Definição sobre o Hospital São José pode sair amanhã

Nesta semana deve ser definido o futuro do antigo hospital São José, em Bocaina do Sul. O prédio, que pertence à Mitra Diocesana de Lages, deve ser comprado por um grupo de empresários juntamente à Associação São Francisco, que têm interesse em revitalizar a estrutura.

O médico psiquiatra e vice-prefeito de Bocaina do Sul, Valmir Martins Luciano, acredita que, na reunião marcada para amanhã (23), entre os empresários e os responsáveis pelo prédio, entre eles o bispo Dom Guilherme Antonio Werlang haverá um a definição. “Esperamos a partir desse encontro seja concluída a negociação da compra da estrutura do antigo hospital,” disse.

Vereador Osni quer que terreno da antiga Casan seja utilizado para ampliar o presidio

Depois de 15 anos desde quando a Casan deixou de operar em Lages e se criou a Semasa, ainda vivemos a polêmica da destinação da edificação desde órgão. Inicialmente foi repassada a associação dos funcionários da Casan que deixou o prédio abandonado.

O processo para repassá-lo ao estado levou outros longos anos.

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A ideia era instalar ali a Secretaria Regional de Lages. Esta já fechou e ainda não se sabe exatamente o que será feito do terreno. Por enquanto foi cedido aos bombeiros para que o ocupe para treinamento. Mas, é uma concessão provisória. Esta área já foi prometida para a construção da sede do Consórcio da Saúde, para a ADR e várias outras sugestões surgiram ao longo do tempo. A mais nova proposta é utilizá-lo para ampliação do Presídio Regional de Lages e foi feita pelo vereador Osni Freitas (PDT), assinada ainda por Aidamar Hoffer (PSD) e Ivanildo Pereira (PR) e será enviada ao governador Carlos Moisés. Esta proposta se sustenta na ideia que o vereador Osni tem defendido referente a utilização da mão de obra dos detentos.

Com a ampliação deste presídio, diz ele, poderia ser instalado ali uma fábrica de lajotas utilizando mão de obra destes detentos.

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“Sendo esse um dos raros casos em que absolutamente todos saem ganhando. A sociedade diretamente com a fabricação de tubos, meios-fios e lajotas que beneficiará o grave problema de infraestrutura de nossa cidade, gerando menos custos ao poder público. A plena vantagem ao setor privado (para empresas que quiserem ser conveniadas) retirando qualquer tipo de tributo, encargo previdencial ou vínculo direto. E, por fim, a ressocialização do indivíduo”, justificou.

Osni esteve visitando o presídio e chegou a discutir a ideia com o diretor Diego Lopes que explicou os problemas do sistema e a viabilidade da construção da fábrica, que surgiu como pressuposto prioritário a ampliação do espaço físico.

Ao discutir a proposta na Câmara alguns vereadores foram contra a ideia, entendendo que ao invés de ampliar a unidade prisional do São Cristóvão que o faça então no Presídio Masculino, do Santa Clara, que dispõe de mais espaço e não fica em uma área residencial como este do São Cristóvão. Mais viável mesmo é que seja cedido em definitivo ao Corpo de Bombeiros, que acreditamos, fará bom uso do mesmo.

Marin está pedindo emenda para revitalização da Praça Joca Neves

Vereador Luiz Marin (Progressistas)  apresentou moção a ser enviada à deputada federal Carmen Zanotto, ao deputado federal Celso Maldaner, ao prefeito de Lages, Antônio Ceron, e ao secretário municipal da Fazenda e Administração, Antonio César Arruda:

 

Estão pedindo emenda parlamentar para destinação de recursos com intuito de revitalizar a concha acústica da praça Joca Neves

Estudo de viabilidade no sentido de revitalizar a Concha Acústica da  Praça Joca Neves, dando-lhe melhor aspecto. A revitalização se deve a diversos fatores, dentre eles é que a  Concha Acústica  está servindo de abrigo para moradores de rua.  Salientamos que com a revitalização deste espaço, iremos oferecer mais conforto para as manifestações culturais de nossa região, e lazer para os moradores do entorno da praça.

 

Águia 5 veio a Lages para transportar bebê. Águia 4 ainda em manutenção

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Na manhã deste sábado, 20, a regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) fez contato com a 5ª Companhia (Cia) do Batalhão de Aviação (BAPM), sediado em Lages, para prestar auxílio no transporte aeromédico de um bebê com um mês de vida, portador de problema cardiorespiratório grave, de Lages para o Hospital Infantil em Joinville. 
 
