O senador catarinense Esperidião Amin (PP) foi escalado para um grupo seleto de sete parlamentares na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A missão é acompanhar de perto as investigações que envolvem o Banco Master. O ato foi assinado nesta quinta-feira (15) por Renan Calheiros, presidente da CAE. Amin, com sua experiência em temas econômicos e de fiscalização, será uma das vozes que monitorará os desdobramentos deste caso em Brasília.
Muito bem. Ao menos nas entrevistas e nas “lacrações” ele manja… Agora, vamos ver se realmente será “justo” com TODOS que precisarem de justiça.
Tarcísio e o próprio Bolsonaro já estão “enroscado” com o cunhado do dono do Master, com doações milionárias e outras coisinhas mais.
No golpe já vimos que ele pediu a “liberdade/anistia” pra todo mundo.
Golpe é o que você fez com o MDB que depois que você virou o coxo com o cargo que Eliseu te deu, se aliou ao OVO e quer voltar a mamar no governo.
Nem os seus colegas jornalistas suportam você kkkkkkk
Estou tão preocupado com os COLEGAS que chego a ir pra Floripa no meu apartamento aos finais de semana kkkk
Tá ficando no apartamento do OVO né
Chupim kkkkkk
N só os jornalistas ..
Vai proteger os amigos, já fez isso quando relatou a pec da anistia
Será mesmo que é Tarcísio e bolsonaro kkkkkk não é o q estamos vendo, Começou o passar pano para os verdadeiros corruptos kkkk
Esse senhor, não volta mais para Brasília .
Até final do ano se despede .
É corrupto igual os demais .
Tiveram que baixar a bola pra Di Toni, a velha política tentando sobreviver. Capaz do Carlixo não se eleger. Já está em segundo na pesquisa. Agora é só aguardar a avaliação dos indecisos. A nível de Brasil um diretor de pesquisa essa semana na TV disse que após duas eleições polarizadas, segundo levantamento em média 30% estão na bolha lulista, e 30% são da bolha bolsonarista, sobrando 34% que não se encaixam em bolhas (resumindo os eleitores que decidem a eleição no país) . Em SC não é diferente continuo afirmando, segundo a pesquisa de rua, e pessoal que em SC dá segundo turno, podem anotar!
Puxa saco daquele que mentiroso que está na papudinha kkkk. TD ex, políticos risossssss
Colocar o Amin como investigador é deixar as uvas para a raposa.
Já perceberam como o verbo “investigar” é tão usado no Brasil? Como se investiga, como se nomeia, como se instaura… minha nossa! Porém, só existe, como política criminal, uma única organização policial para isso, A PF (nos EUA são ao menos umas 30 corporações policiais investigativas criminais), e já faz um tempo que a mais parece uma herança de ditadura, com raízes de “Polícia de Segurança do Estado” e de “Polícia de Ordem Política”, e não a PF que já combateu corrupção. E toda essa nomenclatura que inclusive está na moda — e em que polícia individualizada e determinada, com foco em missão específica, inexiste — pois não há jornalista que não use “forças de segurança”: dois Soldados da Polícia Militar (PM) e um Agente da Polícia Civil (PC), mais uma folha A4 colada com durex indicando celular de plantão na porta de delegacias fechadas em 75% dos prédios catarinenses são as Forças de Segurança!
É de se reconhecer que, devido ao volume bilionário de recursos públicos e ao material humano digno de uma Marinha de Guerra, o Senado até produza Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) relativamente competentes; mas o que se faz com o resultado delas? O relatório delas alguma vez não virou papel higiênico, porque ele não tem valor nenhum: ele precisa ir para o Promotor-Geral da República (PGR), que, como todo Promotor, arquiva 95% de tudo para não ter trabalho e também para não se desentender com seu escrivão-juiz, e, sobretudo, arquiva 99,99% do que vai dar muita dor de cabeça, por não ser processo contra pobre, preto e puta.
E, no microcosmo lageano, alguma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara de Vereadores serviu para forçar promotor a “se bolear”?
Essas “investigações” e “nomeações” não levam a nada e não servem para nada mais concreto, criminal e legalmente falando, enquanto o monopólio de tudo for dos burocratas do MP. Quando outros tiverem legitimidade ativa, pelo menos subsidiária, aí então talvez — e somente talvez — alguém tenha coragem de despender energia e recursos para punir quem deveria.
Já é tempo do jornalismo evoluir e parar de falar “investigações” com essa boca cheia, parar de ser usado para iludir o povo.
E em sistemas com pluralidade de agências investigativas e concorrência de legitimidade para processar, existe competição institucional e redundância funcional, check and balances; um órgão não consegue, sozinho, congelar tudo, porque outro avança, outro expõe, outro disputa a missão e, por consequência, cria controle cruzado. No Brasil, com o funil concentrado nos Promotores e com a cultura de “instaurar” sem converter em consequência, a palavra “investigação” vira uma forma de anestesia pública: serve para anunciar começo, mas não para entregar desfecho.
Todo o meu ódio pra quem vota no Amim, não ao Amim. Amém…