Lá se foi mais uma edificação antiga da rua Correia Pinto

Olivete, publica no teu blog sobre a demolição da casa rosa da rua Correia Pinto, em frente ao Bradesco. Uma das mais importantes peças de arquitetura histórica de Lages, datada de 1926 e de estilo eclético, a última residência com lambrequins na área urbana. O proprietário, conhecido empresário do ramo imobiliário, você sabe quem. Pretende construir salas comerciais no lugar (provavelmente desprovidas de qualquer beleza), enterrando toda a riqueza e história que aquela edificação carrega, além do enorme potencial de exploração turística e econômica. Podia ter abrigado um café, uma livraria, uma boutique, um atelier, uma loja de artesanato, enfim. Lá se vai mais um pedaço da nossa memória, e Lages vai deixando de ser Lages.

Gilberto Neckel

17 comentários em “Lá se foi mais uma edificação antiga da rua Correia Pinto”

  1. Não tenho imóvel antigo e se tivesse faria o mesmo que esse empresario fez.
    Não sejamos hipócritas, local nobre de alto custo quem iria manter o imóvel apenas por ser belo para cidade?

    Responder
  2. Mauricio… O exemplo vivo do lageano alienado… mais um que acha que a resposta para tudo está na relação custo/beneficio… a melhor resposta para este tipo de alienação, é o silencio… que se dane a história lageana…

    Responder
  3. Se o imóvel fosse meu eu faria o mesmo!
    O Centro de Lages está cheio de imóveis velhos e não conservados, está casa se fosse apenas restaurada não daria lucro, e quem investe um valor altíssimo em um imóvel assim não está preocupado com a história e sim com o retorno investido, Para as histórias existem os livros o museu….

    Responder
  4. Que façam uma vakinha online, arrecadam o dinheiro e comprem os imóveis antigos…. e não esqueçam da verba para mante-los. Exigir que proprietários sejam obrigados a manter esses prédios antigos é de um absurdo sem tamanho.

    Responder
  5. Esperar o que ? A Fundaçao de Cultura do município, que deveria cuidar do patrimonio cultural, é apenas um cabide de empregos para cabos eleitorais de luxo.

    Indignaçao, tristeza e impotencia. Esse é o sentimento que fica com uma “cidade” que dia a dia coloca sua própria história ao chao…

    Responder
  6. Pimenta no olho dos outros e colírio . Que benefício uma pessoa tem em manter um imóvel velho? O Estado isenta impostos ? Abate do imposto de renda ? Que é bonito é mas não sejamos hipocritas. O espaço estava à venda e o empresário comprou para investir. Queria ver se fosse a casa de vocês …

    Responder
  7. Esses que ficam chorando que vai ser demolido. Com esse pensamento pequeno e ridículo, não deve possuir nenhum patrimônio, a não ser por herança.

    Se investe para ter retorno. Qual a vantagem de manter um imóvel caindo os pedaços? Tira uma foto, põe nos livros e internet e tudo certo.

    A cidade tem que evoluir.

    Responder
  8. Aí vem um idiota e foge completamente do assunto que estava sendo debatido, falando de Lula, esquerdista, servidor público. Vai se tratar moço, pois se não tem conhecimento da causa, nem argumentos, fica fora da parada.

    Responder
  9. Essa “j”ente ignorante que é…CULTURA para “eles” é PROLIFERAÇÃO DE BACTÉRIA Opa! Me enganei, eles não entenderiam esse texto.
    Vou reformular então:
    Pra essa gente inguinorante: CULTURA é CHULÉ!!!!!!!!
    Lages não é a SERRA, Lages é P L A N A L T O !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!burrêdo. Sempre na contra mão da História

    Responder
  10. Povo lageano é extrativista. Pouco empreendedor. Melhor gerar empregos, modernizar a cidade em todos os sentidos.
    Em nenhum lugar do mundo se conservam casas feitas com material de fácil corrosão e sim palácios, Igrejas e grandes obras arquitetônicas. Não é o caso. Por outro lado o autor da indagação, estudante de arquiteta tem todo o direito de lamentar a derrubada de uma casa por ele considerada histórica, mas que não tem tombamento na fundação cultural e por isso vai “tombar”. Como diria o saudoso Renatinho: “todos os dois lados tem razão”

    Responder
  11. Se eu sou dono de um imóvel , e é meu, posso fazer o que quero com ele. Opniões a parte, mas na hora de manter a conservação e deixar em pé tais obras, ninguem abre a mão.

    Responder
  12. Cada um de nós tem um olhar diferente sobre todos os acontecimentos! Todos tem razão! Entretanto, daqui há alguns dias estaremos perdendo todos ás nossas referências históricas edificadas e nossa relações familiares, pois alguns partem do princípio de que “tudo que é velho é ruim” e de que “tudo que é novo e moderno é bom”! Não bem é assim! Só acabamos descobrindo isso quando amadurecemos. Entretanto tem alguns que não conseguem fazer nunca!

    Responder

Deixe um comentário para Roberto Cancelar resposta