AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA A INSTITUIÇÃO DO TRATAMENTO PRECOCE EM SC

Tendo em vista a crise sanitária que a população catarinense enfrenta, apresentei ao Presidente da Comissão de Saúde da Alesc um requerimento de audiência pública para discutir a aplicação do tratamento precoce contra a Covid-19, em benefício dos pacientes dos serviços públicos de saúde de Santa Catarina.

– O requerimento busca uma melhor discussão científica sobre os possíveis métodos de tratamento da doença em âmbito estadual.

– A ideia não é apenas disponibilizar, mas também fazer com que o governo crie um programa que desmistifique e incentive o tratamento, bem como exigir que todos os médicos da rede pública adotem o método, deixando a critério do paciente decidir se quer ou não usá-lo.

– O tratamento precoce precisa ser despolitizado e discutido com a seriedade que o momento exige.

14 comentários em “AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA A INSTITUIÇÃO DO TRATAMENTO PRECOCE EM SC”

  1. Concordo Olivete. Acho que tem que se dar opção pras pessoas. Por exemplo, minha funcionária foi diagnosticada ano passado com Covid e no centro de triagem além dos medicamentos para os sintomas receitaram Tamiflu. Que até onde vi não adianta nada pra Covid. Então pra quê? Receitasse Cloroquina. Invermectina. Anitta. Vitaminas. Azitromicina. Ah! Mas não é comprovado que funciona. E o Tamiflu é?

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  2. Discussão científica na Alesc? Chega ser hilário. Quando foi o último artigo que você leu e/ou redigiu e publicou? Qual era o periódico (qualis?)? Está de brincadeira. É muita gente se achando médico; pior até cientista. Confie na ciência, ou faça ciência mas nunca legitime o “achismo”. Ciência é feita por meio do método científico o qual é procedido utilizando experimentos científicos.

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    • Dr Jefferson, de fato, não existe ainda tratamento precoce científico no mundo para à Covid19.
      No entanto, a minha dúvida é que se no Centro de Triagem, paciente já sai de imediato com a receita (tenho aqui) : Lisador, Decongex e “”Azitromicina””, pois bem, se receitam a azitromicina, porque não “Hidroxicloroquina” ( cloroquina, difosfato de cloroquina)?

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  3. Meu Deus do céu, na falta de políticas que realmente funcionem contra o vírus agora vão apelar para tratamento precoce sendo que nenhum, absolutamente nenhum país do mundo aplica esse tratamento que só aqui no Brasil encontrou adeptos. Nem a Índia a maior produtora de cloroquina aplica esse tratamento tanto que priorizou vacinar o máximo a população… Nem a fabricante do medicamento Anita indica seu uso contra a Covid mas quem sabe são os nossos cientistas tupiniquins formados no WhatsApp da família que em grande parte não sabe nem escrever precoce corretamente. Que Deus nos proteja por que desse jeito essas ondas da doença continuarão por muito tempo…

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  4. Caro Valmir. Entendo o seu posicionamento. O que não podemos é sair difundindo um tratamento sem comprovação; Acho que alguns médicos estão recomendando, mesmo assim, os números crescem significativamente a cada dia, principalmente na região Sul; outra coisa, o tratamento precoce foi divulgado no início da pandemia, que era uma variante do vírus bem menos agressiva. Parece que este tratamento tem resultados dúbios fundamentalmente para a variante do vírus (bem mais agressiva, independentemente da idade). Se o tratamento precoce funcionasse não estaríamos empilhando corpos ao redor do mundo. Acho que deveria ser solicitado (na Alesc) não a discussão do funciona ou não o tratamento precoce, mas sim, a discussão a respeito da aquisição de vacinas.

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  5. Isso sim é Ciência!!!!! Boa novidade.

    A Moderna anunciou nesta terça-feira (16) que iniciou a segunda fase dos estudos, de um total de três etapas, sobre o uso pediátrico de sua vacina contra a covid-19.
    De acordo com a farmacêutica americana, as pesquisas avaliarão a segurança e a eficácia do imunizante em um total de 6.750 crianças com idades entre seis meses e 11 anos no Canadá e nos Estados Unidos. Os primeiros voluntários já foram receberam suas doses.

    Na primeira parte do ensaio, os cientistas aplicam diferentes dosagens do produto nas crianças. Na segunda, serão administradas duas doses, da própria vacina ou de placebo, de maneira aleatória.

    — Este estudo pediátrico nos ajudará a avaliar o potencial de segurança e imunogenicidade (capacidade de provocar reação imunológica do organismo) de nossa vacina candidata nesta importante população jovem — disse o presidente-executivo da Moderna, Stéphane Bancel.

