Justiça nega prisão domiciliar a Jair Júnior e determina avaliação médica dentro do presídio

O juiz responsável pelo caso Jair Júnior indeferiu o pedido de prisão domiciliar formulado pela defesa, sustentando que, no atual estágio processual, não estão preenchidos os requisitos legais para substituir a custódia em estabelecimento prisional pelo regime doméstico.

A decisão impõe um rito rígido: Jair Júnior deverá ser conduzido ao presídio competente, local onde será submetido a uma avaliação médica oficial realizada pela equipe técnica da própria unidade prisional. O Judiciário pontuou que, caso essa perícia oficial constate que o estabelecimento prisional é tecnicamente incompatível com o tratamento de suas lesões, medidas alternativas — incluindo a própria prisão domiciliar — poderão ser adotadas futuramente, em estrita observância à lei.

Paralelamente a esse embate na primeira instância, a grande aposta dos advogados continua centralizada no Tribunal de Justiça, onde tramita o pedido de habeas corpus que busca a revogação total da prisão preventiva. Esse recurso ainda aguarda a apreciação do órgão jurisdicional competente.

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