Comandante Moisés se reúne com o futuro ministro Guedes

5bf7053d1f5dd_1.jpg

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, recebeu na tarde desta quinta-feira (22), em Brasília, a comitiva catarinense, composta pelo Presidente do PSL/SC, Lucas Esmeraldino, do Governador eleito, Carlos Moisés da Silva, dos deputados federais, Daniel Freitas e Fábio Schiochet, além do secretário-geral da sigla, Diego Goulart, e do atual secretário da Fazenda, Paulo Eli. Em pauta, a situação da economia brasileira e catarinense.

O comandante Carlos Moisés da Silva, aproveitou o momento para falar sobre a dívida pública de Santa Catarina, pontuando a necessidade de unir forças entre os governos estaduais e o federal.

“Nossa atenção está totalmente voltada para buscar meios de sanar a dívida do Estado, enxugar a máquina pública e fazer a economia de Santa Catarina crescer a cada dia. E, assim como nosso futuro Presidente destacou em reunião recente, se o Brasil não der certo, os Estados também não darão. É hora de buscarmos caminhos, juntos”, sublinha o Governador eleito.

Finalizando o encontro, o atual secretário da Fazenda, Paulo Eli, apresentou alguns dados sobre a economia catarinense.

Muitas flores nos canteiros das avenidas

0.jpg

Se eram estas as plantas que o secretário Euclides Mecabô disse que nos surpreenderiam ao florecer, valeu a expectativa. Sã bonitos mesmo estes lírios da cor salmão.

 

0_1.jpg

Uma primeira leva de mudas (30 mil) estão sendo plantadas e até o final do verão a estimativa é chegar a 80 mil mudas, das seguintes espécies: delfino, sálvia vermelha, alysson, tajet, sunpatiens, além de cinerária e festuca (arbustos ideais para formar as bordas dos canteiros).

Fotos: Marcelo Pakinha

Caminhão carregado de maçã tomba na SC 114

34681734_a50f_4505_86c9_aca2135507ca_696x392.jpg

Os bombeiros de São Joaquim  levaram mais de duas horas para conseguir tirar o motorista desta carreta das ferragens.

acidente aconteceu na SC-114, próximo à entrada da Santa Rita, entre Lages e São Joaquim. Pelo visto tombou ao fazer uma curva. Estava carregada de maçã.  O motorista, Joceni Pinheiro, 39 anos,  é natural de Brasília, no Distrito Federal.

https://notiserrasc.com.br/

Assessor esclarece que as entidades sociais é que farão a logística de distribuição dos alimentos

Bom dia, Olivete.
Sobre seu comentário a respeito do projeto do deputado Gabriel Ribeiro, cabe ponderar que todos os restaurantes do país devem estar conforme as normas da Vigilância Sanitária. Caso contrário, são fechados ou readequados quando bate a fiscalização. Não há em lugar algum do mundo um fiscal na porta de cada estabelecimento.
É claro que o arroz vira bolinho e o bife se transforma em picadinho. Mesmo assim, infelizmente, toneladas de comida pronta e saudável vai para o lixo. Tristemente somos considerados “campeões em desperdício “. Pessoalmente, posso lhe garantir que quem atua com voluntariado remove montanha em busca de algo, no caso, um tanto de comida para beneficiar alguém. E caberá às entidades sociais que atuam no voluntariado a logística de transporte, acondicionamento e distribuição dos alimentos que hoje vão para o lixo. 
Espero que os demais políticos também sejam propositivos, pois já sobra gente de braços cruzados e na torcida para que as iniciativas deem errado. As proposições precisam ser questionadas para que melhorem, e isso foi feito durante três anos durante a longa tramitação do projeto, que esteve aberto ao público para recebem comentários e reparos. E o que foi aprovado em plenário foi o resultado disso tudo.
Estamos sempre à disposição para qualquer esclarecimento.
Abraço 
 
Tarcísio Poglia
Assessor do deputado Gabriel Ribeiro

Os 20 anos do Prêmio Empreendedot

Sem título_1.jpg

Hoje o Correio Lageano homenageia as empresas que mais contribuem para o desenvolvimento de Lages. E faz isso exatamente no dia em que Lages completa 252 anos de fundação.

Há 20 anos é entregue este prêmio, criado ainda pelo saudoso José Paschoal. Baggio.

Economia com o fechamento das ADRs está longe do que imaginavam os candidatos

O coordenador da transição do futuro governo de SC, Luiz Felipe Ferreira, disse esta semana que a desativação das ADRs vai ser o primeiro ato do governador Moisés, pois serão desativadas por decreto. A extinção propriamente dita acontecerá na reforma administrativa cujo projeto será enviado para a Assembleia que só inicia os trabalhos em fevereiro. A menos que haja uma convocação extraordinária em janeiro. Admitiu que está havendo muita pressão para a manutenção das 20 ADRs, mas já é decisão tomada. 

"Vamos redesenhar a descentralização", disse ele, para assegurar que as regiões não ficarão desassistidas. O governador eleito, Comandante Moisés já sinalizou durante a campanha a respeito do papel das Associações de Municípios como representantes regionais. Mas, é um novo modelo que ainda não conseguimos visualizar.

