Arrecadação com IPTU deve chegar de R$ 23 a 24 milhões

Segundo o secretário da Administração e Fazenda, Alexandre Martins, informou esta semana que já foram arrecadados R$ 17 milhões do IPTU deste ano. Ele acredita que até o final do ano deverá entrar nos cofres da prefeitura R$ 5 a 6 milhões, chegando aos mesmos níveis do que foi arrecadado com este imposto no ano passado que foi de R$ 23 milhões.

Ele observa que a cada ano vem diminuindo a inadimplência dos contribuintes que já chegou a ser de 40% há alguns anos atrás.

Farmácia móvel: facilitando vida de quem mora no interior

A prefeitura de Bocaina do Sul está implementando hoje um serviço que até já foi prometido em campanha por candidatos a prefeito de Lages, mas nunca aconteceu. Até acho que Bocaina será pioneira nesta ação: a farmácia básica móvel.

Este veículo carregado com remédios da farmácia básica percorrerá o interior do município, acompanhando a equipe médica que se desloca para entender as comunidades do campo e à medida que as pessoas são encaminhadas para consulta, já saem com o medicamento em mãos. Isso facilita, porque não precisarão se deslocar até o centro da cidade para buscar os medicamentos.

Dias de sol e tempo seco estão contados

De acordo com o departamento de Monitoramento Meteorológico da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil (SDC), os dias de sol e tempo seco estão contados em Santa Catarina. O bloqueio atmosférico, que vem sendo responsável por deixar o tempo seco, muda de posição, permitindo que a instabilidade retorne ao estado. As áreas chuvosas se estabelecem entre Santa Catarina e o Rio Grande do Sul. 

A partir da noite de sábado,15, volta a chover de forma persistente no norte gaúcho, devido a uma frente semi-estacionária que por alguns momentos se aproxima mais do estado catarinense e em outros recua, mantendo a chuva persistente nestas regiões. 

Em Santa Catarina, a chuva começa em regiões de divisa com o Rio Grande do Sul, entre o Extremo Oeste e o Litoral Sul, na noite de sábado,15, e ganha força nessas regiões a partir da tarde de domingo,16.

Entre a segunda,17 e a quarta-feira, 19, a instabilidade se posiciona entre o norte gaúcho e a região central catarinense, mantendo a condição para chuva, por alguns momentos de forma mais intensa e acompanhada por temporais, principalmente nas áreas de divisa com o estado vizinho. 

O restante da semana será chuvoso em toda Santa Catarina, confirmando a mudança de padrão atmosférico, com o retorno da chuva para todas as regiões catarinenses e favorecendo também o declínio das temperaturas em todo estado. 

Empreiteiras receberam a ordem de serviço para pavimentar 21 ruas

Ruas e avenida, metragem, serviços, valores, prazos e empresas:

  • Aliados Futebol Clube, situada no bairro Santa Mônica – 216,42 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 498.900 – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • Anápolis (trecho 1) – bairro Santa Helena – 296 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 965 mil – Prazo de execução: 210 dias (sete meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • Cláudio Galeno – bairro Várzea – 301,35 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 572 mil – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) -Empresa: A.S. Construtora Ltda.
  • Delfim Moreira – bairro Santa Maria – 194,58 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em lajota, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 299.300 – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: José Roni Ferreira Fernandes – Base Forte
  • Dos Tucanos – bairro Restinga Seca – 137,60 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 239 mil – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • Francisco Felício de Miranda – bairro Várzea – 145,73 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em lajota, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 282.900 – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: A.S. Construtora Ltda.
  • Frei Henrique de Coimbra – bairro Guarujá – 419,98 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 1.084.000 – Prazo de execução: b210 dias (sete meses) – Empresa: A.S. Construtora Ltda.
  • Hercílio Granzotto (trecho 1) – bairro Conta Dinheiro – 240 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 960 mil – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: A.S. Construtora Ltda.
  • Ilhéu da Coroa Vermelha – bairro Guarujá – 435,36 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em lajota, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 758.595,69 – Prazo de execução: 180 dias (seis meses) – Empresa: José Roni Ferreira Fernandes – Base Forte
  • Jair de Souza Passos – bairro Promorar – 175,96 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 406 mil – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • João Goulart (trecho 1) – bairro Tributo – 700 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 1.175.000 – Prazo de execução: 210 dias (sete meses) – Empresa: A.S. Construtora Ltda.
  • Luiz Matias – bairro Maria Luiza – 106,84 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 268 mil – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: A.S. Construtora Ltda.
  • Marechal Olímpio da Cunha – bairro Várzea – 265,42 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 555 mil – Prazo de execução: 180 dias (seis meses) – Empresa: Saninfra Engenharia Ltda.
  • Maria de Melo Küster – bairro Santa Maria – 241,80 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em lajota, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 828.900 – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • Porto Seguro (trecho 1) – bairro Guarujá – 241,31 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em lajota, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 439.650,74 – Prazo de execução: 180 dias (seis meses) – Empresa: José Roni Ferreira Fernandes – Base Forte
  • Roquete Pinto (trecho 2) – bairro São Miguel – 217,96 metros de extensão a serem pavimentados Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 477.800 – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • Vinte e Dois de Abril – bairro Guarujá – 291,63 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em lajota, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 457.900 – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • Salustiano Henrique Neto (trecho 1) – bairro Centenário – 460 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 1.580.000 – Prazo de execução: 210 dias (sete meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • Salvador Pucci Sobrinho (trecho 1) – bairro Várzea – 192 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 449 mil – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: A.S. Construtora Ltda.
  • Teixeira de Freitas – bairro Copacabana – 167,45 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 496 mil – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.
  • Valério Antunes (trecho 2) – bairro Copacabana – 220 metros de extensão a serem pavimentados – Drenagem pluvial, terraplanagem e obras correntes, pavimentação em asfalto, urbanísticos e sinalização de trânsito para revitalização, com fornecimento de material – R$ 648 mil – Prazo de execução: 120 dias (quatro meses) – Empresa: Construtora Branger Ltda.

