Ponderações sobre o princípio de incêndio no Centro de Acolhimento

O repórter Daniel Goulart tem razão quando cobra da Secretaria de Assistência Social o alvará do Centro de Acolhimento. Lembra que a Vigilância Sanitária é extremamente rigorosa quando se trata a regularização de funcionamento de uma lanchonete, por exemplo. Cita que teve uma pastelaria no centro que foi proibida de colocar três banquetas porque não tinha banheiro. Já são bem conhecidas as exigências feitas. Algumas chegam a ser absurdas.

Diante disso, torna-se inconcebível que se permita que a própria prefeitura não cumpra tais normas já que é intransigente com os demais.

Mas, de outro lado, o serviço de acolhimento é importante que se tenha e não é por causa de um incidente que se feche suas portas. Um princípio de incêndio também aconteceu no Ginásio Ivo Silveira, local que recebe centenas de pessoas e não foi feito nenhum aue… 

Logicamente que tem de ser revisto uma vez que o centro chega a acolher até 70 moradores de rua durante os dias de frio rigoroso. Neste dia tinha pouco mais de 50.

Mas, não significa que tenha de condenar pela iniciativa de acolher os moradores de rua, embora o prédio não tenha todas as exigências. Basta solicita que se regularize e pronto.

3 comentários em “Ponderações sobre o princípio de incêndio no Centro de Acolhimento”

  1. Com todo respeito que tenho, essa comparação com lanchonete ou padaria, não tem nada haver. A vigilância, concordo, exige coisas absurdas, sem cabimento.
    Ali, funciona um abrigo, como diz o nome, temporário.
    Acredito que o que faltou, já que tem pessoas que estão ali sendo pagas para cuidar, sendo que existe um vigilante, foi atenção. Só existe uma resposta: estavam todos dormindo, inclusive os que são responsáveis para cuidar.
    Eu fui lá, conheço aquilo lá, de cabo a rabo, onde houve o principio de incêndio, fica numa salinha ao lado, onde o vigilante deveria de estar.
    Logo, estava dormindo, também… Com o nome diz, vigilante: de estar vigiando, não dormindo…

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  2. Muitas vezes a administração pública peca pela omissão ou o típico jeitinho brasileiro de ir jogando as responsabilidades para frente e aí as fatalidades não avisam, elas vem de imediato. É mister a importãncia de se ter algo disso na serra, com certeza minora em muito o sofrimento dos que estão na rua e são muitos.

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  3. Parece que não errei, colocaram fogo, mesmo. Não precisava nem de pericia… O que posso afirmar, são pessoas que muitas vezes, pelo uso excessivo da droga, do álcool, perdem a noção.
    O que faltou foi o vigilante e os demais, ficarem atentos…

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