Com o objetivo de alertar para o crescimento de discursos de ódio e da cultura armamentista em Santa Catarina e defender a valorização da educação e dos professores, o Instituto Movimento HumanizaSC (IMHSC), a UFSC, a UFFS, o IFSC, o IFC e dezenas de entidades lançam nesta sexta-feira, 10 de maio, a campanha “Mais livros, menos armas”.
Para marcar o início da campanha estadual, um ato acontecerá em Florianópolis, às 11h, na Esquina Democrática, com a participação de representantes das entidades apoiadoras, banca com distribuição de livros para a população e coleta de assinaturas do Manifesto “Pela Educação e pela Paz”.
Atos semelhantes acontecerão ao longo do mês de maio por todo o Estado.
Vai dizer isso pros gauchos que estão tendo as casas saqueadas no meio da tragédia, porque o estado é incapaz de protege-los.
Pede pra eles defenderem as residencias com livros, um livro pesado bem na cabeça de um bandido é CPF cancelado na certa.
Você é um militarzinho atuante gosta de armas, mas ninguém é perfeito.
E você tem uma paixão enrustida pelo Bozo…
Vai valer pros bandidos também?
Como o ser humano é pequeno..
É duro explicar a importancia dos livros para quem nunca leu um, povo é muito inculto.
boa pergunta LUIS FELIPE, será que os bandidos tbm tem interesse em trocar suas armas por livros? quem acha que o “papai” Estado irá defende-los na hr do caos, ou é muito ingênuo ou muito burro. Por isso a segunda emenda americana garante a posse de armas para cidadão de bem. eu disse posse e não porte que é outra historia.
ps: essa lei só serve para os EUA. aqui que se lasque o povão.
Importante essa campanha chegar in loco lá nos becos das facções criminosas, não direcionar apenas para o cidadão de bem.
Que tal mais livros, menos bandidos!
Quem quer ter armas, que tenha quem não quer, não compre, simples assim! Ligar discurso de ódio, com arma, é retrógrado. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!
O povo precisa assistir Marlon Brando, no filme Viva Zapata! Lições jusfilosóficas sem necessidade de se ler muito, so a legenda do filme, que é preto e branco, mas tem qualidade. Sobre ser indefeso e não poder lutar, neste filme, em especial, a cena em que ele toma o relógio do Presidente do México, dentro do Gabinete deste, justo quando depois de vitóriosos os Agricultures contra o Ditador em uma guerra civil, foram desarmar o povo.