No total são 5,64 quilômetros de pavimentação e todas as frentes tem de quatro a seis meses para sua execução. Portanto, parte destes asfaltamento só serão concluídos na outra gestão. Na grande maioria das 21 ruas o asfalto será executado em pouco mais de 100 metros ou 200 metros. A preocupação da administração é contabilizar o número de ruas pavimentadas, não interessando a extensão destas obras. Querem chegar a mais de 300.

Apenas uma tem mais de 300 metros a Claudio Galeno do bairro da Vázea, as quatro restantes têm mais de 400 metros:  420 metros (Frei Henrique de Coimbra – bairro Guarujá ); 435 metros (Ilhéu da Coroa Vermelha – bairro Guarujá), 460 metros (Salustiano Henrique Neto (trecho 1) – bairro Centenário) e 700 metros da rua João Goulart (trecho 1) – bairro Tributo, que é o de maior extensão.

Homem morre ao cair com parapente no Mirante

5º Batalhão de Bombeiros Militar

Tipo: Salvamento/Busca/Resgate
Gênero: Queda de Parapente
OBM que realizou o atendimento: Lages
Viaturas: AR 104 e ASU 481
Data: 13/06/2024
Local do ocorrido: Estrada Geral da localidade de Mirantes.
Município: Lages
Horário: 12h30min

A guarnição do AR 104 deslocou juntamente com a guarnição do ASU 481 até a Estrada Geral na localidade de Mirantes onde segundo informações um masculino teria sofrido uma queda de parapente. Ao chegar no local foi confirmado a natureza da ocorrência onde segundo o informações um masculino de aproximadamente 40 anos, teria caído com o parapente e ficado enroscado a uma altura aproximada de 4 metros e que a vítima mesmo teria se soltado. No momento da chegada a vítima foi encontrada em parada cardiorrespiratória apresentando também fratura exposta na perna direita e suspeita de fratura em região de arcos costais. Após uns 15 minutos de reanimação cardiopulmonar, a equipe da USA 01 do SAMU de Lages chegou no local e o médico atestou o óbito. A guarnição do AR ficou no local até a chegada da Polícia Científica. A equipe do Águia da Polícia Militar também esteve no local.

Lucas repudia proposta de proibir reflorestamento com pinus na Serra

“Essa proposta é descabida e sem propósito. Peço que essa ideia não avance aqui na casa”, declarou o deputado Lucas Neves (Podemos) na tribuna da Alesc nesta quinta-feira, ao se posicionar contra a proposta de proibir o reflorestamento com pinus em algumas áreas da Serra Catarinense.

Santa Catarina é o maior produtor e exportador de madeira serrada do Brasil. O estado ocupa o quinto lugar em base florestal plantada, com 16 mil produtores de pinus e mais de 100 mil empregos diretos no setor. Somente na Serra Catarinense são 20 mil postos de trabalho.

“Uma Lei Federal do ano passado já retirou a silvicultura da lista de atividades causadoras de degradação ambiental. Da mesma forma, o Conselho Estadual do Meio Ambiente de Santa Catarina, com base em entendimento técnico, científico e jurídico, retirou a necessidade de licenciamento ambiental para o cultivo do pinus. É importante ressaltar que o setor agroflorestal já enfrenta uma legislação bastante dura; ou seja, não existe necessidade de apertar ainda mais”, destacou Lucas.

Neves citou ainda que a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) está preocupada com o texto que o deputado Ivan Naatz quer aprovar. Em nota, a FIESC sugere que essa legislação vai contra a liberdade econômica garantida pelas leis brasileiras, pode prejudicar economicamente pequenos produtores rurais e causar custos desnecessários ao Estado.

“A proposta vai gerar prejuízos aos setores florestal, serrarias, moveleiro e indústria de celulose e papel. No estado, 97% da madeira destinada à celulose e papel é de pinus e 80% de toda a produção da indústria de madeira sólida e painéis provém de florestas de pinus. Só o setor moveleiro arrecada mais de R$ 200 milhões em tributos. Além disso, a lei vai na contramão do agronegócio. Os produtores catarinenses precisam ter liberdade para cultivar o que bem entenderem em suas terras”, destacou o parlamentar.

