Campanha “Mais Livros, menos armas”

Com o objetivo de alertar para o crescimento de discursos de ódio e da cultura armamentista em Santa Catarina e defender a valorização da educação e dos professores, o Instituto Movimento HumanizaSC (IMHSC), a UFSC, a UFFS, o IFSC, o IFC e dezenas de entidades lançam nesta sexta-feira, 10 de maio, a campanha “Mais livros, menos armas”.
Para marcar o início da campanha estadual, um ato acontecerá em Florianópolis, às 11h, na Esquina Democrática, com a participação de representantes das entidades apoiadoras, banca com distribuição de livros para a população e coleta de assinaturas do Manifesto “Pela Educação e pela Paz”.

Atos semelhantes acontecerão ao longo do mês de maio por todo o Estado.

11 comentários em “Campanha “Mais Livros, menos armas””

  1. Vai dizer isso pros gauchos que estão tendo as casas saqueadas no meio da tragédia, porque o estado é incapaz de protege-los.
    Pede pra eles defenderem as residencias com livros, um livro pesado bem na cabeça de um bandido é CPF cancelado na certa.

    Responder
  2. boa pergunta LUIS FELIPE, será que os bandidos tbm tem interesse em trocar suas armas por livros? quem acha que o “papai” Estado irá defende-los na hr do caos, ou é muito ingênuo ou muito burro. Por isso a segunda emenda americana garante a posse de armas para cidadão de bem. eu disse posse e não porte que é outra historia.
    ps: essa lei só serve para os EUA. aqui que se lasque o povão.

    Responder
  3. Quem quer ter armas, que tenha quem não quer, não compre, simples assim! Ligar discurso de ódio, com arma, é retrógrado. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!

    Responder
  4. O povo precisa assistir Marlon Brando, no filme Viva Zapata! Lições jusfilosóficas sem necessidade de se ler muito, so a legenda do filme, que é preto e branco, mas tem qualidade. Sobre ser indefeso e não poder lutar, neste filme, em especial, a cena em que ele toma o relógio do Presidente do México, dentro do Gabinete deste, justo quando depois de vitóriosos os Agricultures contra o Ditador em uma guerra civil, foram desarmar o povo.

    Responder

Deixe um comentário para GILBERTO Cancelar resposta