Impasse dentro do MDB para oferecer um nome na chapa de João Rodrigues

O cenário político em SC fervilha com o impasse a partir da reunião do MDB realizada ontem (14). A dificuldade em encontrar um nome de consenso para a vice-governança não é apenas uma questão de nomes, mas de estratégia e sobrevivência partidária. 

O MDB entrou no grupo de João Rodrigues buscando protagonismo. No entanto, se o partido não conseguir oferecer um nome que agregue densidade eleitoral e unidade interna, o PSD pode começar a olhar para outros aliados. Um impasse prolongado desgasta a confiança e pode levar o PSD a buscar um vice em siglas como o Podemos ou o União Brasil, empurrando o MDB para um isolamento ou para uma candidatura própria de última hora.

A reunião de ontem deixou claro que o partido está dividido: Ala Governista: Há deputados que ainda possuem cargos e forte interlocução com o governo de Jorginho Mello (PL). Para eles, romper totalmente para ser vice de João Rodrigues é um risco alto, especialmente após as recentes exonerações de cargos emedebistas no DOE. Ala Renovadora: Defende que o partido precisa de um fato novo e que a aliança com Rodrigues é o único caminho para voltar ao centro do poder estadual.

 

6 comentários em “Impasse dentro do MDB para oferecer um nome na chapa de João Rodrigues”

  1. Ninguém quer ir perder tempo na chapa do João Rodrigues.
    Vai depender de quanto vão pagar para alguém ser vice perdedor kkkk

    Não tem pra ninguém, é Jorginho reeleito no primeiro turno.
    E Flávio Bolsonaro presidente.

    VamoQvamo

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  2. União Brasil é o partido com maior valor do fundo partidário. Seguem as negociações mdb e PP têm bastante prefeitos. Essa eleição será emocionante até os 45 minutos do segundo tempo. Brigadeiro Marcelo pre candidato pelo Missão terá destaque nos debates. O PT sempre cresce na última semana. Essas eleições prometem muitas emoções meus amigos comentadores de plantão . E que vença quele que trouxer o progresso pra Serra Catarinense!

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  3. Arruda, esse jeito de discutir politica partidária, esse enfoque a baixa politicagem que só se preocupa com compra de votos e toma lá da cá com cargos, com a qual se preocupa tanto a Imprensa e o Colunismo Social, estão para lá de “cringe”. Marcelo Brigadeiro irá para o segundo turno, já se pode antever.

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  4. Nossa Santa Catarina todos os partidos têm uma dificuldade em encontrar nomes para preencher todas as esferas de governo no meio político é sem difícil porque o político tem que jogar o jogo do partidos. Obras super faturadas, rachadinhas, meliaanos. É tão difícil achar um Catarinense que tem que trazer o filho do Bolsonaro para Vereador em Balneário Camboriú, a entiada do Bolsonaro para o governo Jorginho, Carlos para ser o Senador por Santa Catarina. Nossa Santa Catarina está no topo da política a ponto dos partidos terem que pagar aluguel, da um salário por mês para um forasteiro representar Santa Catarina. É pouco ou quer mais.

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