Em Lages, a ADR tem 87 funcionários e, destes, somente oito são comissionados. Na realidade a maioria dos comissionados que atuavam na ADR de Lages estavam lotados na Casa Civil. Ali estava inclusive a esposa do depois secretário regional, que acabou indo para a Câmara de Vereadores na presidência de Aidamar Hoffer, e vários outros.

Portanto, dos 1.341 funcionários das 20 ADRs, apenas 146 são comissionados e sujeitos a demissões .

A economia não será de R$ 440 milhões, valor previsto no orçamento de 2019.

Estes efetivos que atuam hoje nas ADRs continuarão no governo, embora não nas Agências de desenvolvimento, mas nos órgãos em que estariam lotados anteriormente. Exemplo disso seria o ex-gerente regional de Educação, Humberto Oliveira, que continua como funcionário da Secretaria da Educação. Significativo será o enxugamento dos comissionados como um todo e que hoje somam cerca de 1.700.

Um dos argumentos dos que defendem a manutenção da estrutura, pelo menos por enquanto é de que as ADRs estariam tocando muitas obras pelo estado. Mas, pela qualidade da maioria das obras que o estado tem entregado, não acredito que este acompanhamento mais a distância tenha maiores consequências.

Será que tem eficácia esta lei do deputado Gabriel?

Plenário da Alesc aprovou nesta terça-feira, projeto de lei do deputado Gabriel Ribeiro que combate o desperdício de alimentos.

Permite que restaurantes doem a entidades assistenciais a comida pronta que não foi servida aos clientes, não perdeu o valor nutricional, porém não tem mais valor comercial. A matéria segue para a sanção do governador Pinho Moreira. Mas, é bom lembrar que para isso funcionar é preciso a concordância dos restaurantes, pois normalmente reaproveitam a comida não servida. Fiquei até curiosa para saber da eficácia desta lei.

O projeto Mesa Brasil, do Sesc já faz um belo trabalho recolhendo alimentou das feiras, por exemplo. As frutas e legumes não comercializados  podem  ser aproveitados. É isso que este programa faz. E muito bem!

Mas recolher alimentos não servidos nos restaurantes…. Segundo o deputado caberia à Vigilância Sanitária examinar e distribuir os alimentos. Fico imaginando então: em um determinado restaurante sobrou um quilo de macarrão, em outro uma panela de arroz, e num terceiro uma travessa de salada… e a Vigilância tem de ficar correndo a cidade para reunir tudo isso para levar à alguma instituição.

Obviamente que não vai sobrar carne alguma porque sabemos que o churrasco de hoje será o picadinho ou o escondidinho de amanhã e o pastel do final de semana. Dá para imaginar?

Vereador Jair diz que não “se vendeu ao sistema”

Tô pra dizer pra vocês que ser vereador não é muito fácil não. Você coloca seu nome na disputa contra mais de duzentas pessoas, algumas com poderio financeiro bem alto.

Na campanha encontra eleitor e candidato acreditando que essa é a hora de tirar vantagem. Tem que ensinar pra boa parte das pessoas que vereador não faz obra e nem tem poder de gestão. Tem quem compra voto e tem quem vende. E você ali, enfrentando o sistema.

É eleito e imediatamente vira ladrão. Tem que provar que não é corrupto, e não o contrário. Entra na vala comum. O tratamento muda. Vira rico para muitos.

Alguns pensam que você tem que cometer crime eleitoral constantemente, afinal, seu dever é ser assistencialista. A partir de agora você já não tem mais a discricionariedade de escolher se compra ou não uma rifa. É sua obrigação comprar todos os números, pois seu salário é pago com os impostos.

Você tem que começar a resolver os problemas que os prefeitos anteriores não resolveram. Asfaltar rua, tapar bueiro, acabar com as enchentes e diminuir impostos. Fazer projetos. Mas não projetos de lei, e sim projetos de ruas e projetos de obras.

Estar presente em bares e festas de igreja, e se der tempo pensar em trabalho legislativo. Afinal, ninguém se importa mesmo com isso. Qual comissão você faz parte ninguém sabe. Se der tempo de ler todas as leis que vota, tudo bem, se não der, tudo bem também. O segredo é fugir de coisas polêmicas.

Não precisa participar de todas as sessões, afinal, o povo não participa mesmo. Tem mesmo é que ser próximo do prefeito e votar de acordo com os interesses dele, pois senão as máquinas não vão para o meu bairro. Fiscalização é fazer indicações para o patrolamento de ruas.

Tem que indiciar algumas pessoas para trabalhar na prefeitura para garantir a reeleição, pois ninguém ganha sozinho. Trabalhar para o deputado que vai me trazer emenda e para o governador do meu partido. Puxar o saco de presidentes de bairros.

Infelizmente alguns acham que ser vereador ainda é isso. Ainda bem que o pensamento está mudando. Ainda bem também que não me vendi ao sistema. 

Vereador Jair Júnior (PSD)

http://onnews.com.br

 

 

Incompreensível a matéria, haja vista que ao reclamar dos desdobramentos que a população exige, ela é que o colocou na Câmara. Se a decepção é grande a pergunta que fica é porque entrou na política?
Por favor que chegue ao Vereador para eu entender a sua posição.
Obrigado,
Luiz Carlos Ribeiro
Lages