Irritação de Marcos Vieira adia anúncio de aliança

O que deveria ser uma semana de celebração para a base governista transformou-se em um impasse diplomático. O deputado Marcos Vieira, presidente estadual do PSDB, estava prestes a oficializar o apoio tucano à reeleição do governador Jorginho Mello (PL), mas recuou estrategicamente. O motivo seria uma declaração do governador durante almoço com a bancada do PL na Alesc, onde teria afirmado que “ajudou” a filiar lideranças ao PSDB para encorpar a nominata do partido.

Vieira, que nega veementemente qualquer interferência externa na construção da sigla, não escondeu o descontentamento nos bastidores. Como resposta imediata, o anúncio da aliança foi adiado sob a justificativa oficial de que o partido ainda precisa consultar prefeitos do interior. No fundo, o movimento serve para marcar território e deixar claro que o PSDB não aceita a narrativa de ser um “puxadinho” do PL.

4 comentários em “Irritação de Marcos Vieira adia anúncio de aliança”

  1. O apoio que interessa é o tempo de televisão e o fundo partidário.
    Caso o Jorginho ganhe a eleição quantas secretarias e cargos serão necessários para pagar o apoio??

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  2. O PSDB teve relevância no primeiro governo Fernando Henrique pq fez passar a Lei de Responsabilidade Fiscal, um feito que brecou a fome por grana do “centrao”. Dali em diante só errou, principalmente c/ a criação da reeleição, o que afundou o país. Onde administraram nunca mudaram a vida de ninguém, particularmente da força motriz do Brasil (os contribuintes) a classe média. Resultado está no limbo há pelo menos uns 20 anos, já foi o partido mais importante do Brasil. Estão no mesmo caminho(ostracismo), mdb,PP,PT e PL vem diminuindo por corrupção de seus prefeitos, perdeu muitos. Outros partidos orbitam sendo puxadinhos do PT. A novidade é o 14 Renan Santos está em Lages hj.Quando um pre a presidente esteve em Lages escutando a população? As vzs não conseguimos ser escutados nem por secretários de prefeitura, que nunca escolheriamos “nem pra pintar um muro” ou “meio fio”. Democracia não existe na Serra Catarinense, só lampejos como hj que Renan está aqui.

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