A prefeita Carmen Zanotto ligou o sinal de alerta para um problema que se tornou visível em cada esquina da área central: o avanço desenfreado da população em situação de rua. Em reuniões fechadas com o secretariado esta semana, a pauta foi única: como estancar o crescimento que, segundo estimativas de bastidores, teria dobrado o número de pessoas nas calçadas, saltando de menos de 100 para mais 200 em poucos meses.
O fenômeno é alimentado por um fluxo constante de pessoas vindas de fora da Serra Catarinense. A estratégia de “recambiamento” — que devolveu 270 pessoas às suas cidades de origem apenas no ano passado — parece insuficiente diante da velocidade com que novos grupos chegam à cidade. A prefeitura agora estuda medidas que vão além da assistência social básica, buscando uma integração com a segurança pública e o endurecimento de políticas de acolhimento.
Enquanto o Legislativo organiza o debate – o presidente da Câmara Maurício Batalha propos audiência pública para discutir o tema -, a prefeita já colocou os secretários para estudar o assunto. Mesmo porque, apenas a discussão do tema – já feito inúmeras vezes -, não vai dar solução ao problema.
Solução rápida para Prefeita Acabe com 40% dos Cargos Comissionados resolvido vai ter muita gritaria dos mamadores 🤣🤣🤣🤣🤣
Só mídia, só enxugando gelo.
Algumas medidas práticas resolveriam boa parte do problema.
1) uma parcela dos moradores de rua tem mandados de prisão em algum estado do Brasil. Basta identificar o sujeito.
2) outra parcela, devolver para a família. Se a família não quer receber, então deve ser judicilarizar o conflito .
3) idosos e menores de idade devem ser levados a asilos e abrigos
4) loucos, incapazes, viciados devem ser avaliados por médicos e encaminhados para instituições próprias.
Vai sobrar poucos que não se enquadrem nessas situações.
Ahh! Mais isso da muito trabalho para prefeitura né???!!
Exato! Por isso continua como está….
Soluçao é dar um emprego ao cidadão 3 meses de aluguel e após isso o cara sustentar a si e os seus próprios vícios. Conheço muita galera que tem seus vícios, mas trabalham, pagam seu aluguel e ainda sobra dinheiro para sustentar o seu próprio vício, sem precisar ir para rua.
O avanço da população em situação de rua no centro de Lages deixou de ser um problema pontual e passou a representar um desafio estrutural para o município. A percepção nas ruas é clara, e os números que circulam nos bastidores reforçam a sensação de que a situação se agravou em curto espaço de tempo.
A mobilização da prefeita Carmen Zanotto indica que o Executivo reconhece a gravidade do cenário. O tema exige planejamento técnico, integração entre assistência social, saúde e segurança pública, além de articulação regional, já que há fluxo de pessoas vindas de outras cidades.
No Legislativo, a proposta do presidente da Câmara, Maurício Batalha, de promover audiência pública reforça a importância do debate. No entanto, o assunto já foi discutido em outras oportunidades, sem que se observasse mudança significativa no quadro. A sociedade espera que, desta vez, a discussão resulte em encaminhamentos objetivos, metas definidas e acompanhamento efetivo das ações.
O momento exige menos repetição de diagnósticos e mais capacidade de execução. A complexidade do problema não permite soluções simplistas, mas também não comporta respostas indefinidas. A cidade precisa transformar preocupação em política pública consistente e resultados concretos.
Não quer trabalhar? Não quer se internar para tratamento? Deita o cacete e coloca pra fora da cidade. Tem que fazer igual fizeram em Chapecó
Bem isso, turma do PT criaram esses nóias folgados agora ninguém quer trabalhar, só querem receber auxílios para viverem drogados perambulando pelas ruas, e sustentados pelo povo de bem.
Simples, troquem os cargos comissionados que eram do Ceron que estão cuidando desta Diretoria, muito bla,bla,bla e pouca ação. Nada vai mudar! Quem é da assistencia ta careca de saber que os moradores de rua na sua maioria são daqui. Ta na hora de um projeto grande, enquanto isso SÓ VÃO ENXUGAR GELO
Ambev, JBS,Tedesco e Berneck. Empresas, que mais recentemente vieram juntar-se a outras aqui em Lages. Hj é difícil trazer empresas de grande porte. O desemprego gera miséria, baixos salários tbm, e tem ainda a informalidade e o Bolsa família. O momento econômico local, brasileiro e até mundial está piorando c/ as guerras. Lages está perdendo o “bonde da prosperidade” de SC. Até a nível de Estado este sentirá c/ a guerra no Oriente na exportação, assim como sentiu no tarifação dos EUA. A mão de obra é pouco especializada em Lages, uma cidade de muitos aposentados que na maioria recebem até 2 salários, além do pessoal do Bolsa família. Na região serrana, porém a logística é boa pq nos ligamos, facilmente, aos estados vizinhos do RS e PR. Precisamos de um estudo estratégico p/ dinamizar a região. Não sou da área, mas não foram atacadas as condições, e os gargalos que trouxeram a cidade até aqui.
Não é que acendeu uma Luz a população de rua é que ela só está fazendo o que todos os Prefeitos fazem em tempos de férias e festas. Sabe aquela coisa que faz nas cidades varre para baixo dos tapetes. Para máscara as cidades.
A solução tá bem ali em Chapecó, ou balneário. Deixaram bardosos, agora tá saíndo do controle….Chapecó não tem barda nem cafezinho com pão queijo e presunto, não tem três alimentações e entrada e saída liberadas. Vão ali em Chapecó que Joãozinho ensina tudo.
Paulo, conheço bem Chapecó, tenho familiares que moram lá! A coisa não é bem assim, como o Rodrigues “vende”! Ele pode até ter controlado o problema de moradores de rua, mas não acabou com ele! É um problema social de difícil resolução! Precisa-se criar alternativas, mas nossos administradores não tem QI, prá buscar soluções,vivem única e exclusivamente em função de politicagem, só vêem e defendem seus interesses.
A Zanotto não consegue efetivar nada, não tem experiência administrativa nenhuma! Ela está acostumada a receber e cumprir ordens dos velhos caciques. Uma vez acostumada a ser manipulada, será sempre manipulada, infelizmente.