A prefeita Carmen Zanotto ligou o sinal de alerta para um problema que se tornou visível em cada esquina da área central: o avanço desenfreado da população em situação de rua. Em reuniões fechadas com o secretariado esta semana, a pauta foi única: como estancar o crescimento que, segundo estimativas de bastidores, teria dobrado o número de pessoas nas calçadas, saltando de menos de 100 para mais 200 em poucos meses.
O fenômeno é alimentado por um fluxo constante de pessoas vindas de fora da Serra Catarinense. A estratégia de “recambiamento” — que devolveu 270 pessoas às suas cidades de origem apenas no ano passado — parece insuficiente diante da velocidade com que novos grupos chegam à cidade. A prefeitura agora estuda medidas que vão além da assistência social básica, buscando uma integração com a segurança pública e o endurecimento de políticas de acolhimento.
Enquanto o Legislativo organiza o debate – o presidente da Câmara Maurício Batalha propos audiência pública para discutir o tema -, a prefeita já colocou os secretários para estudar o assunto. Mesmo porque, apenas a discussão do tema – já feito inúmeras vezes -, não vai dar solução ao problema.
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Soluçao é dar um emprego ao cidadão 3 meses de aluguel e após isso o cara sustentar a si e os seus próprios vícios. Conheço muita galera que tem seus vícios, mas trabalham, pagam seu aluguel e ainda sobra dinheiro para sustentar o seu próprio vício, sem precisar ir para rua.
O avanço da população em situação de rua no centro de Lages deixou de ser um problema pontual e passou a representar um desafio estrutural para o município. A percepção nas ruas é clara, e os números que circulam nos bastidores reforçam a sensação de que a situação se agravou em curto espaço de tempo.
A mobilização da prefeita Carmen Zanotto indica que o Executivo reconhece a gravidade do cenário. O tema exige planejamento técnico, integração entre assistência social, saúde e segurança pública, além de articulação regional, já que há fluxo de pessoas vindas de outras cidades.
No Legislativo, a proposta do presidente da Câmara, Maurício Batalha, de promover audiência pública reforça a importância do debate. No entanto, o assunto já foi discutido em outras oportunidades, sem que se observasse mudança significativa no quadro. A sociedade espera que, desta vez, a discussão resulte em encaminhamentos objetivos, metas definidas e acompanhamento efetivo das ações.
O momento exige menos repetição de diagnósticos e mais capacidade de execução. A complexidade do problema não permite soluções simplistas, mas também não comporta respostas indefinidas. A cidade precisa transformar preocupação em política pública consistente e resultados concretos.
Não quer trabalhar? Não quer se internar para tratamento? Deita o cacete e coloca pra fora da cidade. Tem que fazer igual fizeram em Chapecó