Uma PM acompanhou a execução do marginal cujo corpo foi encontrado no Caveiras

O delegado da DIC Sérgio Roberto de Souza, concedeu entrevista ao repórter Daniel Goulart, na manhã desta terça-feira, esclarecendo alguns fatos com relação ao envolvimento de polícias na morte de Erick Rodrigues de Campos, vulgo Pedrão, em julho deste ano, cujo corpo foi encontrado no Rio Caveiras.

As investigações da DIC levantaram o envolvimento de quatro pessoas no crime, três policiais militares e uma quarta pessoa que é amigo particular de dois dos policiais envolvidos, todos já detidos.

Consta que o Pedrão, com inúmeras passagens pela polícia pela prática de todos os tipos de delitos continuava soltou. Isso causava certa revolta dos PMs e a gota d’água foi quando esta quarta pessoa foi vítima de roubo praticado pelo Pedrão.

Foi então que combinaram a execução do marginal.

A surpresa desta entrevista foi a revelação do delegado de que entre os envolvidos está uma PM. Dos três policiais, o que orquestrou todo o assassinato, não esteve presente a execução. No ato estavam presentes os outros dois. O policial se encarregou da execução e a mulher PM, que presenciou o crime. Mas como não tomou nenhuma medida para impedir o ato, se tornou conivente. Pelas regras da PM teria  obrigadamente de reportar os fatos aos seus superiores, mas não o fez. Por isso também está detida.

No curso das investigações também se levantou que, desconfiados de que alguém da corporação ira testemunhar contra eles, se reuniram para planejar também a sua execução, deixando claro que “ele seria encontrado com a boca cheia de formiga”. Mas, segundo o delegado, não existia este testemunha, mas isso mostra que estariam dispostos a cometer um novo crime.

 

5 comentários em “Uma PM acompanhou a execução do marginal cujo corpo foi encontrado no Caveiras”

  1. Temos um Direito constituído que nos impede de executar justiça com as próprias mãos, por isso quem descumpre deve ser punido, è meio inglório a palavra justiceiros que no passado significava quem executava o Direito, um aplicador do Direito, Mais tarde com as constantes evoluções da sociedade e os conflitos sociais, justiceiros passou a ser o que praticav a justiça ao lél do Direito, ou seja com as próprias mãos, hoje se chamam milicianos, déspotas, bozopatas, recalcados, neonazistas, STF, Moro, TRF-4 , enfim me esqueci de mencionar Robin Hood, que tirava dos ricos para dar aos pobres, Bolsonaro que tira dos pobres que votaram nele e dá aos ricos, a história sempre nos assusta.

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  2. Esse Marcos, deve ser um débil…volta sempre no mesmo assunto. Estamos falando de um crime bárbaro, feito por pessoas que deveriam defender o cidadão, não matar…Se o cara era ladrão, isso todos sabem, agora, o que os policiais fizeram, não está certo…

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  3. Seria muita infantilidade! Esperar outra reação! Da maior parte desses simpatizantes do BOZO!! É só olhar o que tá acontecendo no Rio de Janeiro!! Única coisa que cresceu no Brasil infelizmente foi o ódio,preconceito e as falcatruas em relação ao Governo que se instalou e usa esses marionetes pra se dar bem. Patéticos e sem conhecimento algum.

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