
Gerente na pasta do Meio Ambiente e responsável pela equipe que faz a varrição no Centro, Vilson Ricardo da Silva afirmou em audiência pública, semana passada, que falta conscientização, principalmente para os lojistas para impedir o acúmulo de lixo na área central.
“Nos bairros isso não acontece, mas no Centro é o dia todo depositando sacos de lixo no chão”, reclama.
Outro ponto criticado por Silva é o vandalismo, são uma ou duas quebradas todos os dias, segundo ele.

O vice-presidente da CDL, Zulmiro Klan, presente à audiência, disse que a maior parte dos lojistas tem consciência sobre os horários de coleta, mas a entidade está disposta a colaborar apesar de reconhecer que o sistema de coleta precisa ser aprimorado.
Ele citou o exemplo dos contêineres para separação em orgânicos e recicláveis, presentes em Joaçaba, por exemplo. “Lá não se vê saco de lixo na rua, tem o lugar certo onde as pessoas depositam lixo. (…) Atualmente, entre o horário de fechamento do comércio, até o caminhão passar, o turista vai ver o lixo no chão”.
Cultura não se compra. Não é comprada com diplomas. Povo educado como Canela e Gramado, onde os motoristas param bem antes da faixa de pedestre são exemplos. E não adianta alegar que é descendente de italiano porque os mais abastados de Lages também são e daí… Temos que conscientizar os comerciantes, se os empresários são assim, tem que haver punição. O dinheiro que é uma santidade pra esta gente e é a única coisa que eles idolatram e as leis municipais são um contrapeso… punição