Cordioli tem uma sugestão para a utilização do aeroporto regional:

Eu tenho uma sugestão, justo em um governo onde os militares têm muito prestígio: que se estude a viabilidade da instalação de uma unidade, qualquer que seja ela, da FAB, no então “elefante branco”. Qualquer desculpa e qualquer pretexto para um destacamento, mesmo no nível de pelotão, serviria para ele vir a ser alocado junto a pista de voo sem uso.

Tanto melhor se possibilitar que jovens lageanos prestem Serviço Militar em mais essa opção de formação curricular e de emprego temporário, articulando-se com o Batalhão do Exército já sediado em Lages. Não custa nada nossos valorosos políticos pelo menos sondar, fazer estudos, e ambicionar algo além do “mais do mesmo”. Lages não tem, no mesmo sentido, um núcleo de preparação de Oficiais da Reserva, do Exército, por exemplo, apesar de suas tantas universidades. As cidades do interior serrano também não conhecem um Tiro de Guerra!

Em favor da ideia de um humilde aerodromo militar, que seria melhor que um aeroporto fantasma, já há a posição geoestratégica lageana, com seu tronco ferroviário. Seria uma forma de reverterem parte dos impostos pagos no aquecimento da microeconomia local.

Fernando Codioli

Juiz aposentado compulsoriamente

2 comentários em “Cordioli tem uma sugestão para a utilização do aeroporto regional:”

  1. O Elefante Branco pode se tornar um Elefante Cinza e até não ser mais elefante.
    Fato: A frota nas aéreas continua se atualizando e as aeronaves aumentando sua capacidade de transporte (Airbus A320-NEO e Boeing B737-MAX de 175 a 210 passageiros e os jatos regionais de 135-150 lugares Airbus A220 e Embraer E195-E2). Aeronaves maiores, mais pesadas, com um número maior de passageiros a bordo necessitam de pistas de pouso maiores, mais largas 45m e não 30m e com maior resistência do piso. Infelizmente, o aeroporto em Correia Pinto foi construído com apenas 1.712 metros de comprimento, mas deveria ter no mínimo 2.000m. embora a resistência do piso atenda todas essas aeronaves maiores e mais pesadas.
    Outra deficiência ainda não corrigida é a falta de voo por instrumento GPS ou até a instalação do sofisticado ILS.
    Em pleno século 21, as empresas aéreas não programam voos para localidades que operam somente em condições visuais, a fim de evitar a sua retenção por motivos meteorológicos. Saudações,

    Responder

Deixe um comentário