Alesc anula efeito judicial sobre a prisão de Júlio Garcia, mas saiu novo mandato da Operação Alcatraz

O plenário da Assembleia Legislativa aprovou, em sessão extraordinária nesta quinta-feira (21), o Projeto de Resolução (PRS) 001/2021 e revogou os efeitos das decisões da juíza federal substituta Janaína Cassol Machado que determinavam a prisão preventiva domiciliar e o afastamento do deputado estadual Julio Garcia (PSD) tanto do cargo de presidente da Alesc quanto do mandato. Foram 30 votos a favor, três contra e duas abstenções, além de três ausências. Por estar afastado, Julio Garcia não participou da sessão, e o vice-presidente, Mauro de Nadal (MDB), que presidiu os trabalhos, não votou.

O projeto foi elaborado com base no voto do relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Kennedy Nunes (PSD), que se manifestou favorável à revogação dos efeitos das decisões da juíza. Ainda na CCJ, houve divergência quanto à possibilidade de a Assembleia analisar, além da prisão, as medidas cautelares – suspensão do mandato, com os afastamentos do cargo e da presidência.

“Eu coloquei no voto a questão da prisão e também do afastamento porque o Supremo Tribunal Federal já se manifestou e existe uma súmula que as questões cautelares também devem ser avaliadas no plenário da casa onde o parlamentar está colocado”, explicou Kennedy Nunes.

Enquanto a Alesc suspendia a prisão de Júlio Garcia (PSD), um novo mandado determinando sua detenção era cumprido pela Polícia Federal. Desta vez no âmbito da primeira fase da Operação Alcatraz. A reviravolta deve ser decidida novamente pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), que usa como base a Constituição Estadual.

3 comentários em “Alesc anula efeito judicial sobre a prisão de Júlio Garcia, mas saiu novo mandato da Operação Alcatraz”

  1. Nosso Deputado não compareceu ao ato, terá uma nova oportunidade.

    Há quem diga q novamente não irá comparecer, ou, caso compareça, ira se abster.

    Aí, serei um eleitor arrependido.

    Vamos aguardar.

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  2. Só esta andando a Lava Jato versão catarinense porque a Juíza é Federal, veio de longe, sem relações algumas com a máfia.

    Não se submete a nada que venha ou seja de SC.

    Os chefes dela sao de POA e Brasília, nao Floripa.

    Não sabem como inventar um pretexto para chamá la de louca, persegui-la, afasta-la, acusa-la de nada. Não tem sequer parente nem ex que possa trabalhar para a máfia ajudando a derrubar a Juíza.

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