Candidato da deputado faz consulta para medir sua densidade eleitoral

Se alguém duvidava que as eleições de 2026 já começaram, o toque do telefone tratou de confirmar. Na última quarta-feira, fui consultada por uma pesquisa de opinião que buscava medir a densidade eleitoral de quatro nomes de peso na nossa região. A sondagem não é mera curiosidade: é o famoso “teste de recall” para saber quem, hoje, detém a preferência do eleitor serrano para uma vaga na Assembleia Legislativa (ALESC). Foram colocadas quatro opções: os atuais deputados Marcius Machado (PL), Lucas Neves (Podemos – ou Republicanos?), Mário Motta (PSD) e Elizeu Mattos (MDB).
Embora a autoria da pesquisa seja mantida sob sigilo (como de costume nessas consultas preliminares já que não precisa de registro na Justiça Eleitoral), o objetivo é claro: medir densidade eleitoral. Partidos e coligações precisam saber quem tem fôlego para puxar votos e quem corre o risco de ficar pelo caminho.

5 comentários em “Candidato da deputado faz consulta para medir sua densidade eleitoral”

  1. Sem falar que é de forma chata e insistente. Ligaram mais de 10 vezes, com a mesma pergunta. Votei em todos para ver se parava, mas ainda assim continuou. Tive de tirar o telefone do gancho.

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  2. reafirmo minha posição, os votos de minha família e familiares, e eles já estão convencidos disso, irão para candidatos que publicamente se pronunciarem a favor de leis que diminuam o tamanho do ESTADO, principalmente com a progressiva diminuição de impostos.
    nada de criar ou aumentar mais imposto, CHEGA, temos que dar um basta nisso.

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  3. As pesquisas mais eram de que acertam. Quem tem telefone fixo hj? Uma população envelhecida que não fomenta votos nas redes, nem movimenta as bolhas. Os tracking conseguem um alcance aproximado, porém é caro. Só partidos políticos fazem e grandes canais de tv. Nas redes sociais já percebemos que foi feito muito pouco pelos mandatários nesse governo. Arrisco a dizer que eleito serão Berlanda, Mario Mota e Elizeu únicos que não ficam divagando, nem distribuindo migalhas

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Deixe um comentário para Benjamin A. Holla Cancelar resposta