O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) está monitorando as ações de execução da campanha de vacinação contra a covid-19 para que os planos estadual e municipais de imunização sejam cumpridos de acordo com o que foi estabelecido pelo Ministério da Saúde e adotado pelo Estado. A maior preocupação do Ministério Público é garantir que as vacinas sejam aplicadas apenas nos públicos prioritários já definidos e que sejam evitados os casos de “fura-fila” ou outros desvios, conforme vêm sendo noticiados em vários estados desde que a vacinação teve início no Brasil.
O MPSC está atuando para prevenir as ocorrências de desrespeito à fila de vacinação e para buscar a responsabilização civil e criminal dos envolvidos nos eventuais casos de desvios de conduta dos agentes públicos e privados nas situações em que houver indícios de que os imunizantes foram distribuídos ou aplicados em desacordo com o que foi estipulado pelo Ministério da Saúde e pela Comissão Intergestores Bipartite – CIB de Santa Catarina.
Na quarta-feira (20/1) o Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos e Terceiro Setor (CDH) enviou a todas as Promotorias de Justiça com atribuições na área da Cidadania e Direitos Humanos, que atuam nas questões relacionadas à saúde pública e já acompanham as medidas de enfrentamento à pandemia nas Comarcas, um material de apoio técnico sobre a vacinação no estado e municípios.
Olivets, pq n questiona o Secretário da saúde sobre como vão fazer com a segunda dose da vacina, uma vez que já usaram todas na primeira dose.
Caso atrase o segundo lote, como ficará a situação das pessoas?
O instituto falou que não garante a eficácia com uma dose ou com segunda aplicada depois do prazo!!
A segunda dose para quem recebeu a primeira já está garantida.
E sobre o fura-fila no hospital Tereza Ramos? Vimos, inclusive em fotos no facebook, agentes públicos que não são prioritários tomando a Vacina. Um exemplo: A enfermeira Patrícia, esposa do sargento sobrinho, tomou a vacina e divulgou amplamente. Mas ela não trabalha diretamente no combate à endemia. Ela realiza trabalho burocrático na SCIH do Hospital. E servidores da lavanderia, da biomédica, da limpeza, etc, que sempre estão em contato com os ambientes de contágio não foram imunizados. Onde está a lista dos imunizados? Por que não é divulgada? E os servidores da direção foram ou não imunizados, como já foi denunciado? Se foram devem responder por improbidade administrativa. Justiça seja feita. Se não foram, que quem acusou peça desculpas. Se foram, que sejam processados. A enfermeira Patrícia foi, está mais que provado. Esta deverá ser investigada. PS: Não vamos nos identificar pois perseguições já se iniciaram no hospital para descobrir que está denunciando os abusos.
E tem gente que acredita que o MP é onipresente e eficiente…se fosse, fazia antes, pegava no flagrante… não mandava oficiozinho a posteriori.