Até o final deste mês o prefeito Antônio Ceron deverá enviar para a Câmara de Vereadores um projeto de lei elevando a alíquota de contribuição do servidor à previdência de 11% para 14% e de 18% para 21% a alíquota patronal.
“Para começar a ter condições de dizer que Lages está fazendo alguma coisa para resolver a situação antes de comprometer irremediavelmente a situação econômica do município”, citou. Esta é uma exigência imposta a partir de uma PEC aprovada no Senado para que estados e municípios façam esta adequação.
O prefeito fez o alerta durante a coletiva com a imprensa na segunda-feira antecipando a questão do LagesPrevi uma vez que segundo o cálculo atuarial o déficit da previdência municipal chegará a R$ 1,4 bilhão.
Portanto é imprescindível enviar à Câmara um projeto “para estancar a sangria e começar a melhorar a situação”, como ele ressalta. E é necessário que este processo se dê de maneira rápida porque a partir do dia 31 de julho serão vedadas as transferências de recursos da União para os municípios.
Portanto não haverá de onde tirar recursos para cobrir a folha do LagesPrevi. Sem contar que, como o prefeito observou, já houve uma redução de 30% nos repasses da União tanto no que diz respeito a área da assistência social como também do salário educação.
A chamada “PEC Paralela” estabelece que as regras e os parâmetros previstos na última reforma para os servidores federais poderão ser aplicáveis aos servidores dos estados e municípios por meio de lei de iniciativa do governador ou prefeito. Se um estado aprovar as novas regras, a adoção será automática para os municípios, a não ser que o prefeito aprove um projeto de lei com regras próprias. Dada a situação do LagesPrevi é urgente e necessário que se faça alterações. Ceron tocou neste assunto no sentido de alertar servidores e vereadores para não criarem empecilho na aprovação do projeto. Considerando que não é uma medida simpática e em ano de eleições os próprios vereadores estarão relutantes em aprovar.

O preço a pagar por concursos onde colocaram CABOS ELEITORAIS de todos os prefeitos anteriores. Medida necessária, quem ganha mais, paga mais. É lógico e racional. O brasileiro ao contrário do Japonês, que passou por guerras, gasta tudo que ganha. Como no ditado popular ” se fui pobre me esqueci”. E nessa cultura de esperar que no dia de amanhã nunca será pouca a remuneração, e de que nada aumenta, ilusória, pelo contrário nada abaixa de preço no Brasil. O cidadão brasileiro e lageano na sua maioria gasta tudo o que ganha, não tem costume de poupar para velhice, onde os recursos são mais necessários principalmente pra saúde. Toda essa cultura está custando caro a todos!
PAGAMOS CARO O LAGESPREVI, E CONTINUA ARRUINADO COM DIVIDAS ENORME, O SR PREFEITO DA UM AUMENTO DE 6% E AUMENTA OS DESCONTOS ONDE VAI ESSE DINHEIRO, COM UM AUMENTO DE 90 REAIS NA MINHAS CONTAS. COITADO DO POVO
Veja o contraditório! Quer dar PARA os funcionários da prefeitura. 4 por cento! Agora com a manifestação dos professores. Já pode dar 6 por cento! E o aumento pra esse absurdo chamado de Lages previ! É de 3 a 4 POR cento. Ou seja TROCA. Se . seis por meia dúzia!! Ai qd é pra enxugar a máquina administrativa! Não pode!!
Estes regimes próprios são uma bomba de efeito retardado, nem que se aumente em 30 por cento a contribuição isso não impacta em nada nas contas do Lages Previ.
Não são feitos concursos para Economistas, Administradores, Advogados e professores ou seja só enchem a prefeitura de contratados que contribuem por pouco tempo. CABOS eleitorais da campanha. Além do CABRESTO da gratificação que nada contribui para o aprimoramento do serviço público, mais uma vez gratificação pra cabos eleitorais da campanha passada. As bolsas de estudos pra faculdades dadas pelo Eliseu, e retirada pelo Ceron, não permite que as pessoas estudem e melhorem de cargos, em outros concursos. Resumindo, isso acontece em todas as prefeituras da Serra, um movimento que pode ser chamado da “ditadura do pano de chão”, significa encher a prefeitura de contratados para funções mais simples, ( guardas, merendeiras, faxineiras, empreiteiras, etc), pessoal ao qual se paga menos, acomodando apadrinhados políticos……Isso ocorre nas duas prefeituras mais ricas da Serra, Lages e Otacílio Costa entre outras…..