O coordenador do PSL na região, o suplente de deputado federal, Airton Amaral, diz que há meses, ele e os representantes do governo Moisés estão trabalhando a questão da ativação do aeroporto regional de Correia Pinto e neste tempo muita coisa já aconteceu.
Conta que foi necessário, inclusive, mexer no projeto, e a contratação para a remoção de terra para a retirada de um morro apontado como empecilho para o início das operações. Mas, creio que não há projeto para mexer, mas por concluir: há problemas na fiação elétrica, há um morro a ser removido e alguns outros detalhes importantes para tornar possível a ativação do aeroporto como a conclusão do trevo de acesso.
Como a Infraero deixou a administração de outros aeroportos do país, transferiu alguns equipamentos necessários para o funcionamento do aeródromo para cá. A direção da Acil também informa que estão trabalhando o assunto junto ao governo e se diz otimista quanto às possibilidades da operacionalização deste aeroporto de forma mais breve possível. É uma longa novela que se arrasta por quase duas décadas. Os estudos para a construção de um novo aeródromo começaram em 1997. As obras, iniciadas em 2002, permanecem inacabadas em 2019.
O Governo do Estado de Santa Catarina investiu R$ 63 milhões na construção da pista de pousos e decolagens, do terminal de passageiros e na implantação da infraestrutura de acesso, embora o acesso que liga o terminal de passageiros à Rodovia BR-116 ainda não esteja concluído.
A Infraero que assumiu a administração do aeroporto em janeiro de 2018 tinha como principal missão obter a homologação do mesmo. Já venceram os 12 meses de vigência do contrato, foi prorrogado e, até agora, não temos notícia de que esteja próximo de conseguir.
Primeiro é preciso resolver uma série de inconsistências, dentre elas a remoção do dito morro e que não aconteceu embora se passassem todos estes meses desde dezembro do ano passado. Estamos torcendo para que a intervenção do PSL da região e a Acil tenha sucesso e que de fato, esta novela esteja chegando ao fim.
E tese não vai sair, não temos força política nenhuma e nem nossos pseudorepresentantes querem resolverem a coisa.
Não podemos dar ouvidos a estes pessimistas de plantão.