinto se tornasse até mesmo insalubre diante das más condições de ventilação. Lages, por seu porte, sua capacidade financeira e sua posição, tanto na História, quanto na contemporânea Política Catarinense, merecia um prédio público muito mais amplo, que estimulasse à vinda de mais cidadãos às discussões capitaneadas pelos seus maiores e mais importantes representantes, os Vereadores.

*Juiz aposentado e que foi candidato a deputado federal pelo Patriota

Amin tem contas rejeitadas pelo TRE-SC. Vai ter de devolver dinheiro

O TRE/SC rejeitou as contas de campanha do senador eleito Esperidião Amin (PP-SC). O tribunal exige do hoje deputado federal a devolução de R$ 23,4 mil ao Tesouro Nacional, montante do fundo eleitoral cujo gasto não foi comprovado.

De acordo com a decisão, o atraso e as falhas na prestação de contas do financiamento público de campanha foram considerados "graves".  O montante inicial identificado como irregular foi de R$ 887,2 mil. Como cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a rejeição das contas não compromete nem a diplomação do senador eleito, prevista para esta terça-feira (18), nem a posse.  A cassação da chapa é possível, mas apenas se o Ministério Público Eleitoral abrir uma investigação paralela com base na reprovação de contas.

 

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A quantia foi usada no pagamento de vários serviços, como filmagem de propaganda eleitoral, impulsionamento de publicações em redes sociais e estrutura do comitê de campanha. Após a defesa da chapa apresentar notas fiscais, o valor inicial foi abatido até chegar aos R$ 23 mil restantes.

 

Segundo o TRE, o senador eleito utilizou o fundo especial para pagar, por exemplo, revisão e troca de pneus de veículo particular e reforma em sala comercial de sua propriedade. Após questionamento, a coordenação de campanha apresentou nota de uma reforma do mesmo valor em outro imóvel.

 

A rejeição das contas recai também sobre Geraldo Althoff e Denise dos Santos, 1º e 2º suplentes de Amin. O catarinense é pré-candidato à presidência do Senado, casa à qual retorna após 20 anos. Ele foi senador entre 1991 e 1999.

Por meio de nota, a equipe jurídica do senador eleito afirmou que o atraso na prestação foi de apenas um dia e que os valores com mobilização do comitê, embora tenham sido considerados excessivos, não chegaram a 1% . A equipe afirmou ainda que vai recorrer da decisão, e ressaltou que a condenação não tem efeito em sua diplomação e posse.

https://congressoemfoco.uol.com.br/legislativo/esperidiao-amin-tem-contas-rejeitadas-pelo-tre-sc-que-lhe-cobra-a-devolucao-de-r-234-mil/

Firjan expõe situação caótica de algumas prefeituras

 

Urupema e Bom Jardim não geram receita nem para pagar salário do prefeito e da administraçãoOutras cidades da Serra Catarinense como Bocaina do Sul, Cerro Negro, Painel, Campo Belo do Sul e Palmeira estão na mesma situação.

 

Foi bem pertinente um estudo efetuado pela FIRJAN e publicada no jornal o Estadão que aponta que no país 1.872 cidades dependem das transferências de Estados e da União para pagar os custos mínimos como o salário do Prefeito e a máquina Pública.

Sem a capacidade de atrair empresas e gerar renda, com o comércio local precário e com a cobrança de poucos impostos, os pequenos municípios sofrem com a baixa arrecadação e dependem de recursos do Estado e da União para sobreviver.

Na Serra Catarinense os município de Urupema, Cerro Negro, Bom Jardim da Serra, Painel, Bocaina, Campo Belo do Sul, Rio Rufino, Anita Garibaldi, Bom Retiro, Palmeira, Correia Pinto e Otacílio Costa convivem este dilema de não gerar renda suficiente para cobrir o custo da máquina pública.

No caso das duas cidades turísticas e famosas como Bom Jardim da Serra e Urupema o caso é ainda mais dramático, enquanto Bom Jardim da Serra gera a receita de apenas 67.37% para cobrir os gastos da administração, o município de Urupema consegue cobrir apenas 25.09% do salário do prefeito e da máquina pública com recursos próprios.

Site: saojoaquimonline.com.br

https://saojoaquimonline.com.br/politica/2018/12/18/urupema-e-bom-jardim-nao-geram-receita-nem-para-pagar-salario-do-prefeito-e-da-administracao/

Faltou espaço para autorizar os ambulantes a comercializarem neste Natal

Carrinhos de lanche não foram autorizados devido à falta de espaço

Assim como aconteceu na Semana Santa, quando a data de início do Natal Felicidade se aproximava, a Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente tomou as devidas providências quanto ao cadastramento dos vendedores ambulantes.

A Comissão Organizadora do evento decidiu não autorizar o cadastramentos de food trucks, os famosos carrinhos de lanche, devido à redução de espaço no Centro com as obras de revitalização do calçadão da praça João Costa, que estão em pleno vapor.

Foi aberta uma chamada pública para que os interessados pudessem se inscrever, e um edital foi divulgado. Houve 25 credenciamentos, os quais estão atuando pelo Centro, com a venda de produtos diversos, conforme as normas previstas no edital. “Não houve de forma alguma perseguição. O que fizemos foi usar de bom senso e respeitar o que a comissão decidiu”, esclarece o secretário Euclides Mecabô, o Tchá-Tchá.

Esta foi a resposta da prefeitura às acusações feita por Gerci Lima, o Dez, presidente da Associação dos Vendedores Ambulamtes de que eles estariam sendo perseguidos pelo secretário.