O discurso do presidente da Bancada da Serra teve apoio de outros deputados estaduais em plenário. Um estudo de 2019 do Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV/Udesc) revelou que a área total de florestas plantadas em Santa Catarina é de 828,9 mil hectares, sendo 67% com pinus e 33% com eucalipto. Segundo o setor, a silvicultura teve uma redução de mais de 100 mil hectares nos últimos 10 anos. Terras anteriormente ocupadas por pinus e eucalipto agora são destinadas ao cultivo de soja, milho e pastagem.

Gaeco desencadeou uma operação em Joaçaba na manhã desta quinta-feira

Na manhã de quinta-feira (13/06/2024), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e o Grupo Estadual de Enfrentamento a Facções Criminosas (GEFAC) deflagraram a Operação “BALTHUS”, em apoio à investigação conduzida pela 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Joaçaba.

A operação é resultado de investigações que iniciaram há mais de um ano. Em consequência, o GAECO cumpre, nesta quinta-feira, 11 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva e três de suspensão cautelar do exercício da advocacia, expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Joaçaba.

A Operação Balthus recebeu esse nome em alusão a um tipo específico de nó de gravata, o “nó Balthus”. No linguajar prisional, “gravata” é o termo utilizado pelos detentos para se referir aos advogados. O nome da operação reflete diretamente o foco das investigações: advogados suspeitos de abusar de suas prerrogativas profissionais para facilitar a comunicação, ou – sintonia-, entre os presos.

Esse processo de comunicação coloca a sociedade em risco e promove o crescimento e avanço contínuo de organizações criminosas, principalmente porque tem se tornado um método eficaz para o funcionamento do sistema de comunicação entre criminosos, garantindo que as informações ilícitas permaneçam sendo transmitidas, por meio de advogados, entre eles e para terceiros.

As ordens judiciais estão sendo cumpridas nas cidades de Joaçaba, Capinzal, Ouro, Água Doce e Piratuba. Participam da operação dois Promotores de Justiça e 24  Policiais integrantes do GAECO, e 10  viaturas estão sendo empregadas na operação. A investigação segue em segredo de justiça a fim de evitar que eventual publicidade dificulte a identificação de outros possíveis envolvidos.

Território de SC ganhará mais 490 hectares porque a demarcação da divisa com Paraná estava errada

O agricultor Nathan Cassio Maciel encontrou um erro na demarcação que divide os estados de Santa Catarina e Paraná. Ele percebeu a imprecisão após sua família paranaense comprar um terreno na região de Garuva, no Norte catarinense, que se conecta a outra propriedade da família em Guaratuba, Paraná.

Marcação histórica

A região onde o terreno está localizado é delimitada por marcações feitas pelo Exército do Rio de Janeiro entre 1918 e 1919, após a Guerra do Contestado, que definiu os limites entre Santa Catarina e Paraná. No entanto, Maciel notou que a marcação não coincidia com a encontrada na internet. “A linha do Google estava fora do marco do Exército. Comentei com meu pai, mas ele disse que o importante era a nossa matrícula, que indicava que o terreno estava em Santa Catarina, não no Paraná”, relembrou.

Multa ambiental e revisão

A família inicialmente deixou a questão de lado, mas em abril, ao receber uma multa ambiental de R$ 40 mil por roçar em uma área de proteção ambiental do Paraná, Nathan decidiu agir. “Mas ali era Santa Catarina. Mostramos toda a documentação de uso e ocupação do solo catarinense que a prefeitura deu para gente”, afirmou. Eles recorreram à decisão e solicitaram a revisão da divisa entre os Estados na região de Guaratuba.

Verificação técnica

Procurados pelo agricultor, técnicos da Diget (Diretoria de Gestão Territorial) do IAT (Instituto Água e Terra) do Paraná realizaram em maio uma vistoria na região de limite entre os municípios de Guaratuba e Tijucas do Sul, no Paraná, e Garuva, Campo Alegre e Itapoá, em Santa Catarina.

A vistoria confirmou a imprecisão: os mapas geográficos não estavam consistentes com os marcos físicos usados para delimitar a divisão territorial. Com isso, Santa Catarina deve ganhar uma área estimada de 490 hectares ao longo de uma linha de cerca de 28 quilômetros, originalmente considerada território paranaense.

Ajuste da divisa entre SC e PR

“O traçado de divisa adotado até então, em tese, seguia os marcos, mas estava deslocado, talvez porque se baseava em dados secundários, como cartas topográficas e mapas antigos. Materiais cartográficos que, em função da escala, não são tão precisos. O Google, em geral, adota as bases do IBGE, mas não faz as atualizações devidas e nunca deve ser utilizado como dado oficial”, explica a geógrafa da Divisão de Limites Municipais do IAT.

Fonte:https://ndmais.com.br/infraestrutura/linha-estava-fora-agricultor-descobriu-erro-na-divisa-entre-sc-e-pr-apos-comprar-terreno/