Nova legislação inclui aulas de autodefesa para mulheres

A Alesc aprovou, no segundo semestre de 2025, um conjunto de leis voltadas ao fortalecimento da proteção, da cidadania e do bem-estar de crianças, adolescentes e jovens no ambiente escolar.

Entre as iniciativas aprovadas, destaque para a Lei nº 19.471, de 23 de setembro de 2025, do deputado Rodrigo Minotto (PDT) que amplia o alcance do Programa Time da Defesa, ao incluir aulas de autodefesa feminina e a participação das famílias nas ações educativas, reforçando o enfrentamento à violência escolar e doméstica no Estado.

A nova legislação garante a oferta de aulas de autodefesa para mulheres no âmbito das escolas estaduais. A medida busca fortalecer a autonomia, a prevenção e a proteção de meninas e mulheres, ao mesmo tempo em que contribui para a conscientização sobre situações de risco, violência e abuso.

Outro avanço significativo da lei é a ampliação das palestras e conferências do programa para a participação das famílias, reconhecendo o papel fundamental do núcleo familiar na prevenção da violência, do abuso sexual e do uso de drogas e promovendo uma atuação integrada entre escola, estudantes e responsáveis.

4 comentários em “Nova legislação inclui aulas de autodefesa para mulheres”

  1. Ué, mas não era somente desarmar a população que iria acabar a violência?

    Tava ruim agora parece que piorou, né petezada kkkk

    Sou a favor de que as mulheres usem armas e spray de pimenta para se protegerem.

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    • Violência não desaparece com arma ou sem arma.
      Inclusive, estatísticas mostram que grande parte das agressões ocorre dentro de casa, por alguém conhecido — cenário em que portar arma costuma piorar, não melhorar.
      Autodefesa útil começa na prevenção: dizer não, identificar ameaça cedo e ter Estado que protege.
      E permita-me lembrar — você mesmo é policial militar de carreira e já viu a realidade das ruas e das casas. Quantas vezes uma mulher conseguiu reagir fisicamente com sucesso? Não estou condenando a reação; às vezes ela é o último recurso. Mas todos nós sabemos que é exceção, não regra. Se não fosse, a violência contra mulheres não estaria onde está.
      E, sinceramente, dane-se direita ou esquerda — eu vivo neste país há tempo suficiente para lembrar mulheres sendo assassinadas nos anos 70/80, auge do regime militar, quando assassinos eram absolvidos pela “legítima defesa da honra”. Depois vieram FHC, Lula, Dilma… e nada disso mudou de um dia para o outro. A diferença é que agora, ao menos, falamos em prevenção, acolhimento e responsabilização, em vez de culpar a vítima ou fingir que arma resolve tudo.

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      • Problema são as leis fracas.
        Cansei de levar vagabundo pra delegacia e logo soltarem.
        Única forma que tem para se proteger é encarar a realidade e enfrentar de igual para igual.
        Prevenção é importante mas isso por si não resolverá muita coisa sem algo realmente efetivo.

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  2. O problema desde que sou criança é econômico/social. Famílias desestruturadas gerando outras famílias idem . Resultado, aumento de população é proporcional ao aumento de problemas! Hj as mulheres são independentes terminaram relacionamentos a toda hora. Nem todos são racionais ou fortes psicologicamente. Não são justificativa, apenas constatações entre milhares de outras

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