Orçamento para rodovias em SC despenca e BR-101 precisa de mais obras

A Federação das Indústrias de SC (FIESC) subiu o tom nesta quinta-feira (22) contra a precariedade das rodovias federais. Em documento entregue ao Fórum Parlamentar, a entidade defende que a nova concessão da BR-101 seja ampliada de 15 para 30 anos. O argumento é técnico: o plano atual da ANTT não prevê obras em trechos já colapsados. Além disso, a FIESC denunciou que o orçamento federal para as estradas catarinenses em 2026 (R$ 580,7 milhões) é quase a metade do que foi investido em 2023, o que coloca em xeque a manutenção das BRs 470, 280 e, inclusive, a nossa BR-282.

O presidente da FIESC, Gilberto Seleme, entregou um ofício alertando que a repactuação da BR-101, nos moldes atuais, não garante eficiência logística. A federação sugere dobrar o tempo de concessão para viabilizar obras estruturantes, como a continuidade das marginais.

O ponto mais grave para nós, na Serra, é essa queda livre no orçamento (apenas R$ 580 milhões para o estado todo). Isso significa que as terceiras faixas da BR-282, que o deputado Lucas Neves está cobrando, podem ficar sem dinheiro para sair do papel em 2026 se os parlamentares não conseguirem remanejar verbas ou incluir emendas.

3 comentários em “Orçamento para rodovias em SC despenca e BR-101 precisa de mais obras”

  1. Lularapio quer deixar as BRs esburacadas e que mais catarinenses morram nelas.
    Enquanto isso a Janja gasta milhões com viagens e extravagâncias.

    Partido das TREVAS não gosta de SC

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  2. Uma hora a conta chega. Desgoverno não consegue equilíbrio financeiro, gasta muito mais do que arrecada, ai tem que começar a cortar onde menos gera votos para eles.
    Enquanto isso, orçamento de medidas populistas só aumenta, e de algum lugar tem que sair esse dinheiro.
    Isso é o modus operandi da esquerda mundial, populismo=cabresto em currais eleitorais.
    Enquanto isso, o orçamento da propaganda para pagar influencer e convencer gente desatenta de que tudo está indo bem, pode chegar a 3,5 BI, maior que os orçamentos
    Ministério da Igualdade Racial: Cerca de R$ 203 milhões.
    Ministério da Pesca e Aquicultura: Cerca de R$ 270 milhões.
    Ministério do Empreendedorismo e Microempresa: Cerca de R$ 355 milhões.
    Ministério das Mulheres: Cerca de R$ 377 milhões.
    Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania: Cerca de R$ 575 milhões.
    Ministério dos Povos Indígenas: Cerca de R$ 1,3 bilhão.

    Tudo é questão de prioridades…..

    Agora é só esperar os comedores de capim vir me xingar e latir iguais cachorrinos do pt adestrados.

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