Emendas para a infraestrutura na área da habitação

A Comissão de Finanças e Tributação  da Assembleia apresentou parecer favorável ao PL 69/2024, do deputado Marcius Machado (PL), que visa promover alterações na Lei Complementar 422/2008, que instituiu o Programa de Habitação Popular (Nova Casa) e criou o Fundo de Habitação Popular do Estado de Santa Catarina.

O objetivo da proposição é permitir que o governo possa realizar ações na área da infraestrutura utilizando recursos provenientes de emendas parlamentares.

O encaminhamento teve por base o voto do relator, deputado Ivan Naatz (PL), pela inexistência de óbices financeiros e orçamentários à matéria.

Na sequência, o projeto segue para as comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público; e de Transportes, Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura.

É preciso padronizar a legislação para tratar das demandas do Procon

Em reunião extraordinária na tarde desta quarta-feira (15), a Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte e de Legislação Participativa recebeu a diretora de Relações e Defesa do Consumidor (Procon) da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviço (Sicos), Michele Alves Correa Rebelo, para tratar das demandas do Procon estadual e abordar outras temáticas de interesse público. O convite partiu do deputado Mario Motta (PSD), presidente do colegiado.

As diferenciações relativas à legislação utilizada em cada município e a falta de uma padronização estadual estiveram na pauta da reunião. Michele Rebelo entende a importância da Assembleia Legislativa ter uma Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, pois acredita que a temática precisa ser melhor discutida.

“Precisamos discutir a possibilidade de uma legislação mais forte para que possamos ter um protagonismo no estado de Santa Catarina e, quem sabe, se tornar referência no Brasil em relação à defesa do consumidor. Eu vejo que a gente pode construir uma minuta junto com o governo e com a Alesc no sentido de fortalecer o Procon para que a gente tenha investimentos maiores em tecnologia, quem sabe um fundo próprio e outras políticas para darmos mais amparo aos municípios catarinenses.”

Para Mário Motta, quando a diretora fala de uma dificuldade, significa que há uma necessidade de padronização da legislação. Atualmente, os Procons municipais estabelecem suas formas de participação. 

Lucas relata situação de estradas na Serra

O deputado Lucas Neves (Podemos) prestou contas aos colegas da Bancada e à comunidade Serrana sobre a recuperação de várias rodovias e garantiu que o Executivo já conta com os projetos de engenharia para recuperar os trechos danificados pelas intempéries.

Lucas citou, entre outras, a SC-120, entre São José do Cerrito e Curitibanos; a SC-114, na Serrinha, em São Joaquim; a SC-390, em Bom Jardim da Serra; e trecho da SC-112, em Rio Rufino.

“Foi feito o trabalho emergencial para passagem de veículos nesses trechos, não tem nenhuma obra construída. A obras de reestruturação têm de ter projeto de engenharia e há poucos dias foram entregues para que em muito breve as obras sejam contratadas, obras complexas que vão demandar um grande volume de investimentos. Seguiremos acompanhando.”

Equipe da Defesa Civil e voluntários se deslocam para a cidade de Muçum

Na primeira hora da manhã desta quarta-feira (15), uma equipe da Defesa Civil de Lages e voluntários se mobilizaram para o deslocamento até a cidade de Muçum, no Rio Grande do Sul. Assim como outros municípios catarinenses, Lages também prestará apoio a uma cidade gaúcha que sofre as consequências da maior tragédia climática da história do Estado vizinho.

O prefeito Antonio Ceron assinou o decreto n° 21.321, que autoriza o município de Lages a ceder bens ao município de Muçum (RS), em razão do estado de Calamidade Pública do Rio Grande do Sul, decorrente das fortes chuvas que atingiram o Estado. O decreto tem validade por trinta dias, podendo ser prorrogado conforme a necessidade.

No comboio que seguiu para a cidade gaúcha, seguem dez servidores da Prefeitura de Lages, a maioria da Defesa Civil, mais dois voluntários, além do maquinário, composto por duas retroescavadeiras, duas caçambas, um caminhão com escavadeira hidráulica e duas viaturas.

Sargento Lima deixou a pasta da Segurança Pública

O deputado Sargento Lima (PL) deixou a Secretaria de Estado da Segurança Pública e retornou à Assembleia Legislativa nesta terça-feira (14).

Quem assumiu a pasta foi o secretário-adjunto, o coronel da reserva do Corpo de Bombeiros Militar, Flávio Rogério Pereira Graff. Ele estava como adjunto desde fevereiro deste ano.

Sargento Lima é pré-candidatura à prefeitura de Joinville.

O vereador Jean Felipe foi para o Rio Grande do Sul para ajudar nossos irmãos gaúchos e para justificar sua ausência das sessões da Câmara apresentou um atestado de saúde. Segundo ele teria pego uma virose!

Falta de efetivo de policiais penais resulta na sobrecarga de trabalho e clima de tensão

A falta de efetivo foi apontada como um dos principais problemas para as condições de trabalho dos policiais penais, tema de audiência pública promovida pela Comissão de Segurança Pública da Alesc, na manhã desta terça-feira (14), no Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright. A realização do debate foi um pedido do Sintespe, sindicato que representa os servidores públicos estaduais, ao deputado Fabiano da Luz (PT), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público.

Conforme os participantes da audiência, a falta de efetivo, aliada também às condições estruturais das unidades prisionais do estado, leva à sobrecarga de trabalho. Somada à periculosidade que envolve a função dos policiais penais, esse cenário resulta em problemas de saúde mental nos profissionais da categoria que, em casos mais graves, terminam em suicídio.

“O clima de tensão é muito grande, o número de profissionais é insuficiente”, afirmou o médico do trabalho Roberto Carlos Ruiz, assessor do Sintespe. “É preciso que o governo abra um diálogo permanente para aperfeiçoar o serviço de atendimento à saúde do servidor. É fundamental esse suporte.”

A presidente do sindicato, Marlete Gonzaga, reforçou a necessidade de melhorias nas condições de trabalho dos policiais penais. “É uma profissão que tem necessidades específicas. Se o Estado não reconhece isso, traz sofrimento, prejuízo.”