Discussão na Câmara por causa dos bebês reborn

A sessão da segunda-feira (9), da Câmara de Vereadores de Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis, entrará para a história por conta de uma discussão de cerca de 27 minutos provocada por um assunto insólito: a proibição de atendimento médico na saúde pública local de bebês reborn. Todo o problema se deu por conta do que o autor do projeto, vereador Diego Correia, o Mainha (MDB), se pronunciou contra os demais parlamentares nas redes sociais, onde declarou que eles apoiam levar os tais bonecos no posto de saúde.

À tribuna, os vereadores Zailton Benício (PL) e Junior Cidiney Simão, o Ju da Padaria (PSD), começaram a criticar o projeto, que foi rejeitado na sessão anterior. Tanto Zailton quanto Ju, criticaram e lembraram que seria impossível aprovar um projeto sobre algo que não existe, no caso o atendimento a algo inanimado, um boneco.

Mainha não gostou e sugeriu que quem votou contra apoiou o atendimento, o mesmo que havia usado nas redes sociais, o que deu princípio a uma confusão e bate-boca. O vereador emedebista, autor do projeto, começou a rebater, disse que obteve a ideia ao conversar com um parlamentar de Itajaí, na Marcha dos Vereadores a Brasília, e considerou estar ajudando aos profissionais da saúde do município, uma espécie de proteção. Isso tudo enquanto o presidente da Casa, vereador Helder Angélica (MDB), se equilibrava para manter a ordem em plenário.

Por 

2 comentários em “Discussão na Câmara por causa dos bebês reborn”

  1. Uma palhaçada, crianças morrendo sem atendimento e vem esse povo com esse negócio de reborn.
    E tem gente que ainda pega atestado médico pra levar essas bonecas na UPA e nos postos de saúde…..
    Deveriam ser condenados por usarem o SUS indevidamente.

    Responder
    • Na verdade nós como seres humanos com sentimentos, possuímos a necessidade de projetar nossas necessidades em algo palpável Então carros, bonecos, casas e até pessoas fazem parte deste mundo racional e as modas são criadas durante um tempo, depois esquecidas. Lembrem-se a sociedade moderna vive de fatos surgidos diariamente e que embalam nossos sonhos.

      Responder

Deixe um comentário para Nevio S. Fernandes Cancelar resposta