Violência doméstica leva 600 mulheres por semana a recorrer à Justiça

Toda semana, mais de 600 mulheres em Santa Catarina recorrem à Justiça para obter proteção. Na outra ponta, apenas nos primeiros meses deste ano, o Judiciário catarinense julgou 106 casos de feminicídio, quase quatro por semana — número 36% maior em comparação a 2024.

Esses são alguns dos números divulgados nesta sexta-feira, 22 de agosto, por magistradas catarinenses durante entrevista coletiva realizada no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), na capital. Elas apresentaram um levantamento inédito sobre a violência doméstica no Estado, que reúne dados de janeiro de 2024 a julho de 2025.

A desembargadora Hildemar Meneguzzi de Carvalho, responsável pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica (Cevid), do TJSC, abriu a coletiva: “Os dados que vamos apresentar não parecem reais, mas infelizmente são”. Coube à coordenadora adjunta da Cevid, juíza Naiara Brancher, apresentar o material. Ao lado delas estava a juíza auxiliar da Presidência Maira Salete Meneghetti.

 

De acordo com o levantamento, a Justiça catarinense concedeu 18.387 medidas protetivas nos primeiros sete meses deste ano, o que equivale a 87 por dia, aumento de 8,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

Previsto na Lei Maria da Penha, o instrumento busca garantir a segurança imediata das mulheres em situação de risco, por meio de determinações como afastamento do agressor, proibição de contato e restrição de aproximação.

Entre janeiro e julho de 2025, conforme o levantamento, o Judiciário de Santa Catarina julgou 23.416 ações relacionadas à violência doméstica — uma média de 111 por dia. Esses números correspondem a 28,93% de todo o conjunto da competência criminal, quase um terço do total de processos previstos no Código Penal, que reúne cerca de 180 tipos de crimes diferentes.

3 comentários em “Violência doméstica leva 600 mulheres por semana a recorrer à Justiça”

  1. Se houvesse seriedade, metodologia científica séria: 1) haveria indicação do percentual dos inocentados; 2) com os inocentados, aí então o percentual dos homens vítimas de denunciação caluniosa; 3) os casos de culpa onde o Estado foi omisso, lento, burocratico permitindo, incentivando ou patrocinando mortes e lesoes, na pessoa de delegados omissos, ausentes e morosos, juízes omissos e morosos e covardes, e promotores avidamente arquivando e extinguindo TCs e inqueritos, ou os embarrigando com mil diligências, para no fim, arquivar tambem. Os casos de inocencia onde promotor denunciou precocemente, sem apuração, sem justa causa. O tempo médio em anos de demora nos processos.

    Os homens são violentos, sobretudo alcoolotras, mas esse viés de fazer propaganda institucional e pessoal de carreira na base da ideologia feminista, sem nenhum cientificismo, protegendo e prestigiando autoridades corruptas, mulheres narcisistas, loucas, alienadoras parentais e tudo o mais… já está fora de moda! É hora do TJSC inventar novidades para fazer marketing e justificar supersalarios ou atacar o problema de homens violetos e mortais com prisão efetiva, tratamento efetivo, rapidez processual.

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  2. Verdade João mais a sociedade gosta de jogar para Baixo do tapete esconde as falsas Denúncias
    É por estas e outras que homens querem ficar sozinho
    E tem também a pensão socioafetiva etc

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    • É isso aí Paulo. Os burocratas dos supersalários precisam entender que nao é demonizando o homem, a paternidade, a instituicao casamento, é que continuarao a nascer novos contribuintes pagadores de impostos para sustenta-los e todos esses cargos e estruturas de Juizas, Promotoras, Tribunais e mil outros servidores públicos burocratas bajuladores, marketing e campanhas. Pelo menos nascer não só em quantidade mas inclusive em famílias solidas, para serem educados não por loucas femininistas “solo”, narcisistas, borderlines, socipatas e Von Richtofens da vida… É preciso fazer justica efetiva, caso a caso, sem demoninar o homem so porque alguem registro BO. Afinal, e presuncao constitucional de inocência?

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