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  6. Até que enfim! Acordaram? Poderiam ter salvo milhares de pessoas e vão pagar caro por isso! Nós fizemos aqui em casa, todos os cinco da família tivemos covid, nem sequer febre tivemos!
    Aqueles que não acreditam, queria ver na hora que o covid chegar! Devem inclusive fazer como fizemos, o preventivo! No precoce somente um complexo de vitaminas! Quem duvidar só ver nossos prontuários!

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  7. Por isso não Amilton.. aqui onde estou morando atualmente, somos em 8 pessoas.. nunca tomamos nada “precocemente”..e até o momento ZERO de contaminação… (Graças a Deus) Então tua tese.. para mm.. não funciona..

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  8. Nem mesmo com o STF ratificando… tem aí um bando de “doutores da lei” resistindo e gritando aos quatro cantos que a vacina não pode ser OBRIGATÓRIA… mas esses mesmos “doutores” defendem que o tal “tratamento precoce” deve ser obrigatório… com os médicos enfiando goela abaixo o dito “tratamento precoce” mesmo daqueles que se recusarem???? é isso??? ou estou entendendo errado???

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  9. Com certeza entendeu errado. O que se busca é que se a pessoa quiser utilizar o tratamento ela tenha acesso a receita sem precisar pagar médico particular. Que é o que vem acontecendo hoje. Já que no centro de triagem não é receitado. E não me falem em não é comprovado porque Tamiflu também não é. E é receitado. Então realmente o problema não é medicamento off label e sim política.

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  10. Realmente, o vírus mais danoso é a ignorância e, para este existe tratamento precoce: EDUCAÇÃO!

    Os irmãos gêmeos Genilton e Jailson Rodrigues, 47 anos, morreram com uma diferença de dois dias por covid-19 em Ponta Grossa (PR), a 116 km de Curitiba. Genilton começou a apresentar os sintomas em 8 de fevereiro, mas só foi internado em 14 de fevereiro. Já Jailson positivou para a doença em 16 de fevereiro, porém só foi hospitalizado em 21 de fevereiro. O primeiro faleceu no último sábado (13) enquanto o irmão na segunda-feira (15). Os dois inicialmente procuraram atendimento médico, mas receberam o kit covid e foram mandados para casa. Porém, o estado de saúde deles começou a piorar e precisaram ser hospitalizados em dias diferentes. O mix de fármacos que ambos tomaram continha,… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2021/03/16/gemeos-tomam-kit-covid-e-morrem-com-dois-dias-de-diferenca-no-parana……….NOTÍCIA DIVULGADA NO SITE UOL

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  11. Parece que a concepção da Sr Carla é! Se prescrevem Tamiflu! Sem eficácia, segundo ela! Então! Porque não! Cloroquina e invermiquitina! Que tbm comprovante e cientificamente, não tem eficácia! Então pela lógica da mesma, estaríamos buscando o Cura! Pasmem por um efeito” positivamente Psicológico! Ou seja as pessoas tomam e acreditam se curar! Coitada da Ciência!!!

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  12. Acho uma perda de tempo sem tamanho que nossos agentes políticos fiquem discutindo medidas já desacreditadas internacionalmente enquanto poderiam estar direcionando esforços para trazer soluções para o principal problema atualmente que é ‘como melhorar as medidas de distanciamento sem precisar parar a economia’. A qualidade dos políticos que ainda discutem o tal ‘tratamento precoce’ é pífia. Esta discussão esta exausta, e quem ainda insiste ganha um atestado de péssimo agente público.
    Cloroquina e ivermectina (como outras drogas) funcionaram apenas na fase laboratorial contra o Coronavirus-19, mas não tiveram eficácia quando usadas em humanos. Um estudo, mal feito, na França dizia que a cloroquina tinha eficácia em humanos, mas o próprio cientista Didier Raoult admitiu que sua pesquisa continha graves erros.
    Além disso, vamos e convenhamos, se cloroquina/ivermectiva/azitromicina funcionasse no tratamento contra a Covid-19, o Brasil não estaria batendo infelizes recordes de mortes e contaminação depois de um ano após a doença chegar ao Brasil. Quem dera que tal coquetel tivesse eficácia, mas não tem, é simplesmente parar e pensar na situação atual.

    PS: Não sei como ainda caem no conto de Rancho Queimado, sendo que os número de contaminação e de mortes não estão abaixo do padrão estadual e nacional. Inclusive alguns vizinhos do município que não usam o tal kit covid têm índices melhores.

    Peço que sempre duvidem de tudo que é falado e vão atrás dos dados. Sempre devemos basear nossas opiniões em dados, senão seremos apenas papagaios repetindo opiniões alheias.

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