Neste sentido, foi realizado contato com a sede do BAPM em Florianópolis, com a finalidade de viabilizar o deslocamento do Águia 05 (aeronave de asa fixa) para auxiliar neste atendimento, tendo em vista que o Águia 04 (helicóptero) com base em Lages, está passando por manutenção. 
 
Após tratativas, o Águia 05 deslocou-se até Lages com a equipe médica do SAMU, apanhando o bebê e em seguida realizando o transporte aeromédico até Joinville.
 
Devido a gravidade da situação, o transporte aeromédico torna-se o meio mais viável para atender este tipo de demanda, devido a sua agilidade, eficiência e versatilidade que somado ao apoio da equipe médica, que com médico(a) e enfermeiro(a) a bordo, medicamentos e equipamentos especiais, transformam a aeronave em uma UTI aérea, garantindo todo suporte médico possível para que o pequeno paciente pudesse ser transportado sem intercorrências. 
 
Importante frisar que o deslocamento por solo, utilizando-se dos meios convencionais, levaria aproximadamente 5h30 e com apoio do Águia 05 levou apenas 45 minutos, tempo este que, segundo a equipe médica, vai fazer diferença de maneira positiva no tratamento e recuperação do paciente. 
 
“BAPM, voar para SERVIR!”

Conselho expede Nota de Repúdio às declarações do vereador Chagas

NOTA DE REPÚDIO 01/2019

O Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS, no uso das atribuições que lhe confere a Lei Complementar 413/2013 do Município de Lages, vem a público manifestar seu completo repúdio pelas recentes manifestações do Vereador João Maria Chagas quanto a este Conselho. A pauta é vinculada à construção da Capela Mortuária do Bairro Tributo. Este Conselho tem como atribuição fiscalizar as ações da prefeitura no que diz respeito à Assistência Social. Quando da construção da Capela o Conselho solicitou à Procuradoria do Município as informações sobre o processo, pois no mesmo local a própria Secretaria de Planejamento já havia autorizado o aumento da estrutura do CRAS IV. A capela foi construída rapidamente no ano de 2016, e quando houve resposta sobre a questão, já no ano de 2017, o Conselho realizou Visita Técnica e verificou que existe incompatibilidade entre as duas estruturas no mesmo lugar. Foi realizada também análise dos documentos relativos ao terreno, e o que consta é que o lote pertence à Prefeitura desde 1997, quando foi desapropriado, tendo sido cedido para a Associação de Moradores no ano de 2010 e estando expressos no Termo de Permissão de Uso que o terreno deve ser utilizado para o desenvolvimento de atividades esportivas e de lazer da comunidade local, o que não é o caso.

A solicitação que o conselho realizou foi a de que a Prefeitura, como foi responsável pela construção, retorne o terreno, com as medidas cabíveis, às funções do Termo de Permissão de Uso.

Cabe explicar que o Conselho não tem nenhum interesse em deixar a comunidade desassistida em relação aos ritos funerais, porém além da incompatibilidade das atividades que são desenvolvidas, existe Referência técnica para o funcionamento de estabelecimentos funerários e congêneres da ANVISA, que prevê que: “As edificações dos estabelecimentos sujeitos a esta orientação técnica devem observar minimamente as seguintes condições físicas gerais: a) não possuir comunicação física com ambiente de domicílio ou outro estabelecimento que realize atividades não relacionadas às atividades constantes neste documento;”. A comunicação não é vinculada por meio de construção física, mas as atividades do CRAS muitas vezes envolvem barulho e música, por exemplo, o que pode atrapalhar as pessoas que passam por momentos de dor e pesar durante o velório de um ente querido. Da mesma forma, as expressões de uma perda, como choro e lamentos, podem interferir numa atividade socioeducativa de forma significativa.

No que se refere à sindicância, o Conselho não tem o papel de abrir sindicâncias, porém no caso em tela, foi recomendado que a Prefeitura desse os encaminhamentos necessários para apurar a responsabilidade da construção da capela. Talvez por isso o citado Vereador tenha sido chamado. O

Conselho está de posse de toda a documentação comprobatória e ela é de livre acesso a qualquer cidadão.

