Tão logo foi anunciada a saída do presidente Jair Bolsonaro do PSL e a adesão de lideranças do partido na Serra ao novo partido que está sendo criado, o Aliança pelo Brasil, algumas lideranças se movimentaram para preencher o espaço aberto no cenário partidário local.

Na realidade a Comissão Provisória do PSL na região já havia sido destituída. Não houve portanto afastamento de ninguém. Antes mesmo de oficializada a desfiliação dos até então representantes da sigla em Lages, já foi convocada uma tropa de ocupação, para impedir que haja um vácuo no comando da sigla.

O suplente de deputado federal pelo PSL, Airton Amaral já oficializou que está com Bolsonaro e que também o restante do grupo que integra, incluindo o então presidente do partido em Lages, Ronaldo Cordeiro estão migrando para o Aliança. O único deputado federal eleito pelo PSL (dos quatro) por estado que não seguiu Bolsonaro é Fábio Scheochet, que hoje preside o partido em SC. Este se movimentou rapidamente para buscar novas lideranças.

Na quarta-feira chamou para uma reunião o empresário Alberi Chiodelli e o professor Armando Gocks e anunciou no mesmo dia que o primeiro passará a presidir o PSL de Lages e o segundo será o coordenador regional do partido.
Caberá aos dois a organização da sigla, cujo objetivo é lançar candidatos a prefeito e vereadores. O interessante desta escolha é que ambos integravam a ala do PSDB que comandava os tucanos até a convenção municipal realizada recentemente e a retomada da sigla por parte de Dilmar Monarin e Luís Carlos Pinheiro. Pertenciam ao grupo de Roberto Amaral que deixou o ninho tucano. Dá até para deduzir que por sua ligação com o deputado Schiochet, esta articulação teve o dedo de Roberto Amaral.

Há também o fato de que o empresário Chiodelli é pai do presidente do Junta Comercial de Santa Catarina, Juliano Chiodelli, único lageano no governo Moisés. Ninguém desconhece que Juliano tem pretensões eleitorais e deseja ocupar a cadeira de prefeito. Se o novo PSL tem como objetivo lançar candidatos a prefeito e vereadores, este pode ser o caminho que está sendo trilhado com este fim.
Como fica a situação do Lucas?
Mas, há ainda o vereador Lucas Neves com o qual o governador Carlos Moisés já conversou com a promessa de apoio à sua candidatura a prefeito. Será que é por este motivo que o vereador não deseja discutir agora a sua saída do PP? Realmente muita água pode rolar debaixo da ponte até a formação do grid de largada das eleições 2020.
Também, com aquele senhor presidindo o partido, o pessoal pula fora. Quando surge uma boquinha, revesam-os dois, ou quando não assumem juntos…
Aventureiros e nada mais.Se ao menos tivessem hombridade, não ficaria tão feio esse jogo de interesses pessoais.
OS MESMOS PASSOS DO EXTINTO “”PRN “” DAQUI 4 ANOS FICARÁ SÓ AS TRISTES LEMBRANÇAS. É TBM O ÔNUS PRA POPULAÇÃO POBRE PAGAR!!
A política nunca foi tão suja na serra, troca de favores, artimanhas, enfim o baixo nível chegou muito cedo em Lages. lamentável.
São todos oportunista o que fez o PSL, partido novo de ideias novas mas com os velhos costumes,por exemplo o laranjal a rachadinha.
Pra variar o Bebiano do PSL fez revelações sobre o convite que Paulo Guedes fez ao então Juiz Sérgio Moro antes do segundo turno das eleições presidências.