Finalmente a ponte está sendo concluída. Mas……..

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A ponte da rua Adelaide Alves, do bairro São Luiz finalmente está sendo concluída. Só que achei um tanto quanto desproporcional a altura que ficou em relação ao leito da rua.

Havia necessidade desta toras desta grossura! Aliás, teria de ser concluída em concreto, não de concebe mais pontes de madeira na área urbana.

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Quando forem aterradas as cabeceiras as moradias que ficam ao lado vão sofrer a cada chuva, pois vai entrar água.

Engenheiro Todeschini ficou com a Diretran

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Com a saída do secretário Claiton Bortoluzzi, quem acabou assumindo a Diretran foi o engenheiro Sérgio Todeschini.

Ele já está implementado uma série de projetos, como por exemplo o da sinalização do ponto de interligação da rua Frei Gabriel com as ruas Honorato Ramos e Frei Justino.

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 “Neste trevo, a nova sinalização teve de ser implantada depois que a Frei Gabriel passou a ter mão única, sentido Centro-bairro, formando desta forma o binário com a avenida Anastácio da Silva Mota, na qual o trânsito flui no sentido bairro-Centro." , explicou Todeschini.

Fotos: Marcelo Pakinha

Ari Júnir está me informando que:

"Apenas para constar o engenheiro Sérgio Todeschini é o responsável pelo setor de Engenharia de Trânsito da Diretran, cargo já ocupado por ele no período em que o Claiton estava na Secretaria de Planejamento e Obras. O diretor de trânsito, que está no lugar de Jancito Bet, Nilton Silveira Júnior."

Vereadores exigem que o governador cumpra o repasse do percentual de 15% à saúde

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Vereador Amarildo Farias (PT), com a associação dos edis Bruno Hartmann (PSD), Ivanildo Pereira (PR), Jair Junior (PSD), Mauricio Batalha Machado (Cidadania) e Osni Freitas (PDT), estão enviando ao governador  Carlos Moisés moção de protesto e repúdio contra a derrubada da emenda constitucional nº 72/2016 e de dispositivos da lei estadual 17.527/2018
 
Considerando que a Constituição Federal estabelece apenas o percentual mínimo de 12% de aplicação de recursos na área da Saúde nos estados. Considerando que os estados têm autonomia para aumentar os repasses para a Saúde, o que é uma prerrogativa do parlamento estadual, isso para atender as demandas da sociedade conforme a necessidade.
 
Considerando os efeitos inegavelmente positivos da emenda constitucional 72/16, que prevê o repasse de 15% da receita líquida do estado para a área da Saúde no ano de 2019.
 
Considerando que os repasses da União para municípios na área da saúde já tiveram queda em razão do congelamento do orçamento do Governo Federal para os próximos 20 anos, promovido pela Emenda Constitucional nº 95/2016. Considerando, por fim, que estamos no limiar de uma grande crise para as prefeituras do estado.
 
Requer-se que seja encaminhada a presente Moção de Protesto e Repúdio ao Governo do Estado de Santa Catarina, pugnando pela imediata suspensão dos atos judiciais que tem por objetivo a derrubada da Emenda Constitucional nº 72/2016 e de dispositivos da Lei Estadual 17.527/2018, a fim de que seja promovido um efetivo e qualificado debate com todos os seguimentos da saúde catarinense, na busca de alternativas à proposta apresentada, evitando a retirada dos recursos conquistados ao longo dos tempos e de muitas lutas históricas.

 

Questionamentos com relação às licitações

Vereador Jair júnior está fazendo uma série de indagações ao prefeito Ceron a respeito do encaminhamento das licitações. A começar, quer saber a respeito da concessão da festa Nacional do Pinhão.

 1 – Será lançado edital de licitação para promoção da Festa Nacional do Pinhão? Quando? Em que fase se encontra?
2 – Será lançado edital de licitação para os pontos de comércio do calçadão? Quando? Em que fase se encontra?
3 – Será lançado edital de licitação para os pontos de comércio do mercado público? Quando? Em que fase se encontra?
4 – Em relação a alguma dessas licitações, há conversas com empresas ou interessados para elaboração do edital?

Considerando a demora com que ocorrem as licitações, ou melhor, a elaboração dos editais, terão de inciar agora para que no início do ano que vem já estejam prontos.

Sobre a revitalização do Calçadão, me surpreendi com a estrutura que está sendo erguida no acesso pela rua Nereu Ramos.

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No projeto me pareceu que esta estrutura que se vê ao fundo era muito mais leve. Ali ficarão as lojinhas. Veja como está prevista no projeto original:

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Houve novo deslizamento de terra na Serra do Corvo Branco

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Neste final de semana novamente houve deslizamento na Serra do Corvo Branco e ficou fechada durante toda a tarde do último domingo.

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Olha a imensa pedra que caiu sobre a pista, na foto de Wagner Urbano

O deslizamento de terra e pedras aconteceu por volta das 14 horas deste domingo. Felizmente nenhum veículo foi atingido.

