Três anos após o desencademento da Operação Fundo do Poço, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina começou a ouvir nesta segunda-feira, as testemunhas de acusação do processo que apura os fatos investigados em 2013.
A ação apura supostos desvios de recursos públicos na perfuração de poços artesianos em Santa Catarina. Na primeira audiência apenas uma das três testemunhas indicadas pelo Ministério Público previstas para falar prestaram depoimento. As outras duas devem falar em nova data a ser marca.
45 pessoas são acusadas da participação nas supostas fraudes da perfuração de poços artesianos, entre elas o deputado estadual Romildo Titon e outras pessoas da região.

Titon também esteve ontem no Tribunal de Justiça acompanhando os depoimentos.
Segundo o Ministério Público as irregularidades ocorreram em 105 cidades do sul, com contratos fechados em 17 cidades, dentre elas algumas até na Serra, envolvendo quase R$ 5 milhões.
As licitações eram forjadas em benefício de certas empresas.