A corrida pela eleição do novo governador no ano que vem

Um dos primeiros nomes já colocados para a disputa ao governo  do estado no ano que vem é do atual governador Calos Moisés. Nos bastidores ele está costurando apoios e, agora sem partido, ainda analisa o próximo passo que seria a escolha de uma nova sigla. Na busca pela reeleição em outubro próximo, o governador Carlos Moisés não deverá ser representando nem pelo 11, nem pelo 15. Foi o que indicou o próprio, em passagem pelo Sul catarinense na última sexta-feira (15). Deverá optar por um partido de menor porte.

Outro nome é de Esperidião Amin que já foi governador por duas vezes, prefeito de Florianópolis, deputado federal e atualmente é senador da República. Colocou o nome à disposição do Progressistas para ser candidato a governador em 2022. O partido também tem o nome do prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, como possibilidade, e no cenário nacional vive a expectativa de uma possível filiação de Jair Bolsonaro (sem partido). 

O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), que também preside a legenda no Estado, prega moderação no discurso e diz que o partido ainda não discute nomes, mas trabalha nos bastidores para construir a pré-candidatura a governador. Ele já tem sinalização aberta de apoio do presidente estadual do PSL, Fabio Schiochet, caso se concretize o processo de fusão entre DEM e PSL, em fase final de discussão na esfera nacional.

Gelson Merisio, que disputou o segundo turno em 2018 e depois migrou para o PSDB, é outro nome colocado pelo partido na disputa. O Podemos também sinaliza a possível candidatura a governador do atual prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira.

Pelo PSD, já estão na rua os nomes do ex-governador Raimundo Colombo, o prefeito de Chapecó, João Rodrigues e o ex-prefeito de Blumenau Napoleão Bernardes.

1 comentário em “A corrida pela eleição do novo governador no ano que vem”

  1. Colombo candidato a governador?? A piada do ano….ex-político (felizmente), não se elege mais nem para inspetor de quarteirão. O Boca de jacaré de Chapecó, servil do bolsonaro esperneia, mas também não tem cacife pra tanto, além
    de ter um passado não muito recomendável. Aguardemos pois o desenrolar das “coisas”

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