Udesc realizará concursos públicos para 60 vagas de professor e 30 de técnico

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) lançará em breve dois editais de concurso público para contratação de servidores, um deles com 60 vagas para professor adjunto e outro com 30 para técnico universitário de desenvolvimento (nível superior), um total de 90 vagas para o quadro efetivo. As vagas serão distribuídas por todos os 12 centros de ensino da instituição, além da Reitoria. 

Os editais poderão ser conferidos na página oficial de concursos públicos da Udesc quando forem publicados. O último concurso para contratação de professores efetivos foi realizado em 2017, cujas vagas que não tiveram candidatos aprovados foram relançadas em 2019. Para técnico universitário em desenvolvimento, o último concurso ocorreu em 2015.

O reitor da Udesc, Dilmar Baretta, por meio do Ato nº 52/2022, instituiu a comissão organizadora que está a frente do processo de contratação de empresa para organização, realização e aplicação das provas para os cargos de técnico universitário de desenvolvimento. Para as vagas de professor, os centros de ensino, com os departamentos, definirão as áreas de conhecimento necessárias para contratação.

Para técnico universitário, as 30 vagas serão divididas em 15 cargos distintos dentro do Plano de Carreiras dos Servidores da Udesc: analista de sistema, analista de suporte, assistente social, biblioteconomista, contador, designer gráfico, economista, educador físico, engenheiro civil, fisioterapeuta, jornalista, médico veterinário, pedagogo e zootecnista. 

O vencimento inicial de um professor adjunto de nível doutorado é de R$ 11.683,43. O salário inicial de um técnico universitário em desenvolvimento, que exige nível superior, é de R$ 5.630,46. 

3 comentários em “Udesc realizará concursos públicos para 60 vagas de professor e 30 de técnico”

    • Qual presidente que valorizou os professores e concedeu aumento de 33% ?

      Bolsonaro está fazendo pelos professores o que os ex-presidentes esquerdistas nunca fizeram.

      Chora mais petralha.

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  1. Baixos salários! Ainda nada na área jurídica nem da língua portuguesa. Tudo isso, no maior país falante do idioma português. O maior país da América Latina e do Sul. “Espírito de vira lata” não se valoriza o que é autóctone, ou seja, a língua mãe, um código vivo, a identidade da nação. Nem na Academia ela é lembrada. Triste . A guerra na Rússia detona o padrão dólar, bitcoin previnam bancos, a internet estremece a comunicação, etc . Já a academia???

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