Prefeitos querem que Jorginho revise o programa Estada Boa Rural

A Fecam está solicitando ao governador Jorginho Mello  que revise o programa Estrada Boa Rural. Uma das questões que os prefeitos colocam é com relação ao custo da obra.

O governo estipula um custo de R$ 1 milhão por km, mas eles dizem que “o valor referencial de R$ 1 milhão por quilometro é incompatível com a realidade de custos de pavimentação em diversas regiões do estado, em função da topografia, das condições geológicas e de drenagem, da distância dos fornecedores e do constante aumentos dos preços dos insumos e da mão de Obra”.  

5 comentários em “Prefeitos querem que Jorginho revise o programa Estada Boa Rural”

  1. “Improvisação e frases de efeito” é assim que podemos reduzir esse governo Catarinense. Executividade quase zero (muita mídia, maquiagem ou reformas)! Até as instituições como a Fecam, da matéria, estão intervindo, o que é importante, sobre a viabilidade do asfaltamento em estradas na Amures? Triste. Além de muitas prefeituras da Serra, que estão endividadas, insolventes, mesmo sem realizar “grandes” e “médias” obras de infraestrutura, outras só vem mantendo o básico ou nem o básico corretamente.
    Como muitos comentadores aqui já perceberam não há planejamento, nem a construção de bases sólidas no presente, muito menos p/ o futuro próximo de SC, ao contrário do passado. Colhemos na economia e turismo atualmente feitos plantados por estadistas de outras gestões, estadistas, na sua maioria.
    SC está como a Amures “sem perspectivas de sustentabilidade econômica” , e gargalos que atrapalham a trafegabilidade de pessoas e produtos, assim como o resto do Brasil (infraestrutura, asfaltamento, novas rodovias , ferrovias, portos, aeroportos) e com um problema extra, a grande migração de brasileiros. Esses “migrantes” vem de todo lado, pela propaganda e promessa de prosperidade fácil, de um estado rico! (muitos desses viram indigentes e causam problemas de toda monta, inclusive na Serra que é pobre)
    Já no governos, que se sucedem em todo país, inclusive SC, vem se arrastando aquela prática do tipo: “vamos ver o que dá pra fazer”.
    – Nos EUA quando vc contrata um profissional liberal, ele te diz: “darei o meu melhor”, essa é a cultura de uma NAÇÂO VENCEDORA em tudo, que deu certo. Essa cultura é estendida, principalmente ao “Setor Público”(NASA, CIA, FBI, EXERCITO DE PONTA, FMI, etc) instituições sólidas, e “apenas” dois partidos políticos “dominantes”. Os EUA , ainda são a maior “potência do mundo”, em todos os aspectos. Ajudarão o Brasil a acordar com o “Tarifaço”, assim como “já exigiu do Brasil”, a fazer o dever de casa com a “Lei de Responsabilidade Fiscal”, por exemplo. Antes dessa o país, estados e municípios VIVIAM ENDIVIDADOS, com o “pires na mão” pedindo empréstimos ao FMI, ou que desse a grana, pagando juros astronômicos”. Essa prática travou o desenvolvimento do país por décadas, refletindo até hoje!
    – Já aqui no Brasil é tudo na base do “vamos ver o que dá pra fazer”. Planejamento, , administração, estudo de caso, cálculo de risco, e a possibilidade de acerto ou erro, ZERO !!!! NÃO PRECISA , o “dinheiro é público”, isso é o que passa na cabeça da maioria dos governantes (tanto no executivo, quanto no legislativo), em todas as esferas de poder, ou seja, “não tem dono pode até ser desperdiçado”! Economia é só pro lado do contribuinte sempre! Louvamos o trabalho da Gaeco que ainda irá nos trazer muitas surpresas, podem anotar… é sempre a mesma história p/ quem não tem responsabilidade com aquilo que é público, e jogam com o desrespeito com as normas vigentes.
    Resultado na maioria das vzs são poucas ou nenhuma obra estruturante, na maioria do setor público, e as que saem, ocorrem com atraso, ou são duvidosas, e outras de pouca ou nenhuma qualidade, além dos “elefantes brancos” espalhados Brasil afora.

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  2. Textão.

    Essa sucinta reflexão me fez acreditar que ainda existe pessoas racionais nos blogs afora. Faltou comentar que muitas vezes o poder público é inflado pelo privado com licitações fraudulentas e combinações entres os entes envolvidos para encher as burras de quem convém. As entidades de classe estão cheias de profissionais preocupados em defender seus pares. As vezes penalizam um e outro porém fazem vista grossa para cagadas em geral. Era isso…

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