Na realidade, pelas condições da rodovia, deveria ser fechada definitivamente até que fosse realizada a sua revitalização.

Nota

Serra do Corvo Branco

A Secretaria de Estado da Defesa Civil (SDC) informa que o trânsito na SC 370, SERRA do Corvo Branco, está liberado. O local ficou temporariamente fechado no último domingo (07) devido à queda de rochas na pista.

A Defesa Civil de Santa Catarina alerta e recomenda que os motoristas redobrem a atenção no local e não trafeguem na Serra do Corvo Branco em dias de chuva.

Nesta segunda-feira, com base no planejamento da SDC, técnicos da Defesa Civil estão em trabalho de campo na Serra do Corvo Branco para o início do levantamento de informações para a elaboração de um Plano de Trabalho para obras de estabilização de encostas.

“Vamos levantar todos os pontos que sofreram deslizamentos e queda de blocos adjacentes à SC-370 que liga o município de Grão Pará a Urubici”, explicou o Secretário de Estado da Defesa Civil, João Batista Cordeiro Jr.

A ação, além de levar segurança para as pessoas que trafegam no local, tem o objetivo de captar recursos junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional, do Governo Federal, para a realização das obras necessárias. A mesma ação já foi realizada na Serra do Rio do Rastro e garantiu o repasse de R$ 19 Milhões, a obra que já está sendo licitada pelo DEINFRA.

 

Informações: G1 SC

Jair quer saber o que a Secretaria do Desenvolvimento Econômico está fazendo

Conforme o vereador Jair Júnior é preocupante ter uma secretaria que não conseguiu fazer nenhuma reversão dos terrenos doados em dois anos.

“Temos de saber o que a secretaria está fazendo. Porque, no turismo, não tem turismo na cidade. Só fazia o brilho de Natal e que também foi passada para a Fundação Cultural. Qual a justificativa para se manter uma Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo se ela não tem função. Só serve para cabide de emprego”, disse ele.

Nenhum terreno retornou à prefeitura e vereadores criticam a falta de ação da secretaria do Marião

 

Há certa de um mês o vereador Lucas Neves (PP) fez um pedido de informação a respeito da Lei da Reversão dos terrenos doados pela prefeitura. Isso porque a Secretaria de Desenvolvimento Econômico anunciou por várias vezes que estava fazendo a reversão destes terrenos, mas de outro lado inúmeros empresários estão solicitando áreas e não são atendidos.  Nesta semana ele recebeu a resposta em oito sucintas linhas e levou ao conhecimento do plenário.

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“Fizemos o questionamento para saber porque esta lei não estava sendo cumprida pela prefeitura e a resposta foi bem econômica: foram encaminhados oito processos nos últimos dois anos e não houve nenhuma reversão”. Soube também que três pequenas empresas receberam terrenos nos últimos dois anos.

“Talvez seja por este mesmo motivo, a falta de incentivo, que recebemos tanta gente em nosso gabinete pedindo emprego. No ano passado, de acordo com dados do Caged, nós tivemos um saldo de 20 míseras vagas. Se não tivesse aberta a Havan, o saldo seria negativo”, contabilizou o vereador.

“A lei não é cumprida e pelo jeito não tem um real para poder comprar um terreno e estamos com uma fila de desempregados que aumenta a cada dia,”disse ele.

 

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Maurício Batalha lembrou que a atual administração poderia retomar o projeto do Business Park, o condomínio industrial fechado, da administração passada, que disponibilizaria em torno de 300 terrenos, dos quais 100 ficariam para o município doar a quem quisesse.

O terreno ainda está lá (terreno da Sinotruk) e conforme Maurício, a prefeitura está tentando negociar com o estado, mas vai ter de pagar por ele. Lembra que o projeto estava pronto, com empresas já pré-contatadas em fase de confirmação da vinda de oito a 10 empresas de porte médio e grande, e com pessoal fazendo a captando em outros estados. O grupo empreendedor prospectava a abertura de 20 mil empregos em 10 anos.

“Faço um apelo para que a prefeitura retome o projeto, seja com o grupo que tinha sido contratado ou com outro”, disse. Lucas também havia perguntado quais as dificuldades que a prefeitura estava encontrando para fazer a reversão dos terrenos doados e que não foram utilizados pelos empresários e a resposta que teve foi de que “são pertinentes ao entendimento jurídico. Tão medíocre quanto a resposta deste pedido de informação é a gente saber a informação de que apenas três empresas, em dois anos, foram beneficiadas e não conseguiram fazer nenhuma reversão".

O presidente da Câmara, Vone Scheuermann (MDB) se propôs a marcar uma reunião com o prefeito para pedir agilidade, pois ele mesmo tem conhecimento de empresário que recebeu área, embora tivesse dinheiro suficiente para adquirir uma, não construiu e não quer devolver.