Ainda é importante dizer que o Conselho é autônomo em relação à Secretaria Municipal de Assistência Social, sendo composto por conselheiros governamentais e não-governamentais e servindo para fiscalizar as ações da Prefeitura. Sendo assim, qualquer problema ou discordância que exista em relação aos nossos posicionamentos e Resoluções deve ser comunicada e dialogada conosco, e não com o Secretário.

Quanto a outras discordâncias que existam entre o atual Secretário e o Vereador, solicitamos que sejam resolvidas sem o envolvimento da estrutura do Conselho.

Sendo o que tínhamos para o momento, subscrevemos.

EDUARDO ANTUNES DE MATOS

Presidente do CMAS

Muita demora na licitação da Área Azul

Ainda estamos na expectativa de que saia a licitação para a exploração da Área Azul. Pelas últimas informações o prefeito Antônio Ceron até consultou o Ministério Público para saber se existiria a possibilidade da Apae assumir a exploração destes estacionamentos, possibilitando assim que também tenha uma nova fonte de arrecadação para a sua manutenção.

A exemplo do que ocorria quando era uma concessão da Samt. Mas, se não deu para a Samt continuar por exigência do Ministério Público, o que determinou sua extinção, tenho minhas dúvidas se para a Apae seja possível. Obviamente que seria uma solução também para cobrir o fim dos repasses da prefeitura a esta entidade, que hoje passa por dificuldades financeiras.

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A verdade é que o edital de licitação da Área Azul tem encontrado algumas dificuldades e esta alternativa acabará protelando ainda mais a solução final. Com a redução das vagas de estacionamento a partir da revitalização do centro, entendo que o funcionamento da Área Azul iria ajudar, uma vez que impediria que apenas um veículo fique um dia inteiro ocupando uma vaga, como ocorre hoje. É fundamental que esteja funcionando assim que concluídas as alterações do centro.

Hoje a exploração dos terrenos baldios para o estacionamento acabou sendo um negócio bem lucrativo para os proprietários. Há cada dia vemos edificações antigas sendo derrubadas e ali surge novo estacionamento. E, cada um cobrar o valor que assim desejar, sendo que alguns exploram mesmo, cobrando valores não compatíveis. Até entendo que precisaria regularizar este novo negócio, pelo menos exigindo que cobrem proporcionalmente a hora quebrada. Esta é uma prática verificada em outras cidades, mas em Lages, não!

Muita gente subiu o morro para acompanhar a encenação da paixão e morte de Cristo

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Polícia Militar estima que cerca de 10 mil pessoas acompanharam a apresentação da Paixão e morte de  Jeus, na manhã desta sexta-feira, no Morro da Cruz.

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Prefeito Ceron acompanhou a celebração e desceu os 500 degraus da escadaria do Morro da Cruz.

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Como todos os anos o Movimento Tabor fez uma belíssima apresentação, acompanhada por milhares de pessoas.

Costume de não comer carne é mais por tradição do que por fé, diz D. Guilherme

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O bispo D. Guilherme Welang disse hoje que  não há nenhuma recomendação de que se preserve o costume de se comer peixe na sexta-feira Santa. Não tem sentido que a igreja recomende que as pessoas que não têm dinheiro para comer carne tenham de comprar o peixe, bem mais caro, na Sexta-feira Santa. Diz ele que isso se faz muito mais por tradição do que por fé.

 “Se isso te remete à pratica da solidariedade e caridade então que vá ao supermercado e compre com este dinheiro alguns quilos de carne é leve às famílias que vivem na periferia”.

Municípios da Amures vão receber R$ 4 milhões do Ministério da Cidadania

 Municípios de SC aguardam o repasse de R$ 75 milhões do Ministério da Cidadania para manutenção da oferta continuada dos serviços da Assistência Social. O número é resultado de um estudo da Fecam que aponta que os atrasos vêm ocorrendo desde o ano de 2017. Em evento da assistência social neste mês de abril, durante a Marcha de Prefeitos, em Brasília, a prefeita de São Cristóvão do Sul, Sisi Blind, entregou em nome da federação, documento solicitando ao secretário nacional da Assistência Social, Lelo Coimbrao repasse regular e automático aos municípios. 

Estes recursos são utilizados pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), Abrigos, Famílias Acolhedoras e Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI).

Os 18 municípíos da Amures vão receber R$ 4 milhões cada um deles. Conforme o levantamento da Fecam, atualmente 122 municípios possuem mais de 12 parcelas em conta.