O helicoptero Águia 04 (helicóptero Esquilo AS350 B2 da Polícia Militar de Lages) passou por períodos recentes de inatividade devido a manutenções complexas.
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Retorno de Manutenção Crítica: Após ficar fora de operação no segundo semestre de 2025 devido a problemas técnicos e à necessidade de importação de peças (o que causou um atraso administrativo e logístico), o Águia 04 voltou a reforçar o atendimento na Serra Catarinense.
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Serviço Aeromédico Permanente: Uma das grandes atualizações de 2025 foi a confirmação, pela Secretaria de Estado da Saúde, da permanência definitiva do serviço aeromédico do SAMU em parceria com a PM em Lages. Isso significa que a aeronave está configurada não apenas para segurança, mas como uma Unidade de Suporte Avançado aérea.
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Apoio de Outras Bases: Durante os períodos em que o Águia 04 precisou ser baixado para manutenção este ano, a região foi atendida temporariamente por aeronaves de outras bases (como o Águia 01 de Joinville ou o Águia 07 de Balneário Camboriú) para garantir que a Serra não ficasse desguarnecida.
A aviação policial segue protocolos de segurança rigorosos. Sempre que uma aeronave atinge um número específico de horas de voo ou apresenta uma “discrepância” técnica, ela deve parar para revisão. Em 2025, o principal desafio foi a reposição de componentes importados, que dependem de fornecedores internacionais e trâmites alfandegários.
Aleluia!
A manutenção, é quase sempre a mesma..
Poderiam prever, já importar peças de reserva .
Não sou mecânico, mais existe soluções rápidas .
É questão de gestão e organização..
Posso estar enganado, mas a manutenção de uma aeronave dessas provavelmente é feita por uma empresa privada que ganhou licitação para fornecer peças e serviços. E aí para essa empresa importar peças que devem ser caríssimas, deixar em estoque para um eventual serviço que pode não acontecer, pode ser complicado. Sem falar que essas peças normalmente tem um “prazo de validade” curto. Mas que nosso helicóptero, desde que veio para cá, não voa muito, ah não voa. Quando a gente vê voando, já pensa: qual autoridade está na cidade? É raro ver notícias de algum atendimento/operação em que ele participa. É aquele jogador caríssimo que vive lesionado e nunca joga.
O problema é que esse helicóptero é bem velho com quase 40 anos de uso, isso faz com que as peças de reposição sejam difícil de encontrar.