O repórter Daniel Goulart trouxe para o seu programa de hoje uma história bizarra.
Na segunda-feira a família Evaldo Souza de Oliveira, morador do bairro Sta Helena, foi chamada pelo hospital Nossa Senhora dos Prazeres para comunicar que ele estava com morte cerebral. O médico que confessou com a sua esposa disse que só iriam fazer um último exame e a chamara novamente para, se comprovado a morte, liberar o corpo.
A esposa chamou toda a família – muitos vieram de fora – e providenciou o funeral e a cova no cemitério já estava aberta. Passou um dia e o hospital não a chamou e nem comunicou nada à família. Foram então ao hospital e lá soube que Evaldo não havia morrido. Com a intervenção do repórter foi finalmente realizado novo exame e constatado a morte. Só liberaram o corpo ontem ás 10h da noite.
A falta de comunicação entre o paciente e os familiares é absurda.