O balanço oficial da 36ª Festa Nacional do Pinhão fechou com um público expressivo de 380 mil pessoas. Mas quando jogamos esses dados na ponta do lápis, o resultado revela o verdadeiro motor do evento: o próprio morador de Lages.
Descontados os 54 mil turistas hospedados e os 5 mil visitantes de excursões bate-volta, sobram 321 mil acessos que, teoricamente, foram feitos pela população local. Considerando que Lages tem uma população estimada em 172.458 habitantes, a matemática pura mostra que — entre crianças, jovens e idosos — cada lageano passou, em média, duas vezes pelos portais da festa em 2026.
É claro que o número engloba aqueles que compraram passaporte e foram quase todas as noites, além do público cativo do Recanto do Pinhão no Centro. Ainda assim, a estatística desenha uma realidade clara: a festa pode até atrair milhares de visitantes de fora, mas quem garante o volume e o sucesso do evento, ano após ano, é a comunidade lageana.
A festa tem nome, é uma “marca da Amures”, dado que muitos participantes vem dos municípios vizinhos tbm. O Turista está sempre antenado, preparado a participar, as divisas movimenta o comércio local assim como a cidade, girando mais grana, consequentemente mais Tributos. Resumindo tds ganham, e não é pouco, surge empregos temporários que podem tornar-se definitivos, além dos empreendedores artesanais e tantos outros.Basta só o poder público não atrapalhar, tocar aos moldes do parque, copiando as “melhores edições” e atualizando o que dá certo! Não pode avacalhar como foi a do ano passado, o turista gosta de vir quando há planejamento, boa execução e receptividade por parte das pessoas envolvidas. Continuar nessa pegada, preparar a mão de obra capacitando as pessoas que trabalham direto com a festa, com cursos de turismo, atendimento p/ quebrar limitações, ou falta de profissionalismo . Cada edição tem o ” “dever” de superar a anterior.
Olivete, eles apresentaram quanto foi o investimento total:
1. Recursos próprios da prefeitura investidos
2. Valores arrecadados em patrocínios privados
3. Recursos repassados pelo governo do estado
4. investimento em marketing e propaganda
5 Houve deficit ou superavit?
As festas catarinenses são conhecidas Brasil afora. Assim como as festas de São João no Nordeste e o Carnaval no Rio. Ou seja, tds os estados tem suas potencialidades p/ no laser e p/ atrair turistas . A identidade serrana aparece na “Festa Nacional do Pinhão”, em uma época de inverno que os holofotes estão na Serra devido ao clima, a geada, as vzs neve. A Amures é privilegiada pq dentro desse grande país tropical de proporção continental, SC c/ apenas 1% desse território, destaca-se o Planalto Serrano, nacionalmente pq praticamente só aqui e poucos lugares do RS tem muitas geadas, neve, e clima frio (temperado). Essas características únicas saem nos grandes canais como a Globo (50% da audiência brasileira). O resultado da festa e do clima da região reflete nos números, gerando muitos impostos locais e ao Estado (divisas). Houve um tempo, no auge da festa de 1990 a 2000, mais ou menos, que p/ a Festa N. do Pinhão lotavam-se hotéis até de Otacilio e municípios vizinhos. Acredito que logo, se tudo correr como dantes , nossa festa estará no nível das demais famosas de SC
Em termos de público essa festa foi sucesso.
Agora se for ver quanto que foi arrecadado com as vendas de produtos acho que ficou muito abaixo das festas dos anos anteriores.
Povo tá sem dinheiro.