Lages mira o mercado mexicano

O presidente da ACIL, Antonio Wiggers, liderou uma reunião estratégica nesta segunda-feira (26) com Liborio Rauber, presidente da Câmara de Comércio Brasil–México. O encontro, que reuniu o PIB empresarial da região e o secretário de Inovação, Joel Mello Junior, tratou de transformar o México em um “hub” para as empresas lageanas. A ideia é usar a cooperação bilateral para facilitar a entrada de produtos da Serra Catarinense no mercado mexicano, aproveitando a rede de networking e as pontes institucionais das câmaras de comércio.

9 comentários em “Lages mira o mercado mexicano”

        • Eu trabalho em uma empresa que exporta para o México a mais de 15 anos.
          Temos representação lá, e técnicos viajam periodicamente para prestar assistência. Mas não direi mais detalhes, tu não é merecedor. Continue com esse seu pensamento ignorante e segue tua vidinha mediocre.

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          • Lages exporta tanto? Só não vale a pena perguntar o quê? Por achar que não vale a pena debater com essa galera desrespeitosa que não respeitam opiniões. Lages tem seu potencial empregatício na prefeitura indústria e comércio, quanto a puxa saco de empresários. Eu digo: Eles ganham horrores em dinheiro, o dólar cai e eles simplesmente fecham ou acaba os incentivos políticos, abrem falência demitem os funcionários e vão viver nas suas fazendas e cidades litorâneas.

      • Você preenche bem o perfil de um esquerdista padrão, nem sei se é, mas age como um.
        Critica os empresários apenas pro criticar, mas são eles que tocam a economia, mesmo com o estado fazendo de tudo para que isso não aconteça.
        Respeito a gente dá para quem se dá ao respeito, o que não é seu caso.
        Se eles conseguem curtir suas fazendas e casas na praia, é porque um dia tiveram coragem de empreeder, e vc, muito provalemente, deve ser um esquerdopata que mama na teta de alguma prefeitura.
        Então repito, continue com esse seu pensamento ignorante e segue tua vidinha mediocre.

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        • Com respeito Jonas, vamos no debate. Em partes gostei do que falou e respeito. Eu já trabalhei em muitas empresas e vi o que é a vida do trabalhador comum e acho justo o trabalhador ter dignidade e poder sonhar, mas poucos conseguem realizar o sonho de ter seu próprio negócio. É justo os empresários gozarem dos seus bens materiais e conquistas. Porém o sol nasce para todos, mas poucos tem o privilégio ou sorte da conquista. A maioria dos brasileiros trabalhadores dão sua vida pela empresa e ainda continuam pagando casa e carro e no fim aposentam com esse salário mínimo miserável onde a metade vai para remédio. Quanto aos patrões lageanos eles pagam o que acham ser justo e se reclamar é rua! Se o amigo acha justo eu respeito, mas eu não acho. No mais torço que lages exporte para o México e outros países e que melhore-se e se qualifique a mão de obra e salários a altura. Tudo de bom!

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