Amin foi escalado para as ingestigações do banco Master

O senador catarinense Esperidião Amin (PP) foi escalado para um grupo seleto de sete parlamentares na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A missão é acompanhar de perto as investigações que envolvem o Banco Master. O ato foi assinado nesta quinta-feira (15) por Renan Calheiros, presidente da CAE. Amin, com sua experiência em temas econômicos e de fiscalização, será uma das vozes que monitorará os desdobramentos deste caso em Brasília.

13 comentários em “Amin foi escalado para as ingestigações do banco Master”

  1. Muito bem. Ao menos nas entrevistas e nas “lacrações” ele manja… Agora, vamos ver se realmente será “justo” com TODOS que precisarem de justiça.

    Tarcísio e o próprio Bolsonaro já estão “enroscado” com o cunhado do dono do Master, com doações milionárias e outras coisinhas mais.

    No golpe já vimos que ele pediu a “liberdade/anistia” pra todo mundo.

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  2. Tiveram que baixar a bola pra Di Toni, a velha política tentando sobreviver. Capaz do Carlixo não se eleger. Já está em segundo na pesquisa. Agora é só aguardar a avaliação dos indecisos. A nível de Brasil um diretor de pesquisa essa semana na TV disse que após duas eleições polarizadas, segundo levantamento em média 30% estão na bolha lulista, e 30% são da bolha bolsonarista, sobrando 34% que não se encaixam em bolhas (resumindo os eleitores que decidem a eleição no país) . Em SC não é diferente continuo afirmando, segundo a pesquisa de rua, e pessoal que em SC dá segundo turno, podem anotar!

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    • Já perceberam como o verbo “investigar” é tão usado no Brasil? Como se investiga, como se nomeia, como se instaura… minha nossa! Porém, só existe, como política criminal, uma única organização policial para isso, A PF (nos EUA são ao menos umas 30 corporações policiais investigativas criminais), e já faz um tempo que a mais parece uma herança de ditadura, com raízes de “Polícia de Segurança do Estado” e de “Polícia de Ordem Política”, e não a PF que já combateu corrupção. E toda essa nomenclatura que inclusive está na moda — e em que polícia individualizada e determinada, com foco em missão específica, inexiste — pois não há jornalista que não use “forças de segurança”: dois Soldados da Polícia Militar (PM) e um Agente da Polícia Civil (PC), mais uma folha A4 colada com durex indicando celular de plantão na porta de delegacias fechadas em 75% dos prédios catarinenses são as Forças de Segurança!
      É de se reconhecer que, devido ao volume bilionário de recursos públicos e ao material humano digno de uma Marinha de Guerra, o Senado até produza Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) relativamente competentes; mas o que se faz com o resultado delas? O relatório delas alguma vez não virou papel higiênico, porque ele não tem valor nenhum: ele precisa ir para o Promotor-Geral da República (PGR), que, como todo Promotor, arquiva 95% de tudo para não ter trabalho e também para não se desentender com seu escrivão-juiz, e, sobretudo, arquiva 99,99% do que vai dar muita dor de cabeça, por não ser processo contra pobre, preto e puta.
      E, no microcosmo lageano, alguma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara de Vereadores serviu para forçar promotor a “se bolear”?
      Essas “investigações” e “nomeações” não levam a nada e não servem para nada mais concreto, criminal e legalmente falando, enquanto o monopólio de tudo for dos burocratas do MP. Quando outros tiverem legitimidade ativa, pelo menos subsidiária, aí então talvez — e somente talvez — alguém tenha coragem de despender energia e recursos para punir quem deveria.
      Já é tempo do jornalismo evoluir e parar de falar “investigações” com essa boca cheia, parar de ser usado para iludir o povo.
      E em sistemas com pluralidade de agências investigativas e concorrência de legitimidade para processar, existe competição institucional e redundância funcional, check and balances; um órgão não consegue, sozinho, congelar tudo, porque outro avança, outro expõe, outro disputa a missão e, por consequência, cria controle cruzado. No Brasil, com o funil concentrado nos Promotores e com a cultura de “instaurar” sem converter em consequência, a palavra “investigação” vira uma forma de anestesia pública: serve para anunciar começo, mas não para entregar desfecho.

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