Da chefe de Cartório detida na operação do Gaeco no caso do desvio de mais de R$ 500 mil do Fundo Judiciário se conhece apenas as iniciais: APBC
O que passa pela cabeça de uma pessoa destas. Pensou que nunca iria ser descoberta. Agora terá de devolver o dinheiro e ainda perderá o emprego.


Poderia esclarecer qual o critério que é usado para divulgar nome dos envolvidos, em certos casos apenas as iniciais outros nem isso. Algo estranho
A imprensa só divulga os nomes que forem liberados pela Justiça ou Ministério Público.
Se for pobre, nome em letras garrafais , mesmo sendo suspeito kkkkk